Em 31 de Março o Rio de Janeiro recebeu o 5º encontro estadual do ID

E foi nesta data histórica, 31 de Março, que cidadãos continuam a fazer história participando do 5º encontro estadual do Instituto DEFESA aqui no Rio de Janeiro, cordialmente recebido pelo Parabellum Clube de Tiro (clique aqui para conhecer).

Foi impressionante a participação de todos, especialmente pois é comum sempre comparecer uma quantidade de pessoas menor do que as inscrições, e neste dia todos os inscritos foram! A coisa encheu tanto que precisamos alterar o lugar das apresentações em cima da hora, pois o planejado não daria conta. Foram quase 80 pessoas presentes para ouvir as palestras de Gabriel Monteiro que falou sobre o ciclo completo de polícia e do armamento civil ser uma questão de direito e não de privilégios para classes ou profissões, do Raul Blank que nos mostrou seu estudo sobre o cenário de execuções de policiais, Matheus Lisboa que explicou a importância da medicina de combate e como isso pode ajudar também o cidadão e do Parrini, falando sobre os perigos e das péssimas consequências do desarmamento civil.

Muitos amigos se reencontraram neste dia, novos foram feitos, um café da manhã que rendeu boas risadas antes das palestras e no final houve uma confraternização onde quase 30 pessoas foram almoçar todas juntas! O bate papo e as risadas encerraram este magnífico dia de homens e mulheres livres. E armados!

Parabéns a todos os participantes pelo esforço de estarem presentes neste evento numa manhã de domingo, ao Parabellum CT por receber este evento de braços abertos com tanta simpatia, aos demais palestrantes Monteiro, Blank e Lisboa por ajudar a difundir informações de qualidade e com seriedade. Obrigado ao Wagner pelas fotos e ao Azevedo pelo apoio!

Confiram as fotos:

 

ID fecha parceria com Higienizadora de Veículos SPA Auto

As parcerias não ficam restritas as armas não! Outros nichos de mercado estão surgindo, como bares e esta empresa de higienização de carros.
Ou seja, se você sujar seu carro após agir em legítima defesa ou depois de um curso de combate embarcado, já sabe onde levar seu carro pra lavá-lo!

Missouri pode acabar proibindo qualquer restrição em cima das armas

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

O conjunto de novas normas irá definitivamente proibir, ou seja, tornar crime, qualquer ação dos agentes públicos que tenham coma base as leis de confisco ou restrição de qualquer natureza o direito de ter e portar armas garantido pela Segunda Emenda. Uma idéia legislativa foi apresentada no estado de Missouri, EUA, que se for aprovada o estado se transformará num verdadeiro “Santuário dos direitos de ter e portar armas”.

A Idéia Legislativa número 1039 (House Bill 1039) foi lançada em Fevereiro deste ano por Jered Taylor e foi nomeada de “Ato de Preservação da Segunda Emenda”, em inglês: Second Amendment Preservation Act. Se aprovada, virará lei e com isso proibirá qualquer pessoa, especialmente policiais, militares e funcionários públicos de qualquer órgão de aplicar qualquer lei passada, atual ou que seja aprovada no futuro, seja de cunho estatal ou federal, que desrespeite de qualquer forma o direito de ter e portar armas. E valerá também para qualquer ordem, regulamento, atos, medidas administrativas, enfim, qualquer coisa que venha do Estado para afetar o Cidadão. A HB 1039 está caminhando junto com a Idéia Legislativa do Senado 367 (Senate Bill – SB367) apresentada por Eric Burlison.

Algumas das normas que são entendidas como “desrespeito a 2A”:

  • Qualquer imposto ou taxa em cima das armas de fogo, seus acessórios ou munição
  • Registro de armas ou qualquer meio de localizá-las, assim como acessórios ou munição
  • Qualquer lei ou regulamento que impeça um cidadão de comprar, possuir, usar ou transferir a arma de fogo, acessório ou munição
  • Qualquer lei, ato, ordem, medida, qualquer ação que permita o Estado pegar as armas, acessórios ou munição do Cidadão.O poder desta idéia é inigualável, ela afetará o National Firearmas Act de 1934, que já inseriu na sociedade norte-americana várias restrições, e também o Gun Control Act de 1968, que inseriu mais restrições ainda. A atual proibição do Bump-Stock aprovada pelo presidente Trump também ficará inválida, podendo todo e qualquer cidadão o direito legal (e dever moral) de desobedecer.

A idéial legislativa também regula as penalidades do agente público que confiscar qualquer arma de um cidadão, sendo levado a julgamento, e vai além, ela revoga qualquer “Soberania ou imunidade oficial nestes atos.”.

E ainda tem mais! Se for aprovada, a lei estabelece que policial e qualquer outro funcionário público do estado de Missouri que ajude policiais e agentes federais em qualquer lei, ato ou ordem que desrespeite a 2A, sejam demitidos e fiquem proibidos de exercerem qualquer outro cargo público no estado!

Eficácia

De acordo com James Madison na publicação Federalist #46, como os estados trabalham em conjunto com a União através de seus representantes e leis próprias, passar algo do tipo será de imensa força para frear o controle de armas irresponsável que vem sendo feito pela União, pois a mesma depende de lideranças e cooperação dos Estados para agir dentro dos mesmos. Sem essa cooperação, a União perde quase que completamente sua força para infringir os direitos e liberdades dos cidadãos que são garantidos, como no caso, a Segunda Emenda.

Base Legal

O que o estado e Missouri está fazendo é completamente legal pois tem como base a doutrina “Anti-Commandeering”, que em tradução livre é algo como “Anti-Comando”, doutrina que resumidamente permite que uma UF recuse ajudar a União e proíbe a mesma de usar força militar ou policial contra os Estados e de se apropriar de propriedades privadas ou públicas daquela UF.

Por curiosidade, isso não existe em nossa Constituição: se for preciso no âmbito de exercer justiça/função social, o Estado Brasileiro pode tomar sua casa ou seu carro, por exemplo. (1)

Por enquanto é apenas uma Idéia Legislativa, é preciso que seja votado e aprovado em algumas instâncias para que siga adiante para ser transformada em lei.


Tradução livre por: Lucas Parrini
Traduzido de: https://blog.tenthamendmentcenter.com/2019/02/missouri-bill-takes-on-federal-gun-control-past-present-and-future/
1 – Nota do tradutor.

Vagas de emprego

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

O Instituto DEFESA ajudará o operador a encontrar emprego e ao empresário a encontrar funcionário. Como não somos uma consultoria de RH, nem trabalhamos com banco de dados, cadastraremos e divulgaremos as vagas existentes de maneira simples, apenas facilitando a divulgação e contato, sendo a empresa responsável pelas informações das vagas e contratações. O interessado na vaga correrá atrás de maiores informações por conta própria diretamente com a empresa. Empresas de segurança privada, lojas de armas, clubes de tiro, PMC, todas relacionadas as armas podem anunciar.

Para o mecanismo funcionar, algumas regras bem simples devem ser seguidas:

1) Você enviará os dados para o e-mail parrini@defesa.org e elas serão publicadas. O e-mail deve conter:

1.1) Nome da empresa que oferece a vaga;
1.2) Nome da função anunciada;
1.3) Estado e Cidade da vaga;
1.4) Telefone e E-mail pra contato;
1.5) Nos reescrever avisando quando a vaga for preenchida para apagarmos.

O serviço é gratuito. Não lhe cobraremos para divulgar. Mas se acha nosso trabalho justo, considere ajudar a mantê-lo e faça uma doação.

Na esperença deste pequeno ato ser útil a nossos cidadãos, conto com o apoio de todos.
Unidos somos invencíveis!

Missouri lança idéia legislativa que exige que cidadãos entre 18-34 anos tenham um AR-15

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Nos Estados Unidos, uma “bill” que em tradução livre é como uma idéia legislativa, pode ser apresentada por qualquer pessoa mas somente um membro do Congresso pode representá-la, que após passar por vários comitês, senadores e pelo presidente, ela pode se tornar uma lei.

Neste caso, Andrew McDaniel é um representante do estado de Missouri, mais precisamente de Jefferson City, lançou a idéia legislativa nº 1108 e nela contém o chamado “McDaniel Militia Act” onde fica decretado que todo cidadão entre 18 e 34 anos que não esteja legalmente proibido de ter e portar armas, tenha em seu poder um fuzil na plataforma AR-15. Caso seja aprovada, a idéia vira de fato uma lei e os cidadãos terão 1 ano a partir de 28/08/2019 para comprarem pelo menos 1 AR-15.

Nota do tradutor: Por mais animadora e interessante que seja uma notícia dessas, que rema contra o padrão da mídia desarmamentista que estamos acostumados, vale lembrar que ainda é o Estado decidindo sobre a sua liberdade de ter e portar armas.

Traduzido por: Parrini
Tradução livre de: https://cbs12.com/news/nation-world/missouri-bill-would-require-adults-aged-18-34-to-own-ar-15?fbclid=IwAR0fCPEMRwRxZEn0uSELyK3gnNQr_wi4BanxzyCw4p6wQ_t8a0471LJmZsM

Mau atendimento e atrasos constantes dos serviços de CR do Exército incomodam e viram piada na internet

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Atletas do tiro de todo o Brasil já estão cansados de saber que não dá pra contar com uma razoável qualidade de atendimento, quem dirá boa, quando o assunto são os serviços envolvendo o CR. Há anos que atrasos e erros vem acontecendo por todo o país e atletas do tiro aguardam por melhorias, confiando que este é o objetivo final. Enquanto isso não acontece, encontraram uma maneira divertida de aguentar o estresse dessas situações: suas frustrações viraram humor!

Nesta mesma pegada de abordagem do mundo das armas pelo humor, existem duas páginas que estão fazendo sucesso:

1) CAC’s da Depressão: https://www.facebook.com/CACs-da-Depress%C3%A3o-106018520165473/

2) Porcaria Tática: https://www.facebook.com/porcariatatica/

Dê algumas risadas enquanto espera seus documentos!

Ps.: Título corrigido! Perdão!






Mais uma chacina numa escola

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA e Instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas

Antes mesmo de concluírem as investigações sobre os homicídios acontecidos hoje, 13 de março, numa escola no interior paulista, não demorou para que os mesmos urubus da grande mídia pairassem sobre os corpos das crianças procurando pautar o trágico evento de acordo com a sua ideologia perniciosa.

Abismado, recebi no Instagram do Instituto DEFESA a interpelação do usuário João Paulo Acatauassú: “Gostaria de saber se irão escrever um post aobre a chacina em um colégio hj…” (SIC).

Honestamente, fico enojado ao ver esse debate político permeando os cadáveres de inocentes, pautado por emoções ardilosas. Foi, contrariado, entretanto, dando continuidade à afronta do Sr. Acatauassú, que percebi: ainda precisamos esclarecer o óbvio!

Perdoem-me os familiares das vítimas desta barbárie, mas eu vou ter que, portanto, elencar alguns pontos direcionados ao confrontante e àqueles que mantêm linhas tão rasas de raciocínio, notadamente da nossa degradante classe política.

  1. O crime aconteceu no Brasil, um país com uma das legislações mais draconianas sobre armas do mundo.

Não adianta propor restringir as armas para evitar incidentes como este, que acontecem, por exemplo, aqui no país do Estatuto do Desarmamento e também na Noruega, país com alta restrição a armas.

Nenhuma lei em vigor impediria que isso tivesse acontecido.

 

  1. O estudo Mass Shootings in America: Moving Beyond Newtown, Homicide Studies, 2013 reafima o que todos já sabem intuitivamente: se houver alguém armado para responder à ameaça, o número de vitimas é menor. Em Português claro: apenas um homem bom com uma arma pode parar um homem mau com uma arma.
  2. Quando um incidente desta natureza acontece, qual é o primeiro procedimento? Sim, chamar a polícia, armada.
  3. Ainda que por um milagre qualquer uma lei tivesse impedido o acesso destes assassinos ao revólver utilizado, um efeito muito parecido poderia ter sido causado com uma faca ou com uma chave de fenda. Como instrutor de Combate com Facas há mais de 10 anos, tenho incontáveis horas de teste com instruendos em cenários que simulam isso. Em regra, o sujeito armado com uma faca (ou chave de fenda, ou pedaço de vidro, ou espeto de churrasco, ou vergalhão de construção, ou qualquer objeto perfurocortante) nos treinamentos consegue acertar mais de 10 pessoas antes de ser parado. Quando o grupo está armado este número raramente passa de 1.
  4. As informações sobre o atentado, no momento em que eu escrevo este texto, ainda são bastante inconsistentes. Especula-se, contudo, que os assassinos fossem reincidentes, que já tinham uma vida pregressa de infrações. Talvez se na primeira experiência deles com o crime a vítima tivesse reagido com força letal, as vítimas de hoje estaria salvas.
  5. Ainda que as leis realmente pudessem ter evitado este massacre de hoje, é preciso lembrar que a maior causa de morte no século XX foi o DEMOCÍDIO – A morte pelo Estado. Ainda assim, seria não apenas justificável como absolutamente necessário que todo cidadão tivesse o direito de ter e portar suas armas.

 

Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada. (Edmund Burke)

 

 

Qual é a definição de desarmamentista?

Lucas Silveira
Presidente do Instituto DEFESA
Instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas

Numa conversa recente com um grande amigo, em determinado momento de divergência, ele afirmou: “depende da sua definição de desarmamentista”.  Foi então que me dei conta que, embora pra mim fosse extremamente claro o que é um desarmamentista, talvez para outros não fosse.

Em todos esses anos a frente do Instituto DEFESA, como maior organização pró-armas da América Latina, nunca escrevemos uma definição de quem são esses personagens que habitam o local político e ideológico oposto ao nosso.

Vamos resolver isso já!

Desarmamentista: Aquele que cria ou defende  restrições a armas; aquele que, tendo a atribuição legal de legislar ou decidir, se omite frente às normas restritivas ao direito de acesso às armas.

A definição de desarmamentista não deve levar em consideração a intensidade ou a justificativa da restrição criada, defendida ou mantida. Não importa quão nobre possa parecer o discurso, é importante que sejamos claros: nenhuma restrição a armas é moralmente defensável.

Assim, por exemplo, o general que tem o poder de decidir sobre a (des)burocratização dos processos para concessão de Certificado de Registro e Produtos Controlados, mas prefere manter o status quo deve ser classificado como desarmamentista, assim como o parlamentar que no fechar das portas do Congresso tenta colocar um cavalo de troia em uma MP para proibir totalmente a importação de armas (quem se lembra dessa? o Instituto DEFESA foi o único a expor e combater essa perfídia).

É também desarmamentista aquele que não legisla, mas no campo das ideias defende o desarmamento em grau igual ou maior que o atual.

Também não se pode ignorar o desarmamentista ardiloso. Aquele que se faz de pró-armas, mas no fundo, defende uma ou outra restrição. Afinal, de acordo com ele, “não se pode liberar pra qualquer um”, apenas para ele, que do ponto de vista dele próprio, é super especial e mais preparado que os demais “cidadãos comuns”.

Há alguns anos fizemos uma série de imagens de humor, traçando o perfil de alguns desses personagens, no dossiê desarmamentistas. Vamos encerrar este texto revendo e rindo um pouco.

 

Será mesmo que bandido bom é bandido morto?

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Ditado muito conhecido porém de origem desconhecida. Muitos atribuem a escuderia Le Cocq, que atuava no Rio de Janeiro nos anos 80/90.

Mas o que é um bandido? Por definição, é o indivíduo que age fora da lei. Mas e na prática?

Obviamente esta expressão é serve muito bem para transmitir a notória mensagem sobre o estuprador, o lacrocida, o corrupto, dentre vários outros energúmenos nojentos que atuam no mundo do crime. É excelente num comentário superficial, num debate político, numa argumentação, numa brincadeira, enfim, quando a mensagem é rápida. Mas se por algum motivo precisarmos irmos mais a fundo, com maiores informações, esta expressão se mostra imprecisa. Vamos parar um pouco e refletir um pouco neste sentido:

Será mesmo que aquela criança, em sua inocência dos seus 4 ou 5 anos de idade, rebeldia por não ter ganho o brinquedo da mãe, ou pela simples falta de educação, merece morrer por ter jogado papel de bala no chão? Pois o costume – base de toda hierarquia legislativa – de jogar lixo na lixeira foi quebrado. Uma lei foi violada, logo, a criança por um breve momento se torna uma marginal. Ela deve morrer por isso?

Outro exemplo que é real, já aconteceu – então pode acontecer de novo – e muitas pessoas foram mortas por esta obediência cega a lei, é quando o governo cria uma lei absurda, grotesca, satânica. Se desobedecer, é bandido. Sofrerá. Se obedecer, permitirá que o governo decida o que fazer com sua integridade física e com a vida de sua família. Sofrerá. O amigo leitor conseguirá, sem dúvida, lembrar de alguns exemplos famosos. Fica a pergunta para reforçar a reflexão aqui apresentada: Quem desobedece uma lei absurda e tirana é bandido ou herói?

Quem desobedece uma lei absurda é bandido ou herói?

O exagero dos exemplos foi para ilustrar o perigo de pensar de modo simplista, que acaba colocando pessoas ruins no mesmo saco de pessoas boas, que por descuido, azar ou até mesmo por um desconhecimento inocente, cometeram uma infração. Deve-se ficar atento a diferença entre pessoas que erram por variados motivos, e pessoas que constroem uma carreira criminal. No geral, pessoas que erram merecem segundas chances. Como essa segunda chance será dada foge do escopo deste artigo, mas também é importantíssimo que sua mecânica seja muito bem elaborada para que injustiças não sejam cometidas: chances dadas a quem não merece.

Desta reflexão é natural surgir um ditado parecido, que é “Bandido bom é bandido que não existe”. É o indivíduo que foi educado e tem caráter para não cometer transgressões e se cometer, que seja penalizado ou segregado, ou seja, afastado, tirado, da sociedade. Mas não confunda essa reflexão com pena. Matar também é segregar. No caso de um indivíduo cometer o erro de ameaçar sua vida, defenda-se da maneira necessária. Se isto ocasionar a morte do bandido, cante-mos aquela música “Tô nem aí, tô nem aí!”. O problema agora é do IML.

O crime tem diversas origens, uma delas é a própria lei. Quando se cria uma lei, cria-se algo que é permitido e algo que é proibido. Quanto mais leis, mais crimes. O legislador precisa ter cuidado na hora de criá-las, para que ao invés das regras ajudarem na manutenção da paz e no desenvolvimento social e individual, elas não atrasem a vida dos cidadãos e ajudar a fomentar mais crimes.

Mural da Esperança

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Espaço onde colocaremos atitudes exemplares que enchem nossos peitos de esperança e nos inspiram com orgulho. Se souver de algum caso, escreva para parrini@defesa.org com as informações e publicaremos.

Rogério Grimm

Este cidadão sofreu um assalto violentíssimo e foi forçado a usar seu direito legal de legítima defesa. Aitrou nos bandidos e os feriu, que após ameaçar ele e sua família, fugiram. Disseram que se fossem presos, saíriam e matariam toda sua família. Rogério acionou a polícia e foi informado que os desgraçados haviam caído da moto usada no assalto quando em fuga e estavam sendo socorridos pela SAMU. Desesperado e temendo pela vida de sua família, sabendo que a Justiça protege bandidos e ferra com a vida do cidadão, ele tomou uma atitude heróica: foi até o local que a SAMU salvava os bandidos, entrou na ambulância e cancelou o CPF dos dois lixos. Obrigado Rogério!

O engraçado que é que a polícia “para conter” Rogério, atirou nele! P*** que P***! E não para por aí! O Ministério Público processou o herói por Homicídio Qualificado, mas quebrou a cara quando o Júri inocentou Rogério, que agora está livre.

Segundo esta notícia – https://bit.ly/2zTw7uc – o nome do promotor é José Olavo de Passos e os nomes dos dois vagabundos que tiveram o CPF cancelado são Élder e Wagner. Infelizmente a mídia divulga o nome completo da vítima, mas dos bandidos só colocam o primeiro. nome.

Sargento De Souza e Soldado Amaral

Estes dois cidadãos que trabalham na PMSP contiveram a ação macabra de um degenerado chamado Euler Fernando Grandolpho, que entrou numa igreja e abriu fogo contra inocentes. Este maldito matou 6 pessoas, e graças a De Souza e Amaram que o pararam, evitaram que mais vítimas fossem feitas.

O ato terrorista aconteceu na cidade de Campinas – SP, durante uma missa, e o criminoso assassino tinha consigo uma pistola e um revólver. Agora, dois detalhes chamam atenção: O primeiro é que a pistola é da marca CZ, importada, sendo assim ela não vende fácil no Brasil devido ao controle do Exército e a maldita “similaridade”, onde uma arma não pode ser importada se tiver uma nacional parecida. O segundo detalhe é a foto do bandido morto que circula em jornais com a arma na mão, e podemos ver a numeração de série raspada! Que coisa hein, Estatuto do Desarmamento? Não impediu que 1) uma pistola fora do mercado nacional chegasse nas mãos de 2) um maluco, que 3) não tinha antecedente criminal e que 4) usou para algo macabro.

Leis de controle de armas são inúteis, pois malucos e bandidos não obedecem leis. Só pessoas boas fazem, se são boas, essas leis são desnecessárias.

Aposentado-Herói de 81 anos salva-se graças a sua arma de fogo com registro vencido

https://www.defesa.org/aposentado-heroi-de-81-anos-salva-se-gracas-a-sua-arma-de-fogo-com-registro-vencido/

Fidélis Júnio Marra Santos

Obs.: Texto autorizado a ser publicado pelo autor. Parabéns pela reação responsável, Fidélis!

Me chamo Fidélis Júnio Marra Santos, sou inscrito no Instituto Defesa, e tenho muita admiração e respeito pelo Trabalho de vocês (este ano, se Deus quiser, me tornarei Assinante Premium!). Mas, voltando ao assunto, gostei muito do Mural da Esperança e considerando que vocês, gentilmente, abriram o espaço para o compartilhamento de fatos que corroboram a Importância básica da ferramenta ARMA DE FOGO para a Segurança e manutenção da Vida do Cidadão de Bem, aquele que respeita as Leis e não vive em prol de atacar covardemente o seu semelhante, eu gostaria de compartilhar a minha rápida experiencia que proporcionou-me ainda mais Admiração e enxergar o Valor de uma ARMA DE FOGO na mão correta. Não é uma história de cinema, com tiroteio e tudo mais, mas sim, uma historia que reflete o simples fato de estar de posse de uma ARMA DE FOGO na hora certa.

Sem mais delongas, sou morador em Goiânia – GO, cidade falida e sem a mínima segurança devido aos respectivos governos municipais esquerdistas, que destruíram o que outrora foi uma bela cidade. Quase um ano e meio atrás, outubro de 2017, após retornar de uma jornada trabalho em campo (sou biólogo), fizemos um churrasco em casa e ao final do dia, permaneceram alguns familiares e amigos. Por volta das 21 horas da noite, três familiares (uma senhora, uma jovem e um jovem) despediram-se e antes que saíssem com o carro, solicitei que aguardassem um instante, entrei em casa e peguei meu rifle 7022, devidamente registrado e legalizado,  (é… a Violência em Goiânia ta braba mesmo, mas não divulgam de verdade nos noticiários). Pois bem, despediram-se todos, e eu ainda dentro de casa, posicionando-me lá dentro mesmo, atrás do muro mas com vista ampla para os dois lados da rua então, saíram com o carro de ré e, no inicio da rua veio uma moto, lenta, e enquanto manobravam o carro na rua, o motoqueiro acelerou e posicionou na frente do carro, travando a saída do carro e anunciando o assalto… eram dois na moto. Rapaz, eu sou Cristão e acredito que foi o próprio Criador que colocou esse rifle na minha mão aquele dia… eles estavam totalmente seguros e confiantes que aquela noite estava “ganha”… o caso foi que eu não dei tempo de ação à eles e tão rápido quanto os dois VAGABUNDOS fecharam o carro dos meus familiares, foi a fração de tempo que se deram frente a frente, coisa de dois metros, com o cano do meu rifle… Rapaz, dois VERMES BASTARDOS que foram tão espertos no manejo com uma moto a noite pra fechar o carro dos meus familiares, na frente do cano da arma, começaram a falar fino… eu pra te dizer a verdade, nem ouvi o resmungo deles, com o rifle destravado e apontado pra eles, tranquilamente mas, firme, eu disse: “VAZA”. Por segundos, continuaram “estrebuchando” em cima da moto, então eu apontei pro vagabundo que pilotava e mais uma vez, eu disse “VAZA”. Saíram em disparada numa moto velha, barulhenta.
Bom, Parrini. Conforme eu comentei com você antes, minha experiência com Defesa Armada com Arma de Fogo foi esta. Não chegou ao ponto extremo, mas foi a simples visão de uma Arma de Fogo que dissuadiu dois indivíduos, que por livre e espontânea vontade, decidiram ser dois vermes imundos e saírem naquela noite para fazer apenas o Mal contra cidadãos indefesos. Porém, não naquela noite, rs…
Atualmente, dentro dos meus Princípios e nas considerações que valorizo na minha Vida até o meu último suspiro, estão as Armas de Fogo.
Foi este o meu relato. Caso você julgue-o conveniente, da minha parte será uma enorme Satisfação vê-lo no Mural da Esperança.
Obrigado pela oportunidade.
Abraço,
Fidélis