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Mural dos Heróis

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Espaço destinado a pessoas que notoriamente se sacrificaram para salvar outras. Verdadeiros heróis que foram esquecidos (nós lembremos!) e desconhecidos (nós apresentaremos). Se falta algum na lista, envie nome, foto e notícia para parrini@defesa.org e publicaremos.

Francisco Erasmo Rodrigues de Lima

Conhecido como: Herói da Praça da Sé
Falecido em: 04/09/2015
Perante autoridades que ficaram só olhando, decidiu agir e se sacrificou para salvar uma mulher feita de refém na Catedral da Sé.
O nome do desgraçado que fez a mulher refém e tirou a vida do cidadão Francisco Erasmo é Luiz Antônio da Silva.

 

 

Helley de Abreu Silva Batista

Conhecida como: Professora da Creche
Falecida em: 05/10/2017
Helley se sacrificou para salvar dezenas de crianças ao entrar no Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente, que era incendiado pelo maldito Damião Soares Santos.

IDRJ teve sua 2ª confraternização de fim de ano

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Churrasco, tiro, educação, música, risada e ação social. Assim foi a 2ª contraternização de fim de ano do IDRJ. Cidadãos comemorando um ano inteiro de muitas lutas e esforços. Sinto orgulho de caminhar ao lado de vocês e foi uma honra tê-los em nossa festa de fim de ano!

Ano passado, como toda idéia nova, a confraternização reuniu apenas 4 pessoas. Neste ano, foram aproximadamente 20. Lembro-me do 1º encontro do IDRJ onde houveram apenas 7 pessoas, mas já no segundo foram quase 70, dez vezes mais. Os números podem ser poucos, mas a mensagem por trás mostra a verdadeira força do jargão “Unidos somos invencíveis”: uns ajudando outros, uma gentileza atrás da outra.

As crianças – e nós também hahahaha! – brincaram o dia inteiro com os marcadores de airsoft e chumbinho que o pessoal levou, e deram um show de responsabilidade ao obedecerem os comandos dos adultos que sempre estavam presentes na brincadeira, colocando óculos, atentos ao “pista fria!” e outras regras para o bom uso do equipamento. Educação é tudo!

Parabéns aos fornecedores de brindes para sorteio e aos ganhadores! Foram sorteados:

• 1 Camisa do IDRJ cedida pelo próprio IDRJ
• 1 Kit com 2 bonés, adesivo, emborrachado, caneca e pad de manutenção de armas da 1911 Classic
• 2 Óculos de EPI cedida pela N&E Artigos Militares
• 1 Faca de combate também cedida pela N&E Artigos Militares
• 1 Carabina de chumbinho 4,5mm cedida pela Manias Táticas

Agradeço especialmente a gentileza  do local cedido pelo Daniel e Bad Boys MG. O lugar é fantástico!
Uma honra poder contribuir com a Geração de Luz, que recolheu os alimentos para doação a necessitados. Obrigado Íris e Luis Cláudio!
Um grande abraço ao nosso amigo Gelson que descobriu um microfone no lugar e arrebentou na música ao vivo!
Um enorme obrigado pelo empenho de ajudar (e salvar!) o dia ao amigo Xil, membro do ID e presidente do Sociedade Alternativa MG!

Espero pela próxima!

Unidos somos invencíveis!

Nota de repúdio ao delegado de Polícia Civil Felipe Staub Cano de RS

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

É uma completa vergonha os policiais da Brigada Militar do Rio Grande do Sul levarem um cidadão DENTRO DA LEI para a delegacia com a desculpa de que não conhecem a portaria 28 do COLOG, aquela que dá direito de porte de trânsito ao CAC.

Mais ridículo ainda é o delegado Felipe Staub Cano, formado em Direito, levar adiante a prisão de um cidadão DENTRO DA LEI. E ainda tem a cara de pau de colocar em seu Facebook pessoal uma foto (https://goo.gl/f5HGKR) com o título “Polícia Refém”, cujo texto reclama da retaguarda jurídica da polícia. Se trabalhando certo, essa retaguarda já é uma coisa difícil, imagina não conhecendo a lei que aplica.

Repudiamos com todas as forças a atuação desses policiais da Brigada Militar e desse delegado de polícia civil por acreditarmos que fere a imagem das respectivas corporações e dos demais profissionais empenhados em fazer um bom trabalho, que treinam, que vão atrás de bandidos de verdade, que procuraram estudar e ficar atualizados com a lei, ou seja, estudam pra saber o que é a portaria 28 do COLOG para não perder tempo com cidadãos que são seus aliados.

Ao amigo armamentista, CAC e cidadão brasileiro Odilã, toda a força para fazer a Justiça obrigar que o erro desses policiais e desse delegado seja corrigido junto com os devidos ressarcimentos legais.

Vá e vença.

Unidos somos invencíveis.

Lucas Parrini, Diretor Estadual RJ

Pesquisa sobre Armamento Civil e Segurança Pública

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

O Instituto DEFESA procurou conhecer melhor o que os armamentistas pensam sobre como devem ser as regulações estatais sobre armas, melhorias no trabalho da polícia, reforma no código penal e demais temas.

Foram registradas as posições de 1009 pessoas, de todo o Brasil, não havendo discriminação de sexo, idade, etnia, raça ou profissão.

Essa pesquisa é pública e pode – como deve – ser usada pelos parlamentares pró-armas para que saibam o que seu eleitorado deseja. Empresas de armas, principalmente as estrangeiras, clubes de tiro, lojas de armas, também são entidades que podem se beneficiar com os dados. Caso queira usar, por favor apenas reconheça o trabalho citando a fonte.

Adianto que esta pesquisa já está nas mãos das empresas Browning, Winchester, Miroku e FN Herstal para estudos, graças ao nosso representante no estrangeiro Richard Macedo!

Obrigado também Fernando, pela ajuda com o sistema!

Agradecimento especial para cada um dessas 1009 pessoas que dispuseram alguns minutos de sua rotina para ajudar a construir esta pesquisa independente.

Unidos somos invencíveis!

Brasil!

 

Razoável. (Restrições anteriores mais registro de armas e munições, solicitações e cadastros on-line, etc.)
Pouca.
(Proibição para crimes violentos, nucleares, químicas, biológicas, etc.)
Nenhuma.
Completa.
Alta
. (Anteriores mais provas técnicas e psicotécnico, calibres restritos, obrigação de participação em clubes, campeonatos, acesso controlado por “níveis”, solicitações apenas pessoalmente em partições públicas, etc.)
Altíssima (Anteriores, impostos nos produtos, armas importadas proibidas ou dificultadas, critérios subjetivos, etc.)

 

 

 

 

ID participa da passeata pró-Bolsonaro em Niterói – RJ

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Alguns membros do Instituto DEFESA encontraram-se neste domingo dia 30/09/2018 na cidade de Niterói RJ para participar da passeata e carreata pró-Bolsonaro que parou uma das principais ruas da cidade.

No carro de som estava Flávio Bolsonaro participando com declarações e cantando junto com a multidão, e na própria haviam vários candidatos, de deputados estaduais até governadores.

Os membros do ID aproveitaram para panfletar e informar as pessoas que se interessavam em conhecer o instituto quando viam nossa bandeira. Muitos adoraram saber que existe uma organização como esta lutando pelo direito de legítima defesa e liberdade de acesso as armas. Foram aproximadamente 600 panfletos distribuídos, um a um, pessoa a pessoa.

Eterna gratidão aos amigos Xil, Nilton, Lucio e família! Foi uma honra caminhar ao lado de todos vocês!

Confiram algumas fotos:

 

 

Instituto DEFESA fecha parceria com Galeria de Heróis

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

A Galeria de Heróis surgiu da necessidade de amparar os verdadeiros heróis que atuam mantendo a ordem no nosso dia a dia e protegendo-nos também enquanto dormimos. Muitos combatentes que necessitam de apoio e estão completamente desesperançados.

Nesta pegada de apoiar nossos agentes, aqueles que realmente honram o uniforme que usam, o Instituto DEFESA fechou parceria com a Galeria de Heróis. Nós tivemos a honra de recebermos acesso a uma sala de reunião, um local físico a nossa disposição com devido agendamento, que é uma ferramenta eventualmente solicitada e sugerida por muitos, já temos em mãos.

Iremos trabalhar juntos pois o armamento civil é para os cidadãos, e um agente de segurança pública fora de seu uniforme também é um cidadão.

Óbvio que não posso deixar passar a oportunidade de parabenizar a iniciativa e o trabalho!

Confiram o portal: https://www.galeriadeherois.org/

Unidos somos invencíveis!

 

 

 

 

 

Instituto DEFESA fecha parceria com a loja Mil Armas

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Com muito orgulho apresentamos a parceria com a loja de armas MIL ARMAS localizada em Nova Iguaçu no estado do Rio de Janeiro.

Além do membro premium do Instituto DEFESA obter descontos nos produtos da loja (armas inclusas!), parte das vendas realizadas serão destinadas ao financiamento de nossas atividades.

Olha que iniciativa bacana? Você compra sua arma com desconto e ainda financia o ativismo pró-armas no Brasil!

Confiram o site da Mil Armas: https://www.milarmas.com.br/

Curtam a página do Facebook: https://www.facebook.com/milarmasrj/

Unidos somos invencíveis!

Prática do tiro prospera apesar de histeria desarmamentista

Por Rodrigo Siqueira
Em um vídeo publicado em julho deste ano, no site e nas redes sociais da Fleet Tour, a questão do crescimento expressivo do número de atiradores no Brasil é abordada sem se limitar apenas ao debate acerca da crise na segurança pública, como é de costume na imprensa. Embora os clubes de tiro estejam sendo bastante procurados por pessoas cuja motivação principal é adquirir uma arma de fogo e obter treinamento para defesa pessoal, a prática esportiva do tiro também cresce significativamente sem receber a mesma atenção.

Enquanto o número de atiradores esportivos e competições se multiplica em todo território nacional, nossa mídia, exceto por raríssimas exceções, permanece hipnotizada pelo embate político e totalmente despudorada quanto a colocar nas entrelinhas o seu viés desarmamentista histérico, apesar da sua cínica pose de imparcialidade. Como consequência, uma parcela considerável da população ainda vê a prática deste esporte com desconfiança, ou de maneira negativa.

 

Em tempos de debates contaminados por interesses partidários e histriões, nada é mais recomendável que buscar a verdade sem terceirizar os próprios sentidos.

 

 

Após anos de doses cavalares de desarmamentismo injetadas nas veias da população pelos meios de comunicação de massa, a maioria das pessoas que visita pela primeira vez um clube de tiro não é surpreendida por estampidos ou pelo cheiro de pólvora, mas por um ambiente agradável, de amizade e de boa conversa. Justamente por esta peculiaridade, apesar da farta bibliografia contra e a favor das armas de fogo, nossos clubes de tiro deveriam ser parada obrigatória para qualquer um que pretenda se credenciar a um debate honesto sobre o tema no cenário brasileiro. Em tempos de debates contaminados por interesses partidários e histriões, nada é mais recomendável que buscar a verdade sem terceirizar os próprios sentidos.

 

Como jornalista e como sócio de uma empresa de turismo (a Fleet Tour), levar pessoas a conhecer, experimentar e formar opinião sobre o universo do tiro esportivo é mais do que um objetivo de trabalho é a satisfação de honrar o compromisso com a verdade, de promover o esporte e de contribuir com a construção de um debate mais honesto acerca do acesso às armas de fogo no Brasil.

 

 

Confira a reportagem na página da Fleet Tour: https://goo.gl/RbUV1w

 

ELEIÇÕES 2018 – Lista de candidatos pró-armas apoiados pelo Instituto DEFESA

 

Este espaço é reservado a todos que defendem a liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa.

PRESIDENTES

Bolsonaro – Presidente – PSL

 

GOVERNADORES

Wilson Witzel – Governador – PSC RJ

 

DEPUTADOS ESTADUAIS

 

Alexandre Knoploch – Estadual – PSL RJ

Douglas Lacerda – Estadual – PSL RJ

Elvis Seiti – Distrital – NOVO DF

Lívia Bonates – Estadual – NOVO RJ

Marcus Pimenta – Estadual – PSL RJ

Solange Lopes – Estadual – PSL MS nº 17123 (Representante Estadual IDMS)

Damaceno – Estadual – REDE SP

Saulo Vieira – Estadual – PMN SE

José Paulo Pires – Estadual – PSC RJ

Frazão – Distrital – NOVO DF

Alexandre Aleluia – Estadual – Democratas BA

Duda Castro – Estadual – PSL RJ

Letícia Aguiar – Estadual – PSL SP

Luiz Guilherme – Distrital – NOVO DF

Doutor Pinheiro – Estadual – PSL ES

Ana Caroline Campagnolo – Estadual – PSL SC

 

DEPUTADOS FEDERAIS

 

Assis Marinho Carvalho – Federal – NOVO DF

Carlos Jordy – Federal – PSL RJ

    Moisés Queiroz – Federal – NOVO RJ

Rodrigo Marinho – Federal – NOVO CE

Sindoley Morais – Federal – PSL MS

Maurizio Spinelli – Federal – NOVO RJ

Anderson Amorin – Federal – PSDB SC

Misael Nemecek – Federal – PSL PR

Heitor Freire – Federal – PSL CE

Flávio Pacca – Federal – PSC RJ

Daniel Duque – Federal – NOVO RJ

Alexandre Lima – Federal – NOVO MG nº 3044 (Vice Presidente do ID)

Diego Dusol – Federal – NOVO PB

Emerson Vilanova – Federal – NOVO PR

Rogério Peninha – Federal – MDB SC

 

 

OU

OMISSOS são os candidatos que não pudemos identificar por conta própria se “ESTÁ CONOSCO” ou “CONTRA NÓS”, ou que ainda não entraram em contato diretamente com o Instituto DEFESA para registrar sua posição.

CONTRA NÓS são os candidatos que são a favor do desarmamento civil ou que são favoráveis ao armamento mas visam o autoritarismo e não a liberdade.

Se deseja ter sua posição corrigida, escreva para parrini@defesa.org contendo seu nome de campanha, nome completo, uma foto no padrão das demais acima e uma outra qualquer, cargo disputado, partido, UF e a frase “Apoio e prometo defender a liberdade do cidadão de ter e portar armas e o direito de legítima defesa.”

ATENÇÃO: São mais de 10.000 candidatos, clique na sua UF e veja a lista do TSE com todos os cargos e abaixo os presidenciáveis:

 

 

AC

AL

AM

AP

BA

CE

DF

ES

GO

MA

MG

MS

MT

PA

PB

PE

PI

PR

RJ

RN

RO

RR

RS

SC

SE

SP

TO

 

PRESIDENCIÁVEIS E VICES

 

 

Pelo fim da política de Desarmamento

Douglas é membro do Instituto DEFESA

O Brasil vive hoje, após quase quinze anos de aprovação do Estatuto do Desarmamento, uma caos na segurança pública nunca visto antes e, entre outros fatores, temos:

 

  1. a) Falta de uma política unificada e coerente para a segurança pública em âmbito nacional;
  1. b) Falta de investimentos na área de segurança;
  1. c) Desvalorização do policial e da atividade policial;
  1. d) Valorização de uma política de “Direitos Humanos” em completo detrimento de uma política de proteção à sociedade como um todo;
  1. e) Criação de leis cada vez mais lenientes com a marginalidade paralelamente ao tratamento cada vez mais rigoroso para com o cidadão quando exerce seu direito à autodefesa ou de terceiros;
  1. f) Falta de controle nas fronteiras quantos à entrada de armas, munições e drogas, que abastecem as facções criminosas e que permitem, na prática, que a marginalidade tenha acesso a qualquer armamento que queira ou precise e a toda munição que precisar;
  1. g) O Estatuto do Desarmamento, que, nas palavras do próprio ex-Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, foi feito para desarmar o cidadão ordeiro deste país, e não a bandidagem.

 

Como se pode ver, a segurança pública é um tema complexo, que não deve e não pode ser abordado sob um único aspecto, mas quero comentar mais especificamente o item g), que é o tema de maior interesse para a nossa abordagem. As estatísticas sérias mostram que, desde a aprovação do Estatuto do Desarmamento, os números de crimes violentos, em especial de assassinatos, só vem crescendo, numa escalada que contraria qualquer tentativa de defender o referido Estatuto.

 

Os teóricos do desarmamento sempre falam nas dezenas de milhares de vidas teoricamente salvas pela legislação desarmamentista, mas não falam que os mesmos números oficiais mostram inequivocamente um aumento histórico dos números de assassinatos no Brasil como um todo, sem qualquer efeito prático do Estatuto do Desarmamento. Como já se disse, o Brasil é o único país no mundo que faz estatísticas de algo que não aconteceu.

 

Mas esse não é o único argumento a favor da total revogação da legislação que restringe a posse e o porte de arma de fogo no Brasil. O desarmamento sempre foi um instrumento utilizado por ditaduras em todo o mundo para dominar as populações dos seus países. Vamos ver um pouco de História:

 

1) Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira.

De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

2) Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira.

De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

3) Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira.

De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros “não arianos”, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

4) Em 1935, a China desarmou a população ordeira.

De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

5) Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira.

De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

6) Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira.

De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

7) Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira.

De 1975 a 1977, um milhão de pessoas “instruídas”, impossibilitadas de se defender, foram caçadas e exterminadas.

 

Olhando esses números, fica claro o quanto o desarmamento da população civil é desejado por ditadores e aspirantes a ditador e o quanto é vital para a preservação da nossa liberdade como cidadãos que lutemos pelo direito à autodefesa e pelo direito à posse e porte de armas de fogo.

 

Temos o exemplo mais recente e mais próximo da nossa realidade, a Venezuela, que durante os governos do Ex-Presidente Hugo Chávez e do atual Presidente, Nicolás Maduro, desarmou a população e o resultado é o que vemos atualmente, uma população enfraquecida e incapaz de se defender da ditadura de Maduro.

 

Alguém pode acreditar que marginais que, por definição, não respeitam lei alguma, respeitarão uma legislação desarmamentista ? Obviamente que não respeitarão. Com o desarmamento, somente os cidadãos ordeiros deste país não podem mais ter uma arma. Uma população desarmada torna o crime uma ocupação mais segura, pois marginais não obedecem às leis. Isso é evidente, mas os governos de Lula, Dilma, FHC e o atual governo Temer querem nos fazer crer que desarmar a vítima, e não o bandido, fará do Brasil um país mais seguro.

 

Não é apenas imbecilidade das nossas autoridades, é um plano minuciosa e cuidadosamente criado para minar a capacidade de reação da sociedade civil contra governos que aspiram ao totalitarismo, como foi o caso dos governos da Venezuela e Cuba. Uma sociedade desarmada, indefesa e alienada sempre foi e sempre será o maior sonho de qualquer ditador ou aspirante a ditador. Resta ao cidadão exercer algumas das poucas prerrogativas que ainda possui:

 

Primeiro, a de pressionar os seus parlamentares para que mudem a legislação vigente e a transforme num conjunto de regras que visem proteger o cidadão ordeiro e a sociedade como um todo, ao invés de dar garantias e direitos ao marginal.

 

Segundo, a de se organizar em entidades civis, sem patrocínio de qualquer Governo, de forma a manter sua autonomia e independência, para que, trabalhando em conjunto com outros que tenham o mesmo ideal, possa planejar, organizar e executar ações no sentido de fomentar o uso consciente das armas de fogo, como instrumento legítimo de defesa da vida e da integridade física do cidadão e da sociedade.

 

Terceiro, a de divulgar, por todos os meios e mídias aos quais tiver acesso, fatos, números e argumentos que mostrem e corroborem, através de uma lógica simples e direta, as falácias e distorções do Estatuto do Desarmamento, ao mesmo tempo em que esclarece a população sobre as vantagens do uso consciente e disciplinado do armamento como meio complementar de prevenção ao crime em nossas cidades.

 

Não é o fim da política de desarmamento, isoladamente, que resolverá todos as questões da segurança pública no Brasil. Esse é um silogismo (falácia) utilizado para tentar desqualificar o movimento armamentista por aqueles que querem manter ou endurecer a atual legislação. Quando visto um casaco eu não quero acabar com o Inverno, mas quero me proteger do frio que pode me adoecer ou matar.

 

Restaurar o direito legítimo do cidadão ordeiro e cumpridor das leis deste país de ter e portar uma arma para sua autoproteção e a de terceiros é restaurar um direito básico, inalienável e também constitucional à legítima defesa.