MP mostra as garras mais uma vez. Dr. Maranhão responde.

Dr. Luiz Maranhão, Advogado, empresário, pecuarista

Mais uma vez, sob os falacioso argumentos de preocupação com a população, o MPF – Ministério Público Federal no Distrito Federal ajuizou – Mais uma – ação judicial perante a 17a Vara Federal com o escopo de suspender os efeitos do Decreto 9.785/2019, decreto este que versa sobre o porte de armas de fogo.

As aparências das atitudes do MPF, conforme noticiado anteriormente por nós, denota, salvo melhor juizo, um ataque orquestrado às liberdades individuais civis e coletivas, mais precisamente no direito legítimo da defesa da vida é da propriedade.

O Instituto Defesa continua na defesa desses direitos, e atuando de perto para fazer valer a soberania popular e o desejo legítimo de possuir meios adequados de sua vida ou de outrem.

Assim, o Departamento Jurídico do Instituto Defesa, na pessoa do Dr. Luiz Maranhão, vem atuando junto a esses processos, solicitando a intervenção do Instituto Defesa como terceiro interessado, de modo que a nossa voz, a sua voz, a voz das urnas, que desde 2005 manifestou sua vontade, seja respeitada.

Unidos Somos Invencíveis

21 Replies to “MP mostra as garras mais uma vez. Dr. Maranhão responde.”

  1. Isso mesmo avante sempre no direito à legítma defesa da vida e patrimônio eu que sou vítima deste estatuto podre do desarmamento e estou sendo processado por posse ilegal de arma de fogo, sem nunca ter tido antecedentes criminais, sou funcionario publico há 13 anos pai de três filhos…

  2. Quando essa gente vai entender que o Brasil não e deles é do povo.
    E queremos nossos direitos respeitados e não contestados por uma meia dúzia de pessoas que se acham donos de nossas vontades.
    O Brasil somos nos a maioria e a maioria já decidiu…!

  3. Houve um plebiscito onde a população votou pela liberação de armas para a auto defesa, por que essa utilização política desse assunto. Por que só os bandidos podem se armar e nós pagadores de impostos temos que ficar a mercê desses vagabundos?

  4. Cancelei minha assinatura no entanto continuam me retirando todo mes 19 reais e poco. Quero resolver pois já estou me sentindo asaltado to dia 30.

  5. Parabéns prezado compatriota, caro colega.
    Como militar da reserva das Forças Armadas (militar R-1 do Exército), Advogado especialista em Direito Marítimo e Direito Ambiental, Criminalista, com vivência nacional em 19 Estados da Federação (conheço melhor nosso país que a maioria dos políticos encastelados em Brasília), tenho que uma nova ordem jurídica precisa ser inaugurada com a instauração de uma Assembléia Nacional Constituinte que atue sob o lema e a institucional diretriz MAIS SOCIEDADE E MENOS ESTADO para até o atual conceito de “poderes da República” sejam substituídos por FUNÇÕES REPUBLICANAS, eis que todo aquele que está investido em cargo e função pública FUNCIONÁRIO é, e ponto final.
    Uma nova Constituição que não repita a falácia do “Todos são iguais perante à lei”, pelo A LEI É IGUAL PARA TODOS E A TODOS IGUALMENTE SE APLICA, pois, quando isso estiver grafado no texto maior, nem mesmo “foro por prerrogativa de função” será motivo para maiores discussões e desvairadas elucubrações.
    Uma Constituição na qual o direito de possuir e portar armas esteja apenas formalmente sacramentado, eis que o direito à auto defesa é inerente à própria condição humana e anterior mesmo até à ideia de Constituição; muito antes que pensassem em algo semelhante às atuais cartas constitucionais os homens já se defendiam.
    Reitero que uma nova ordem jurídica precisa ser inaugurada no Brasil em razão de que a atual Constituição fora concebida sob a ótica revanchista, reacionária, retrógrada em termos institucionais (verdadeiros feudos institucionais existem em razão hodierna concepção institucional) e nada progressista.
    Além de ser mais prolixa que uma lista telefônica e será que aina existe utilidade para uma lista telefônica?
    Parabéns pela contínua iniciativa em prol de tornar nosso país realmente uma país melhor para todos os brasileiros, inclusive.
    E naquilo que puder contar conosco, eis-nos aqui!
    Brasil, por MAIS SOCIEDADE E MENOS ESTADO!

  6. Se hoje o governo não pode fazer um plebiscito, porque nós que elegemos Bolsonaro não fizemos um abaixo assinado para apoiar nosso Presidente em suas decisões. Tenho certeza que conseguiríamos.

  7. Parabéns prezado compatriota, caro colega!

    Contra a espessa (e pegajosa) teia do estamento burocrático que vem sendo construída em nosso país há mais de trinta e cinco anos não se pode esmorecer!
    Contra as artimanhas de ideologizados funcionários públicos que se auto-intitulam como “membros de poder” (…) não se pode descurar (e descuidar) um só instante!
    Se arvoram como arautos da República, mas em verdade são traidores da Pátria e continuamente conspiram contra o povo ao atacar nossas públicas liberdades cidadãs!
    Assim são hoje muitos daqueles que estão nas públicas carreiras e que são mensalmente remunerados pelo bolso do contribuinte.
    Então, justa, magnifica e patriótica é a sua luta contra todos os tipos de disfunções constatadas em nosso modelo institucional, que é republicano e não feudal!
    Somos uma Republica e não um feudo capitaneado por maus brasileiros!
    Como militar da reserva das Forças Armadas (militar R-1 do Exército), Advogado especialista em Direito Marítimo e Direito Ambiental, Criminalista, com vivência nacional em 19 Estados da Federação (conheço melhor nosso país que a maioria dos políticos encastelados em Brasília), tenho que uma nova ordem jurídica precisa ser inaugurada com a instauração de uma Assembléia Nacional Constituinte que atue sob o lema e a institucional diretriz MAIS SOCIEDADE E MENOS ESTADO para que até o atual conceito de “poderes da República” seja substituído pelo conceito de FUNÇÕES REPUBLICANAS, eis que todo aquele que está investido em cargo e função pública FUNCIONÁRIO é, e ponto final.
    Uma nova Constituição que não repita a falácia do “Todos são iguais perante à lei”, pelo A LEI É IGUAL PARA TODOS E A TODOS IGUALMENTE SE APLICA, pois, quando isso estiver grafado no texto maior, nem mesmo “foro por prerrogativa de função” será motivo para maiores discussões e desvairadas elucubrações.
    Uma Constituição na qual o direito de possuir e portar armas esteja apenas formalmente sacramentado, eis que o direito à auto defesa é inerente à própria condição humana e anterior mesmo até à ideia de Constituição; muito antes que pensassem em algo semelhante às atuais cartas constitucionais os homens já se defendiam.
    Reitero que uma nova ordem jurídica precisa ser inaugurada no Brasil em razão de que a atual Constituição fora concebida sob a ótica revanchista, reacionária, retrógrada em termos institucionais (verdadeiros feudos institucionais existem em razão hodierna concepção institucional) e nada progressista.
    Além de ser mais prolixa que uma lista telefônica e será que aina existe utilidade para uma lista telefônica?
    Parabéns pela contínua iniciativa em prol de tornar nosso país realmente uma país melhor para todos os brasileiros, inclusive.
    E naquilo que puder contar conosco, eis-nos aqui!
    Brasil, por MAIS SOCIEDADE E MENOS ESTADO!

  8. Estou a disposição para juntar me ao nobre colega Dr Maranhão! Sou advogado criminalista e tributarista desde de 1993, sou Vice Presidente da Comissão de Prerrogativa da OAB/SP, a 18 anos conte comigo..

  9. Duvido que um pai de família, vai poder comprar sua arma. Tudo isso é uma grande piada. Vai ter um monte de machão na rua agora, pai de família quer matar ninguém não, um pais mais humanitário seria a melhor arma. Quando um pai de família matar um bandido, a família do bandido e amigos vão vir para vingar a morte dele, briga eterna e sem fim, nenhum lado quer perder, vamos diminuir o numero de bandidos dando educação na infância de nossas crianças, porque essa geração já se perdeu

  10. Eles querem so eles armados so eles tem direito a se defender absurdo! Como dizem arma n mata. Quem mata sao as pessoas mal intensionadas sabendo que o outro esta indefeso. Ministério publico deveria defender a vontade da população que tem direito de se armar

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