O que escrever na declaração de necessidade

Após lerem o texto “Como comprar uma arma legalmente“, muitas pessoas entram em contato curiosas acerca do preenchimento da chamada Declaração de Necessidade, exigida para emissão da autorização de compra pela Polícia Federal.

O Instituto DEFESA não fornece um modelo de declaração, exatamente porque não se deve seguir um modelo próprio.

Assim, preencha uma página, em vernáculo (bom Português), expondo os fatos concretos que o levam a acreditar na necessidade da aquisição da arma. Fale sobre os riscos que encontra no seu dia-a-dia, nas situações que realmente ou provavelmente acontecem no seu cotidiano.

Evite os fatos genéricos como “o aumento da violência no país”, e outras afirmações semelhantes.

Na prática, sabe-se que a exigência da Declaração consubstancia medida meramente protelatória, sob o falso pretexto de conceder uma discricionariedade que não existe à autoridade policial.

Ainda assim, vale a pena “caprichar” no texto que deverá ser lido e, caso indeferido, respondido (justificativa do indeferimento) pelo Delegado.

Não desista da compra frente a estes obstáculos que foram ardilosamente criados para desestimular os brasileiros a se defenderem. Mesmo que indeferido o pedido ainda existem os recursos administrativo e judicial que pode assegurar seu direito.

1.039 comentários sobre “O que escrever na declaração de necessidade
  1. Márcio Fernando Fonseca de Oliveira disse:

    O comprador deseja obter uma arma. Três coisas são necessarias:
    1. Exame psicológico é importantíssimo, mas tenho minhas dúvidas sobre a qualidade dos resultados obtidos.
    2. Justificativa de necessidade, sabemos que não tem sentido.
    3. Teste de capacitação com o uso da arma. O comprador nunca atirou e tem que fazer um teste se é ou não capaz de usar a arma. Absurdo! Tinha que fazer um curso dado por um instrutor credenciado.
    Porém nunca vejo alguém defendendo o item:
    4. DEPOIS DE COMPRADA A ARMA, COMPARECER À UM CLUBE PARA FAZER UM TREINAMENTO MÍNIMO. PAGA UMA TAXA AO CLUBE E USA A MUNIÇÃO QUE ELE TEM DIREITO JUNTO COM A COMPRA DA ARMA. ATIRADOR QUE NÃO ATIRA VAI FAZER BESTEIRA QUANDO TENTAR USAR A ARMA.

  2. Milton Moura disse:

    A minha necessidade é basiado na prática de caça legal e proteção do sítio no qual eu resido
    Não

  3. Cícero Vieira disse:

    Se eu trabalho sem registro em carteira, posso comprar uma arma de fogo?

  4. FERNANDO VALADARES NOVAES disse:

    Sou militar da reserva, pois fiz o Serviço Militar obrigatório, em 1961 e, ao dar baixa do mesmo, era Cabo, considerado apto a terceiro sargento, quando mobilizado. Isso exposto, indago: eu me encaixo na “efetiva necessidade” de ter posse de arma?

  5. Edson Luiz disse:

    Sou cabo do exército reservista! Preciso fazer curso de tiro?

  6. Joao batista mendes de souza disse:

    Quais docomento e que necesario pra mim ter meu porte de arma

  7. alberto disse:

    o negocio é comprar uma arma ilegal mesmo!!!de onde vou tirar 7 ,8 mil reais pra ter a posse de arma??este pais é uma vergonha!!parece que no brasil só existe a porcaria da taurus e,eles cobram o quanto quer!!!

  8. Cleber disse:

    Realmente e muito complicado, mas tenho o curso de Vigilante Escolta Armada transporte de valores,curso de Segurança da aviação civil, tenho qualificação para ter a posse de arma?

  9. cleber fagundes rodrigues disse:

    Acho um absurdo essa burocracia infinita para poder possuir uma arma de fogo. Se o cidadão é de fato uma pessoa de bem, que exerce uma atividade lícita, que tem endereço fixo já deveria bastar para tanto. Mas infelizmente ainda estamos indefesos e impotentes perante os criminosos. Pois eles andam armados e coloca a vida de milhares em perigo todos os dias.

  10. Manoel Cravo disse:

    Não gostei da postura do Defesa.org.

    Tendo em vista que estamos aqui reunidos para recebermos socorro, diante da ditadura comunista que quase tomou o Brasil de vez, deixar-nos sem quaisquer tipo de direção é o mesmo que nos entregar para o matadouro.

    O Defesa deveria, ao menos, nos apresentar alguns exemplos. Oferecer-nos o contato de especialistas, que pudessem nos ajudar.

    Em minha cidade, eu procurei um instrutor de tiro que – mediante o devido pagamento pelas suas aulas, é óbvio – nos passa todas as dicas necessárias ao sucesso na prova prática.
    Elucida-nos, inclusive, da má fé de certos avaliadores (cachorrinhos de comunistas) que já entram com a nítida vontade de reprovar e, não, avaliar imparcialmente o candidato.

    Assim, termos uma orientação sobre o que e como escrever é imprescindível, como é ter contato também com um psicólogo, a fim de nos alertar sobre possíveis erros, e, certamente, com o instrutor de tiro.

    Então, espero que o Defesa cumpra seus desígnios e, nos Defenda!

  11. John Pablo disse:

    Iai Defesa.org, vai responder o Manoel Cravo não?

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