Diretrizes do Instituto DEFESA a partir de 2019

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Seguindo as características apresentadas pelas últimas publicações do nosso presidente Lucas Silveira, adotaremos e incentivaremos várias formas de atuação a partir de 2019.

1) O compromisso básico que esperamos que o novo governo, assim como os demais daqui pra frente, é de que cumpram suas promessas e sirvam ao povo, não ao contrário. Político é empregado do povo. Cabe a cada um de nós pressionar, cobrar, publicar e fiscalizar. O preço da paz é a eterna vigilância.

2) Todo o direito é associado a deveres e responsabilidades. Precisamos ao mesmo tempo que exigimos nossa liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa – e ao PORTE de armas -, demonstrar que temos condições e responsabilidade para tal. Daremos o exemplo e mostraremos o que é um cidadão consciente de sua liberdade e também de sua responsabilidade.

3) Encorajamos como nunca antes que tenhamos o maior entendimento possível da legislação que rodeia a legítima defesa, a responsabilidade no manuseio das armas, treinamento constante, o preparo psicológico para um momento de estresse. Passaremos a tratar o tema com a seriedade que ele merece, portanto a disseminação de brincadeiras que envolvam irresponsabilidade com armas de fogo devem ser evitadas ao extremo.

4) Nosso povo precisa de ajuda e não serão políticos nem nenhum outro agente do governo, de qualquer classe que seja, que fará alguma coisa. Se essa frase doeu, “passa Gelol que passa”. A iniciativa deve partir da menor célula existente em uma sociedade e maior classe de uma Nação: o indivíduo, da classe cidadão.

Devido ao sucesso dos testes realizados em 2018 que nos deu o resultado de possibilidade de ser muito maior, de 2019 em diante todos os participantes de eventos do Instituto DEFESA serão fortemente encorajados a doarem alimentos ou outros itens para como fraldas geriátricas ou brinquedos. Ajudaremos na medida do possível com nossas próprias mãos nossos compatriotas necessitados.

5) Nesta mesma pegada, continuaremos a promover doações de sangue por todo o Brasil. Esta ação dispensa maiores explicações, o Instituto DEFESA já realiza estas ações desde 2016.

6) Depois do Mural da Comédia (https://bit.ly/2RVsAm7), criamos o Mural da Esperança (https://bit.ly/2RW6jEC), espaço onde colocaremos atitudes exemplares que enche nossos peitos de esperança e o Mural dos Heróis (https://bit.ly/2GfAZPL). Espaço destinado a pessoas que notoriamente se sacrificaram para salvar outras. Verdadeiros heróis que foram esquecidos (nós lembremos!) e desconhecidos (nós apresentaremos). Se falta algum na lista, envie nome, foto e notícia para parrini@defesa.org e publicaremos.

7) Ativismo político é crucial. Nossas ações nunca foram tão fortes. Estamos crescendo. Estamos em todos os lugares. Em 2019 seremos mais ativos ainda e prometeremos ser, mais do que nunca, uma pedra no sapato dos políticos malandrões e principalmente dos corruptos. A participação de cada cidadão é imprescindível, portanto, precisamos nos fazer presentes e ocupar espaço. Nossa bandeira jamais será vermelha. Nem melancia.

UNIDOS SOMOS INVENCÍVEIS!

Cordialmente,
Instituto DEFESA

Colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.


Publicado em Artigos, Destaque, Notícias
2 comentários sobre “Diretrizes do Instituto DEFESA a partir de 2019
  1. ANTONIO FERREIRA DA COSTA JUNIOR disse:

    Sou favorável ao porte de arma, mas essa proposta encontra muita resistência. Se houvesse uma legislação com requisitos bem rígidos facilitaria a obtenção do porte. Os requisitos, imagino, que faria o governo autorizar o porte pessoal a todo cidadão cumpridor de seus deveres e respeitador da lei seriam:

    1) Exame Toxicológico (acrescentado).
    2) Prova prático e teórico (igual hoje).
    3) Exame psicotécnico (igual hoje).
    4) Inscrição em clube de tiro a pelo menos 6 meses (acrescentado).
    5) Realizar ao menos 30 disparos anuais em estande de tiro e treino de saques e outras táticas em clubes. Comprovado mediante declaração do clube e vídeos que serão enviados pela internet a PF pelo próprio interessado(acrescentado).
    6) Anuência do cônjuge, caso casado(a) para que a pessoa porte a arma(acrescentado).
    7) Antecedentes criminais, não responder inqueritos policiais e nem processos criminais (igual hoje).
    8) Autorizar o porte ostensivo em via pública se for de interesse da pessoa (Isso traria maior dissuasão dos crimes).

    O porte deve ter validade indefinida. Sendo obrigado apenas as reciclagens anuais previstas.
    A comprovação anual das práticas de tiro ocorreria 100% pela internet e de forma unilateral (basta enviar a declaração e vídeo na area especifica do site que deverá está sempre disponível o acesso e envio).
    O porte deve passar ser uma habilitação que só poderá ser retirada por decisão individual e judicial por conta de processo criminal.

    É uma proposta bem rígida, mas traz garantias (não poder recolher sua arma a qualquer momento). Imagino que uma proposta assim passaria na atual legislatura. O porte ostensivo trará redução da criminalidade. Temos os próximos 4 anos para garantir nosso direito de defesa. Ao mesmo tempo essa proposta fará que o cidadão que queira portar realmente estará apto a proteger sua vida e das pessoas que ele ama.

    • Daniel disse:

      Concordo com alguns pontos, mas alguns parecem meio fora da realidade:
      “(…)Comprovado mediante declaração do clube (Excelente) e vídeos que serão enviados pela internet a PF.”
      Essa questão dos vídeos traria custos e dificuldades técnicas para todos, atiradores e para o DPF. Bastaria uma declaração, lembrando que seria algo “a mais” além de toda a burocracia já existente. É igual aquele simulador de carro nas autoescolas.

      “Anuência do cônjuge”
      Entendo, mas colocar isso de maneira “oficial” traria situações questionáveis. E se o cônjuge discordar? Ou concordar mas, algum tempo depois, mudar de idéia? Vai revogar o porte do marido/esposa? E se o casal estiver passando por separação ou divórcio? Creio que a anuência ou não do cônjuge seja questão do casal, não faz sentido virar lei, e colocaria o direito ao porte “nas mãos” do cônjuge.

      “Autorizar o porte ostensivo em via pública”
      Aqui sou obrigado a descordar totalmente. Poderia citar várias situações, aqui vão algumas que eu não gostaria de encontrar (sou policial então meu ponto de vista está vinculado ao meu trabalho):
      O cidadão entra portando arma ostensivamente num comércio qualquer. Alguém pode achar que ele é um criminoso e chamar (desnecessariamente) a polícia, ou mesmo tomar uma atitude precipitada, caso também porte arma. E se estiver ocorrendo um assalto, o cidadão entra armado e só então percebe o cenário. Os criminosos certamente irão atirar nele. E seguranças ou policiais que ali estejam para combater os criminosos, como irão saber que ele está “do lado deles” e não está junto com os bandidos?
      Enfim, será um cidadão bem intencionado, armado, mas criminosos poderão tentar executá-lo covardemente num momento oportuno para tomar sua arma, ele poderá ser confundido com um criminoso (pelos policiais) ou com um policial (pelos bandidos).
      Enfim, pode até parecer bom na teoria, mas na prática, no Brasil, traria mais riscos que benefícios, sobretudo ao portador da arma que provavelmente não será um herói, mas uma vítima. Você perde o fator surpresa e ganha um alvo nas costas.
      Nem mesmo policiais podem portar armas de fogo ostensivamente quando fora de serviço (e mesmo se pudessem, a maioria jamais o faria) pois traria vários possíveis problemas e nenhum benefício.
      Se um criminoso armado viu sua arma no coldre, ele está em vantagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*