Instituto DEFESA entrevista Alexandre Knoploch, pré-candidato a deputado estadual

O pré candidato a Deputado Estadual no Rio de Janeiro, Alexandre Knoploch concede entrevista a Lucas Parrini, do Instituto Defesa.

As perguntas foram respondidas em vídeo, confira:

 

Página do pré-candidato: https://www.facebook.com/aknoploch

 

 

Instituto DEFESA entrevista Moisés Queiroz, pré-candidato a deputado federal

O Pré candidato a Deputado Federal, pelo Rio de Janeiro e pelo partido NOVO, MOISÉS QUEIROZ, concede entrevista a Lucas Parrini, do Instituto Defesa.

 

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/moisesqueiroz.moises/posts/1910398235667676

 

ID: Você é a favor do direito de legitima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Moisés Queiroz: O direito à legítima defesa já está configurado como um direito universal e, em consequência desse direito, a liberdade de acesso às armas já deveria estar em vigor no Brasil.

No Brasil, as controvérsias se acumulam. Como uma pessoa pode defender a legítima defesa e ser contra o acesso às armas. Sou totalmente a favor e vou lutar ainda mais pelo porte de arma para o Cidadão de Bem!

 

ID: Quais as principais mudanças que acredita ser necessárias sobre este tema?

Moisés Queiroz: Em primeiro lugar, a imediata revogação da Lei 10.826, Estatuto do Desarmamento e aprovação de lei que permita todo e qualquer cidadão de bem tenha o acesso e porte de arma de fogo. É bom lembrar que em 2005, 64% da população brasileira votou contra a proibição do comércio de armas de fogo no Brasil, mas hoje é praticamente impossível obter uma arma no Brasil. A decisão da maioria deveria ser respeitada. E isso é mais um motivo para sermos e lutarmos contra o desarmamento.

 

ID: Você considera benéfica a abertura de mercado de armas para outras marcas?

Moisés Queiroz: Não só de armas, a abertura do mercado beneficia a todos, vide o que aconteceu quando da abertura para empresas automobilísticas. É uma verdadeira revolução em prol da população, inclusive das empresas nacionais, que tendem a qualificar-se mais, com melhores produtos e preços.

 

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. Você acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente, os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

Moisés Queiroz: Interessante quando se fala sobre elitização da segurança. Quando vejo figuras públicas como artistas, políticos e empresários defendendo a proibição de acesso às armas, percebemos que os mesmos que defendem esse pensamento, têm, via de regra, um grande aparato de seguranças fortemente armados. Ou seja, a regra que vale para eles, não vale para os demais cidadãos. E isso, temos que mudar. Em relação à redução de impostos, certamente permitirá que cidadãos menos abastados tenham melhores condições para aquisição de arma para sua proteção.

 

ID: Caso assuma cargo na Câmara Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS, segurança pública?

Moisés Queiroz:

1) Direito de legítima defesa: aprimorar as leis já existentes a esse respeito (vide o caso do cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Correa, pela morte do suposto fã). Inconcebível ele estar respondendo processo criminal, podendo ser condenado até 20 anos de prisão. Quem invade sua casa/propriedade/lar, se responsabiliza pelas conseqüências, sendo qualquer ato de legítima defesa, uma excludente da punibilidade.

2) Liberdade de acesso às armas: Revogação imediata do Estatuto do Desarmamento e Projeto de Lei concedendo sempre ao Cidadão de Bem o direito ao porte de arma (sem poderes discricionários para autoridades vetarem o previsto na Lei); e

3) Quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS: A mudança no artigo 190 do R-105, que regulamenta produtos controlados, está sendo discutida e essa discussão poderá permitir a importação de armamentos que não tenham com fim específico das Forças Armadas, como espingardas, revólveres e determinados tipos de pistolas.

“Até então, a proibição vem de uma junção do artigo 190, que afirma que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá a importação negada ou restringida”, e do artigo 5º da portaria 620/06, que define que a compra do exterior será negada quando existirem produtos similares fabricados por indústria brasileira. Acredito que articulações políticas junto ao Comando do Exército possam mudar esta realidade.

4) Segurança Pública: Tema que discuto com propriedade, pois acompanho e estudo. Temos que elaborar um pacote onde o envolvimento do Executivo, Judiciário e Legislativo esteja todos em consonância. Unificação da Polícia, através de Lei Complementar. O Brasil é um dos pouquíssimos países onde há separação entre Polícia Civil e Polícia Militar. Uma Polícia que pouco se comunica, pouco interage e pouco se entende.

Defendo como a excludente de punibilidade para Policiais em exercício efetivo em áreas conflagradas. Não estou falando em pena de morte, estou me referindo à proteção aos Policiais.

Um Policial consciente, estimulado, com equipamentos adequados e respeitado, principalmente pelas demais autoridades, irá contribuir e muito com nossa sociedade. Prego a tolerância zero para quem anda a margem da Lei, não importando quem quer que seja. Tem que ser assim. Não podemos nos esquecer: “Não importa o quão importante você seja, a Lei sempre estará acima de você!”

 

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual você teria?

Moisés Queiroz: A princípio teria um Fuzil de Assalto Galil, utilizado pelas Forças de Defesa de Israel ou um Fuzil de Assalto SG 556 com mira acoplada da Swiss Arms AG. Ou então um Colt M4 Commando. Prática e com bom retrospecto em área urbana. Já arma de porte, ficaria com minha velha PST 24/7 Taurus .40. Sou fiel!

 

ID: Qual mensagem gostaria de passar para esses três grupos sociais?

Moisés Queiroz:

Cidadão brasileiro: Como já dizia Rui Barbosa, “quem não luta por seus direitos, não é digno deles”. Lutar (e essa luta começa nas urnas em 07 de outubro) renovando e elegendo quem tem compromisso com o Brasil e com os brasileiros;

Agentes de Segurança: Autoridade, superioridade nas ações, tecnologias, armamentos e equipamentos, aliados às constantes atualizações profissionais; ter sua retaguarda protegida sempre pela legislação.

Defensores de bandidos: Excetuando-se os advogados, quem defende bandido, bandido é, e tem que ir para o xilindró junto com ele.

Concluindo: temos que rever vários conceitos que ao longo de quase duas décadas, foram cultivados por uma esquerda perversa, má intencionada e corrupta.

Direitos humanos tem que ser direcionados para humanos direitos, a legítima defesa é universal. O trabalho, o empreendedorismo, a Educação, a privatização das estatais e a meritocracia têm que ser incentivados sempre. O progresso depende de cada um de nós. E dia 07 de outubro, o futuro do Brasil estará em nossas mãos. Pense nisso! Pense NOVO!

 

Facebook do pré-candidato: https://www.facebook.com/Mois%C3%A9s-Queiroz-327329001055634/

 

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Instituto DEFESA entrevista Carlos Jordy, vereador de Niterói RJ e pré-candidato a deputado federal

Entramos em contato com o vereador da cidade de Niterói, no estado do RJ, Carlos Jordy, que defende a liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa. Nessas oito perguntas podemos ver a força em que defende estas ideias.

Confiram a entrevista:

 

Vereador e pré-candidato a deputado federal, Carlos Jordy

 

ID: O Sr. é a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Jordy: Sou a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas. A liberdade de acesso às armas, ao meu ver, é um direito que é derivado do direito da legitima defesa e do direito a vida. Tal direito foi cerceado através do Estatuto do Desarmamento, que alega que retirar armas de circulação diminui a violência usando a falácia do “menos armas, menos crimes”. Com tal lei, quem acabou desarmado foi o cidadão de bem, aquele cidadão que queria proteger o seu patrimônio, a sua vida e de sua família. E os bandidos, que estão à margem da lei não se adequaram a legislação. O que ocorreu com tal Estatuto foi  que a população ficou à mercê do Estado que não consegue ser onipresente para proteger os cidadãos em todos os lugares e bandidos cada vez mais ousados que nos enxergam como meras ovelhas.


ID: Quais as principais mudanças que acredita serem necessárias sobre os tópicos acima?

 

Jordy: Primeiramente, é necessária a revogação do Estatuto do Desarmamento. Existe um Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional (Projeto de Lei 3722/2012, de autoria do Deputado Federal Rogério Peninha Mendonça – MDB/SC) que pretende revogar esta lei autoritária e totalitária que fez com que o cidadão de bem perdesse o seu direito à legítima defesa. Este Projeto não quer garantir armas a todos os cidadãos de maneira indiscriminada, mas sim que todos os indivíduos que cumpram os requisitos objetivos de capacitação técnica, capacitação psicológica e bons antecedentes criminais possam ter o direito de acesso às armas. A maneira que é feita hoje é ruim, pois, mesmo se a pessoa cumprir todos os requisitos legais, ele ainda fica sujeito ao crivo de um Delegado da Polícia Federal que na maioria das vezes está totalmente eivado da cultura desarmamentista. Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.

Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.


ID: O Sr. enxerga como benéfico a abertura de mercado de armas para outras marcas?

 

Jordy: Com certeza. Não é justo que o brasileiro fique restrito apenas à compra de armas nacionais que na maioria das vezez não atendem de forma satisfatória às suas necessidades apenas por causa de legislações como o Decreto Federal 3.665/2000, em que em seu artigo 190 diz que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá sua importação negada ou restringido e a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006, em que em seu artigo 5º que a importação de produtos controlados poderá ser negada, quando existirem similares fabricados por indústria nacional. Não é  novidade notícias de incidentes com armamentos de fabricação nacional em que estas disparam sozinhas ou falhando em um momento de extrema necessidade. Com a abertura de mercado no setor de armas, acredito que todos serão beneficiados; tanto os usuários de armas de fogo que terão acesso a armas melhores, tanto as empresas nacionais que terão que buscar a melhoria de seus produtos para que possam competir pelos clientes no mercado.

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. O Sr. acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

 

Jordy: Ao meu ver, os requisitos para o porte e a posse de armas devem ser objetivos para se analisar se o cidadão pode ter acesso a uma arma de fogo. O que não pode acontecer é o que vem ocorrendo nos dias atuais, em que quem deseja ter uma arma passa por uma enorme burocracia, uma enorme papelada de antecedentes criminais, realiza testes de capacidade técnica e testes psicológicos que são caríssimos, muitas vezes gastando acima de R$ 1.000 nos testes para chegar na mão de um Delegado da Polícia Federal e seu pedido ser negado. Isto causa uma frustração que às vezes o cidadão que quer ter acesso a uma arma de fogo chega a um ponto que ele prefere desistir do processo para conquistar o porte ou a posse devido ao processo ser caro e complexo. Para que esse quadro se reverta, os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados para que as pessoas que têm o desejo de fazer valer seu direito à legítima defesa possam fazer os procedimentos de uma maneira que a tramitação não seja cara e demorada.

… os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados…


ID: Caso um dia venha a concorrer a cargo no Legislativo Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/Taurus, segurança pública.

Jordy: O primeiro passo para que tenhamos garantido de fato o direito de legítima defesa é a aprovação do Projeto de Lei 3722/2012, que revoga o criminoso Estatuto do Desarmamento. Atualmente tal projeto está emperrado no Congresso Nacional pois nossos deputados e senadores estão  contaminados com esta cultura desarmamentista e esquerdista. Neste ano, temos que eleger parlamentares comprometidos com a legítima defesa para que consigamos derrubar legislações que apenas cerceiam o cumprimento de tal direito, como o Decreto Federal 3.665/2000, a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006 e o Plano Nacional de Direitos Humanos. A partir da revogação de legislações desarmamentistas, a liberdade de acesso às armas será uma consequência quase que imediata, aliada a redução de custos e de burocracias no processo para aquisição de armas de fogo. E no que tange a segurança pública, dar mais garantias aos agentes de segurança para que eles não sejam punidos apenas por estarem cumprindo seu dever legal. O operador de segurança não tem segurança jurídica nenhuma, pois temos um Poder Judiciário cada vez mais garantista, ONG’s que dizem defender os Direitos Humanos que defendem apenas bandidos. O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) sempre fala no instituto da excludente de ilicitude e tal Instituto jurídico deve ser garantido de fato aos policiais, pois, além de estarem sobre a excludente de ilicitude do estrito cumprimento do dever legal, no momento que eles sofrem uma injusta agressão contra si ou contra outrem, o direito a reação e à legítima defesa deve ser garantido. E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.

E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.


ID:  A segurança pública no Rio de Janeiro passa por momentos complexos e assustadores. Em sua opinião, quais os principais desafios do poder público e da sociedade para mudarmos este cenário?

 

Jordy:Sempre digo que o problema da segurança pública no Rio de Janeiro não está no estado, mas sim na União e nas ONG’s de Direitos Humanos como o DDH (Defesa dos Direitos Humanos, insituição ligada ao Deputado Estadual do Rio de Janeiro Marcelo Freixo – PSOL). Temos que ter uma mudança de baixo para cima, elegendo para os cargos federais pessoas comprometidas com a segurança pública e assim promover uma mudança de cima para baixo, promovendo alterações  na legislação, endurecendo as penas, deixando de beneficiar bandidos. É necessária uma revisão do código penal, aumentando as penas para os mais diversos crimes, terminar com a chamada comutação de pena, terminar com os benefícios penais como liberdade condicional, progressão de regime e indultos para festividades. Fora da revisão legislativa outras ações necessárias são a construção de mais presídios e a reforma do Poder Judiciário e uma reforma no Sistema Correcional. Tais ações só poderão ocorrer quando tivermos cada vez mais pessoas comprometidas com tais pautas ocupando as cadeiras do Executivo e do Legislativo. Neste ano temos uma oportunidade de ouro que não pode ser desperdiçada de renovar tais esferas de Poder.

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual o Sr. teria?

 

Jordy: Como muitos sabem, fui aprovado no concurso para a Polícia Federal em 2013, cursei a Academia de Polícia Federal em 2014 e durante os treinamentos, atirei com a Glock 9 mm. Esta arma é uma verdadeira paixão e gostaria de ter uma para andar com ela na cintura.

ID: Em sua atuação em Niterói, vejo que é firme em suas posições. Qual mensagem o Sr. gostaria de passar para esses três grupos sociais:
a) Cidadão brasileiro;
b) Agentes de segurança;
c) Defensores de bandidos.

 

Quero dizer para o cidadão brasileiro e para os agentes de segurança que este ano podemos mudar o cenário político e social existentes onde há uma grande proteção dos bandidos e uma enorme desvalorização do trabalho dos agentes de segurança em todo o país. Temos que votar em pessoas alinhadas com este tipo de pensamento, contra a agenda desarmamentista, contra a agenda de proteção de criminosos, pessoas que possam reverter esse cenário desolador no qual vivemos. E para as ONG’s de Direitos Humanos que adoram defender criminosos, que adotem e levem para as suas casas tais marginais.

 

O Instituto DEFESA agradece a atenção do vereador e de sua equipe de assessoria!

 

Facebook do Vereador: https://www.facebook.com/carlosjordyoficial/

 

Poder, força, armas e democracia

Datafolha diz que maioria é contra porte de armas (fake news)

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