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Pesquisa sobre Armamento Civil e Segurança Pública

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

O Instituto DEFESA procurou conhecer melhor o que os armamentistas pensam sobre como devem ser as regulações estatais sobre armas, melhorias no trabalho da polícia, reforma no código penal e demais temas.

Foram registradas as posições de 1009 pessoas, de todo o Brasil, não havendo discriminação de sexo, idade, etnia, raça ou profissão.

Essa pesquisa é pública e pode – como deve – ser usada pelos parlamentares pró-armas para que saibam o que seu eleitorado deseja. Empresas de armas, principalmente as estrangeiras, clubes de tiro, lojas de armas, também são entidades que podem se beneficiar com os dados. Caso queira usar, por favor apenas reconheça o trabalho citando a fonte.

Adianto que esta pesquisa já está nas mãos das empresas Browning, Winchester, Miroku e FN Herstal para estudos, graças ao nosso representante no estrangeiro Richard Macedo!

Obrigado também Fernando, pela ajuda com o sistema!

Agradecimento especial para cada um dessas 1009 pessoas que dispuseram alguns minutos de sua rotina para ajudar a construir esta pesquisa independente.

Unidos somos invencíveis!

Brasil!

 

Razoável. (Restrições anteriores mais registro de armas e munições, solicitações e cadastros on-line, etc.)
Pouca.
(Proibição para crimes violentos, nucleares, químicas, biológicas, etc.)
Nenhuma.
Completa.
Alta
. (Anteriores mais provas técnicas e psicotécnico, calibres restritos, obrigação de participação em clubes, campeonatos, acesso controlado por “níveis”, solicitações apenas pessoalmente em partições públicas, etc.)
Altíssima (Anteriores, impostos nos produtos, armas importadas proibidas ou dificultadas, critérios subjetivos, etc.)

 

 

 

 

ID participa da passeata pró-Bolsonaro em Niterói – RJ

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Alguns membros do Instituto DEFESA encontraram-se neste domingo dia 30/09/2018 na cidade de Niterói RJ para participar da passeata e carreata pró-Bolsonaro que parou uma das principais ruas da cidade.

No carro de som estava Flávio Bolsonaro participando com declarações e cantando junto com a multidão, e na própria haviam vários candidatos, de deputados estaduais até governadores.

Os membros do ID aproveitaram para panfletar e informar as pessoas que se interessavam em conhecer o instituto quando viam nossa bandeira. Muitos adoraram saber que existe uma organização como esta lutando pelo direito de legítima defesa e liberdade de acesso as armas. Foram aproximadamente 600 panfletos distribuídos, um a um, pessoa a pessoa.

Eterna gratidão aos amigos Xil, Nilton, Lucio e família! Foi uma honra caminhar ao lado de todos vocês!

Confiram algumas fotos:

 

 

Instituto DEFESA fecha parceria com Galeria de Heróis

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

A Galeria de Heróis surgiu da necessidade de amparar os verdadeiros heróis que atuam mantendo a ordem no nosso dia a dia e protegendo-nos também enquanto dormimos. Muitos combatentes que necessitam de apoio e estão completamente desesperançados.

Nesta pegada de apoiar nossos agentes, aqueles que realmente honram o uniforme que usam, o Instituto DEFESA fechou parceria com a Galeria de Heróis. Nós tivemos a honra de recebermos acesso a uma sala de reunião, um local físico a nossa disposição com devido agendamento, que é uma ferramenta eventualmente solicitada e sugerida por muitos, já temos em mãos.

Iremos trabalhar juntos pois o armamento civil é para os cidadãos, e um agente de segurança pública fora de seu uniforme também é um cidadão.

Óbvio que não posso deixar passar a oportunidade de parabenizar a iniciativa e o trabalho!

Confiram o portal: https://www.galeriadeherois.org/

Unidos somos invencíveis!

 

 

 

 

 

Instituto DEFESA fecha parceria com a loja Mil Armas

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Com muito orgulho apresentamos a parceria com a loja de armas MIL ARMAS localizada em Nova Iguaçu no estado do Rio de Janeiro.

Além do membro premium do Instituto DEFESA obter descontos nos produtos da loja (armas inclusas!), parte das vendas realizadas serão destinadas ao financiamento de nossas atividades.

Olha que iniciativa bacana? Você compra sua arma com desconto e ainda financia o ativismo pró-armas no Brasil!

Confiram o site da Mil Armas: https://www.milarmas.com.br/

Curtam a página do Facebook: https://www.facebook.com/milarmasrj/

Unidos somos invencíveis!

Prática do tiro prospera apesar de histeria desarmamentista

Por Rodrigo Siqueira
Em um vídeo publicado em julho deste ano, no site e nas redes sociais da Fleet Tour, a questão do crescimento expressivo do número de atiradores no Brasil é abordada sem se limitar apenas ao debate acerca da crise na segurança pública, como é de costume na imprensa. Embora os clubes de tiro estejam sendo bastante procurados por pessoas cuja motivação principal é adquirir uma arma de fogo e obter treinamento para defesa pessoal, a prática esportiva do tiro também cresce significativamente sem receber a mesma atenção.

Enquanto o número de atiradores esportivos e competições se multiplica em todo território nacional, nossa mídia, exceto por raríssimas exceções, permanece hipnotizada pelo embate político e totalmente despudorada quanto a colocar nas entrelinhas o seu viés desarmamentista histérico, apesar da sua cínica pose de imparcialidade. Como consequência, uma parcela considerável da população ainda vê a prática deste esporte com desconfiança, ou de maneira negativa.

 

Em tempos de debates contaminados por interesses partidários e histriões, nada é mais recomendável que buscar a verdade sem terceirizar os próprios sentidos.

 

 

Após anos de doses cavalares de desarmamentismo injetadas nas veias da população pelos meios de comunicação de massa, a maioria das pessoas que visita pela primeira vez um clube de tiro não é surpreendida por estampidos ou pelo cheiro de pólvora, mas por um ambiente agradável, de amizade e de boa conversa. Justamente por esta peculiaridade, apesar da farta bibliografia contra e a favor das armas de fogo, nossos clubes de tiro deveriam ser parada obrigatória para qualquer um que pretenda se credenciar a um debate honesto sobre o tema no cenário brasileiro. Em tempos de debates contaminados por interesses partidários e histriões, nada é mais recomendável que buscar a verdade sem terceirizar os próprios sentidos.

 

Como jornalista e como sócio de uma empresa de turismo (a Fleet Tour), levar pessoas a conhecer, experimentar e formar opinião sobre o universo do tiro esportivo é mais do que um objetivo de trabalho é a satisfação de honrar o compromisso com a verdade, de promover o esporte e de contribuir com a construção de um debate mais honesto acerca do acesso às armas de fogo no Brasil.

 

 

Confira a reportagem na página da Fleet Tour: https://goo.gl/RbUV1w

 

ELEIÇÕES 2018 – Lista de candidatos pró-armas apoiados pelo Instituto DEFESA

 

Este espaço é reservado a todos que defendem a liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa.

PRESIDENTES

Bolsonaro – Presidente – PSL

 

GOVERNADORES

Wilson Witzel – Governador – PSC RJ

 

DEPUTADOS ESTADUAIS

 

Alexandre Knoploch – Estadual – PSL RJ

Douglas Lacerda – Estadual – PSL RJ

Elvis Seiti – Distrital – NOVO DF

Lívia Bonates – Estadual – NOVO RJ

Marcus Pimenta – Estadual – PSL RJ

Solange Lopes – Estadual – PSL MS nº 17123 (Representante Estadual IDMS)

Damaceno – Estadual – REDE SP

Saulo Vieira – Estadual – PMN SE

José Paulo Pires – Estadual – PSC RJ

Frazão – Distrital – NOVO DF

Alexandre Aleluia – Estadual – Democratas BA

Duda Castro – Estadual – PSL RJ

Letícia Aguiar – Estadual – PSL SP

Luiz Guilherme – Distrital – NOVO DF

Doutor Pinheiro – Estadual – PSL ES

Ana Caroline Campagnolo – Estadual – PSL SC

 

DEPUTADOS FEDERAIS

 

Assis Marinho Carvalho – Federal – NOVO DF

Carlos Jordy – Federal – PSL RJ

    Moisés Queiroz – Federal – NOVO RJ

Rodrigo Marinho – Federal – NOVO CE

Sindoley Morais – Federal – PSL MS

Maurizio Spinelli – Federal – NOVO RJ

Anderson Amorin – Federal – PSDB SC

Misael Nemecek – Federal – PSL PR

Heitor Freire – Federal – PSL CE

Flávio Pacca – Federal – PSC RJ

Daniel Duque – Federal – NOVO RJ

Alexandre Lima – Federal – NOVO MG nº 3044 (Vice Presidente do ID)

Diego Dusol – Federal – NOVO PB

Emerson Vilanova – Federal – NOVO PR

Rogério Peninha – Federal – MDB SC

 

 

OU

OMISSOS são os candidatos que não pudemos identificar por conta própria se “ESTÁ CONOSCO” ou “CONTRA NÓS”, ou que ainda não entraram em contato diretamente com o Instituto DEFESA para registrar sua posição.

CONTRA NÓS são os candidatos que são a favor do desarmamento civil ou que são favoráveis ao armamento mas visam o autoritarismo e não a liberdade.

Se deseja ter sua posição corrigida, escreva para parrini@defesa.org contendo seu nome de campanha, nome completo, uma foto no padrão das demais acima e uma outra qualquer, cargo disputado, partido, UF e a frase “Apoio e prometo defender a liberdade do cidadão de ter e portar armas e o direito de legítima defesa.”

ATENÇÃO: São mais de 10.000 candidatos, clique na sua UF e veja a lista do TSE com todos os cargos e abaixo os presidenciáveis:

 

 

AC

AL

AM

AP

BA

CE

DF

ES

GO

MA

MG

MS

MT

PA

PB

PE

PI

PR

RJ

RN

RO

RR

RS

SC

SE

SP

TO

 

PRESIDENCIÁVEIS E VICES

 

 

Pelo fim da política de Desarmamento

Douglas é membro do Instituto DEFESA

O Brasil vive hoje, após quase quinze anos de aprovação do Estatuto do Desarmamento, uma caos na segurança pública nunca visto antes e, entre outros fatores, temos:

 

  1. a) Falta de uma política unificada e coerente para a segurança pública em âmbito nacional;
  1. b) Falta de investimentos na área de segurança;
  1. c) Desvalorização do policial e da atividade policial;
  1. d) Valorização de uma política de “Direitos Humanos” em completo detrimento de uma política de proteção à sociedade como um todo;
  1. e) Criação de leis cada vez mais lenientes com a marginalidade paralelamente ao tratamento cada vez mais rigoroso para com o cidadão quando exerce seu direito à autodefesa ou de terceiros;
  1. f) Falta de controle nas fronteiras quantos à entrada de armas, munições e drogas, que abastecem as facções criminosas e que permitem, na prática, que a marginalidade tenha acesso a qualquer armamento que queira ou precise e a toda munição que precisar;
  1. g) O Estatuto do Desarmamento, que, nas palavras do próprio ex-Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, foi feito para desarmar o cidadão ordeiro deste país, e não a bandidagem.

 

Como se pode ver, a segurança pública é um tema complexo, que não deve e não pode ser abordado sob um único aspecto, mas quero comentar mais especificamente o item g), que é o tema de maior interesse para a nossa abordagem. As estatísticas sérias mostram que, desde a aprovação do Estatuto do Desarmamento, os números de crimes violentos, em especial de assassinatos, só vem crescendo, numa escalada que contraria qualquer tentativa de defender o referido Estatuto.

 

Os teóricos do desarmamento sempre falam nas dezenas de milhares de vidas teoricamente salvas pela legislação desarmamentista, mas não falam que os mesmos números oficiais mostram inequivocamente um aumento histórico dos números de assassinatos no Brasil como um todo, sem qualquer efeito prático do Estatuto do Desarmamento. Como já se disse, o Brasil é o único país no mundo que faz estatísticas de algo que não aconteceu.

 

Mas esse não é o único argumento a favor da total revogação da legislação que restringe a posse e o porte de arma de fogo no Brasil. O desarmamento sempre foi um instrumento utilizado por ditaduras em todo o mundo para dominar as populações dos seus países. Vamos ver um pouco de História:

 

1) Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira.

De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

2) Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira.

De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

3) Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira.

De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros “não arianos”, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

4) Em 1935, a China desarmou a população ordeira.

De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

5) Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira.

De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

6) Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira.

De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados;

 

7) Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira.

De 1975 a 1977, um milhão de pessoas “instruídas”, impossibilitadas de se defender, foram caçadas e exterminadas.

 

Olhando esses números, fica claro o quanto o desarmamento da população civil é desejado por ditadores e aspirantes a ditador e o quanto é vital para a preservação da nossa liberdade como cidadãos que lutemos pelo direito à autodefesa e pelo direito à posse e porte de armas de fogo.

 

Temos o exemplo mais recente e mais próximo da nossa realidade, a Venezuela, que durante os governos do Ex-Presidente Hugo Chávez e do atual Presidente, Nicolás Maduro, desarmou a população e o resultado é o que vemos atualmente, uma população enfraquecida e incapaz de se defender da ditadura de Maduro.

 

Alguém pode acreditar que marginais que, por definição, não respeitam lei alguma, respeitarão uma legislação desarmamentista ? Obviamente que não respeitarão. Com o desarmamento, somente os cidadãos ordeiros deste país não podem mais ter uma arma. Uma população desarmada torna o crime uma ocupação mais segura, pois marginais não obedecem às leis. Isso é evidente, mas os governos de Lula, Dilma, FHC e o atual governo Temer querem nos fazer crer que desarmar a vítima, e não o bandido, fará do Brasil um país mais seguro.

 

Não é apenas imbecilidade das nossas autoridades, é um plano minuciosa e cuidadosamente criado para minar a capacidade de reação da sociedade civil contra governos que aspiram ao totalitarismo, como foi o caso dos governos da Venezuela e Cuba. Uma sociedade desarmada, indefesa e alienada sempre foi e sempre será o maior sonho de qualquer ditador ou aspirante a ditador. Resta ao cidadão exercer algumas das poucas prerrogativas que ainda possui:

 

Primeiro, a de pressionar os seus parlamentares para que mudem a legislação vigente e a transforme num conjunto de regras que visem proteger o cidadão ordeiro e a sociedade como um todo, ao invés de dar garantias e direitos ao marginal.

 

Segundo, a de se organizar em entidades civis, sem patrocínio de qualquer Governo, de forma a manter sua autonomia e independência, para que, trabalhando em conjunto com outros que tenham o mesmo ideal, possa planejar, organizar e executar ações no sentido de fomentar o uso consciente das armas de fogo, como instrumento legítimo de defesa da vida e da integridade física do cidadão e da sociedade.

 

Terceiro, a de divulgar, por todos os meios e mídias aos quais tiver acesso, fatos, números e argumentos que mostrem e corroborem, através de uma lógica simples e direta, as falácias e distorções do Estatuto do Desarmamento, ao mesmo tempo em que esclarece a população sobre as vantagens do uso consciente e disciplinado do armamento como meio complementar de prevenção ao crime em nossas cidades.

 

Não é o fim da política de desarmamento, isoladamente, que resolverá todos as questões da segurança pública no Brasil. Esse é um silogismo (falácia) utilizado para tentar desqualificar o movimento armamentista por aqueles que querem manter ou endurecer a atual legislação. Quando visto um casaco eu não quero acabar com o Inverno, mas quero me proteger do frio que pode me adoecer ou matar.

 

Restaurar o direito legítimo do cidadão ordeiro e cumpridor das leis deste país de ter e portar uma arma para sua autoproteção e a de terceiros é restaurar um direito básico, inalienável e também constitucional à legítima defesa.

Instituto DEFESA entrevista Moisés Queiroz, pré-candidato a deputado federal

O Pré candidato a Deputado Federal, pelo Rio de Janeiro e pelo partido NOVO, MOISÉS QUEIROZ, concede entrevista a Lucas Parrini, do Instituto Defesa.

 

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/moisesqueiroz.moises/posts/1910398235667676

 

ID: Você é a favor do direito de legitima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Moisés Queiroz: O direito à legítima defesa já está configurado como um direito universal e, em consequência desse direito, a liberdade de acesso às armas já deveria estar em vigor no Brasil.

No Brasil, as controvérsias se acumulam. Como uma pessoa pode defender a legítima defesa e ser contra o acesso às armas. Sou totalmente a favor e vou lutar ainda mais pelo porte de arma para o Cidadão de Bem!

 

ID: Quais as principais mudanças que acredita ser necessárias sobre este tema?

Moisés Queiroz: Em primeiro lugar, a imediata revogação da Lei 10.826, Estatuto do Desarmamento e aprovação de lei que permita todo e qualquer cidadão de bem tenha o acesso e porte de arma de fogo. É bom lembrar que em 2005, 64% da população brasileira votou contra a proibição do comércio de armas de fogo no Brasil, mas hoje é praticamente impossível obter uma arma no Brasil. A decisão da maioria deveria ser respeitada. E isso é mais um motivo para sermos e lutarmos contra o desarmamento.

 

ID: Você considera benéfica a abertura de mercado de armas para outras marcas?

Moisés Queiroz: Não só de armas, a abertura do mercado beneficia a todos, vide o que aconteceu quando da abertura para empresas automobilísticas. É uma verdadeira revolução em prol da população, inclusive das empresas nacionais, que tendem a qualificar-se mais, com melhores produtos e preços.

 

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. Você acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente, os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

Moisés Queiroz: Interessante quando se fala sobre elitização da segurança. Quando vejo figuras públicas como artistas, políticos e empresários defendendo a proibição de acesso às armas, percebemos que os mesmos que defendem esse pensamento, têm, via de regra, um grande aparato de seguranças fortemente armados. Ou seja, a regra que vale para eles, não vale para os demais cidadãos. E isso, temos que mudar. Em relação à redução de impostos, certamente permitirá que cidadãos menos abastados tenham melhores condições para aquisição de arma para sua proteção.

 

ID: Caso assuma cargo na Câmara Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS, segurança pública?

Moisés Queiroz:

1) Direito de legítima defesa: aprimorar as leis já existentes a esse respeito (vide o caso do cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Correa, pela morte do suposto fã). Inconcebível ele estar respondendo processo criminal, podendo ser condenado até 20 anos de prisão. Quem invade sua casa/propriedade/lar, se responsabiliza pelas conseqüências, sendo qualquer ato de legítima defesa, uma excludente da punibilidade.

2) Liberdade de acesso às armas: Revogação imediata do Estatuto do Desarmamento e Projeto de Lei concedendo sempre ao Cidadão de Bem o direito ao porte de arma (sem poderes discricionários para autoridades vetarem o previsto na Lei); e

3) Quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS: A mudança no artigo 190 do R-105, que regulamenta produtos controlados, está sendo discutida e essa discussão poderá permitir a importação de armamentos que não tenham com fim específico das Forças Armadas, como espingardas, revólveres e determinados tipos de pistolas.

“Até então, a proibição vem de uma junção do artigo 190, que afirma que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá a importação negada ou restringida”, e do artigo 5º da portaria 620/06, que define que a compra do exterior será negada quando existirem produtos similares fabricados por indústria brasileira. Acredito que articulações políticas junto ao Comando do Exército possam mudar esta realidade.

4) Segurança Pública: Tema que discuto com propriedade, pois acompanho e estudo. Temos que elaborar um pacote onde o envolvimento do Executivo, Judiciário e Legislativo esteja todos em consonância. Unificação da Polícia, através de Lei Complementar. O Brasil é um dos pouquíssimos países onde há separação entre Polícia Civil e Polícia Militar. Uma Polícia que pouco se comunica, pouco interage e pouco se entende.

Defendo como a excludente de punibilidade para Policiais em exercício efetivo em áreas conflagradas. Não estou falando em pena de morte, estou me referindo à proteção aos Policiais.

Um Policial consciente, estimulado, com equipamentos adequados e respeitado, principalmente pelas demais autoridades, irá contribuir e muito com nossa sociedade. Prego a tolerância zero para quem anda a margem da Lei, não importando quem quer que seja. Tem que ser assim. Não podemos nos esquecer: “Não importa o quão importante você seja, a Lei sempre estará acima de você!”

 

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual você teria?

Moisés Queiroz: A princípio teria um Fuzil de Assalto Galil, utilizado pelas Forças de Defesa de Israel ou um Fuzil de Assalto SG 556 com mira acoplada da Swiss Arms AG. Ou então um Colt M4 Commando. Prática e com bom retrospecto em área urbana. Já arma de porte, ficaria com minha velha PST 24/7 Taurus .40. Sou fiel!

 

ID: Qual mensagem gostaria de passar para esses três grupos sociais?

Moisés Queiroz:

Cidadão brasileiro: Como já dizia Rui Barbosa, “quem não luta por seus direitos, não é digno deles”. Lutar (e essa luta começa nas urnas em 07 de outubro) renovando e elegendo quem tem compromisso com o Brasil e com os brasileiros;

Agentes de Segurança: Autoridade, superioridade nas ações, tecnologias, armamentos e equipamentos, aliados às constantes atualizações profissionais; ter sua retaguarda protegida sempre pela legislação.

Defensores de bandidos: Excetuando-se os advogados, quem defende bandido, bandido é, e tem que ir para o xilindró junto com ele.

Concluindo: temos que rever vários conceitos que ao longo de quase duas décadas, foram cultivados por uma esquerda perversa, má intencionada e corrupta.

Direitos humanos tem que ser direcionados para humanos direitos, a legítima defesa é universal. O trabalho, o empreendedorismo, a Educação, a privatização das estatais e a meritocracia têm que ser incentivados sempre. O progresso depende de cada um de nós. E dia 07 de outubro, o futuro do Brasil estará em nossas mãos. Pense nisso! Pense NOVO!

 

Facebook do pré-candidato: https://www.facebook.com/Mois%C3%A9s-Queiroz-327329001055634/

 

ID entrevista Carlos Jordy, vereador de Niterói RJ e pré-candidato a deputado federal

Entramos em contato com o vereador da cidade de Niterói, no estado do RJ, Carlos Jordy, que defende a liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa. Nessas oito perguntas podemos ver a força em que defende estas ideias.

Confiram a entrevista:

 

Vereador e pré-candidato a deputado federal, Carlos Jordy

 

ID: O Sr. é a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Jordy: Sou a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas. A liberdade de acesso às armas, ao meu ver, é um direito que é derivado do direito da legitima defesa e do direito a vida. Tal direito foi cerceado através do Estatuto do Desarmamento, que alega que retirar armas de circulação diminui a violência usando a falácia do “menos armas, menos crimes”. Com tal lei, quem acabou desarmado foi o cidadão de bem, aquele cidadão que queria proteger o seu patrimônio, a sua vida e de sua família. E os bandidos, que estão à margem da lei não se adequaram a legislação. O que ocorreu com tal Estatuto foi  que a população ficou à mercê do Estado que não consegue ser onipresente para proteger os cidadãos em todos os lugares e bandidos cada vez mais ousados que nos enxergam como meras ovelhas.


ID: Quais as principais mudanças que acredita serem necessárias sobre os tópicos acima?

 

Jordy: Primeiramente, é necessária a revogação do Estatuto do Desarmamento. Existe um Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional (Projeto de Lei 3722/2012, de autoria do Deputado Federal Rogério Peninha Mendonça – MDB/SC) que pretende revogar esta lei autoritária e totalitária que fez com que o cidadão de bem perdesse o seu direito à legítima defesa. Este Projeto não quer garantir armas a todos os cidadãos de maneira indiscriminada, mas sim que todos os indivíduos que cumpram os requisitos objetivos de capacitação técnica, capacitação psicológica e bons antecedentes criminais possam ter o direito de acesso às armas. A maneira que é feita hoje é ruim, pois, mesmo se a pessoa cumprir todos os requisitos legais, ele ainda fica sujeito ao crivo de um Delegado da Polícia Federal que na maioria das vezes está totalmente eivado da cultura desarmamentista. Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.

Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.


ID: O Sr. enxerga como benéfico a abertura de mercado de armas para outras marcas?

 

Jordy: Com certeza. Não é justo que o brasileiro fique restrito apenas à compra de armas nacionais que na maioria das vezez não atendem de forma satisfatória às suas necessidades apenas por causa de legislações como o Decreto Federal 3.665/2000, em que em seu artigo 190 diz que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá sua importação negada ou restringido e a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006, em que em seu artigo 5º que a importação de produtos controlados poderá ser negada, quando existirem similares fabricados por indústria nacional. Não é  novidade notícias de incidentes com armamentos de fabricação nacional em que estas disparam sozinhas ou falhando em um momento de extrema necessidade. Com a abertura de mercado no setor de armas, acredito que todos serão beneficiados; tanto os usuários de armas de fogo que terão acesso a armas melhores, tanto as empresas nacionais que terão que buscar a melhoria de seus produtos para que possam competir pelos clientes no mercado.

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. O Sr. acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

 

Jordy: Ao meu ver, os requisitos para o porte e a posse de armas devem ser objetivos para se analisar se o cidadão pode ter acesso a uma arma de fogo. O que não pode acontecer é o que vem ocorrendo nos dias atuais, em que quem deseja ter uma arma passa por uma enorme burocracia, uma enorme papelada de antecedentes criminais, realiza testes de capacidade técnica e testes psicológicos que são caríssimos, muitas vezes gastando acima de R$ 1.000 nos testes para chegar na mão de um Delegado da Polícia Federal e seu pedido ser negado. Isto causa uma frustração que às vezes o cidadão que quer ter acesso a uma arma de fogo chega a um ponto que ele prefere desistir do processo para conquistar o porte ou a posse devido ao processo ser caro e complexo. Para que esse quadro se reverta, os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados para que as pessoas que têm o desejo de fazer valer seu direito à legítima defesa possam fazer os procedimentos de uma maneira que a tramitação não seja cara e demorada.

… os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados…


ID: Caso um dia venha a concorrer a cargo no Legislativo Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/Taurus, segurança pública.

Jordy: O primeiro passo para que tenhamos garantido de fato o direito de legítima defesa é a aprovação do Projeto de Lei 3722/2012, que revoga o criminoso Estatuto do Desarmamento. Atualmente tal projeto está emperrado no Congresso Nacional pois nossos deputados e senadores estão  contaminados com esta cultura desarmamentista e esquerdista. Neste ano, temos que eleger parlamentares comprometidos com a legítima defesa para que consigamos derrubar legislações que apenas cerceiam o cumprimento de tal direito, como o Decreto Federal 3.665/2000, a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006 e o Plano Nacional de Direitos Humanos. A partir da revogação de legislações desarmamentistas, a liberdade de acesso às armas será uma consequência quase que imediata, aliada a redução de custos e de burocracias no processo para aquisição de armas de fogo. E no que tange a segurança pública, dar mais garantias aos agentes de segurança para que eles não sejam punidos apenas por estarem cumprindo seu dever legal. O operador de segurança não tem segurança jurídica nenhuma, pois temos um Poder Judiciário cada vez mais garantista, ONG’s que dizem defender os Direitos Humanos que defendem apenas bandidos. O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) sempre fala no instituto da excludente de ilicitude e tal Instituto jurídico deve ser garantido de fato aos policiais, pois, além de estarem sobre a excludente de ilicitude do estrito cumprimento do dever legal, no momento que eles sofrem uma injusta agressão contra si ou contra outrem, o direito a reação e à legítima defesa deve ser garantido. E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.

E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.


ID:  A segurança pública no Rio de Janeiro passa por momentos complexos e assustadores. Em sua opinião, quais os principais desafios do poder público e da sociedade para mudarmos este cenário?

 

Jordy:Sempre digo que o problema da segurança pública no Rio de Janeiro não está no estado, mas sim na União e nas ONG’s de Direitos Humanos como o DDH (Defesa dos Direitos Humanos, insituição ligada ao Deputado Estadual do Rio de Janeiro Marcelo Freixo – PSOL). Temos que ter uma mudança de baixo para cima, elegendo para os cargos federais pessoas comprometidas com a segurança pública e assim promover uma mudança de cima para baixo, promovendo alterações  na legislação, endurecendo as penas, deixando de beneficiar bandidos. É necessária uma revisão do código penal, aumentando as penas para os mais diversos crimes, terminar com a chamada comutação de pena, terminar com os benefícios penais como liberdade condicional, progressão de regime e indultos para festividades. Fora da revisão legislativa outras ações necessárias são a construção de mais presídios e a reforma do Poder Judiciário e uma reforma no Sistema Correcional. Tais ações só poderão ocorrer quando tivermos cada vez mais pessoas comprometidas com tais pautas ocupando as cadeiras do Executivo e do Legislativo. Neste ano temos uma oportunidade de ouro que não pode ser desperdiçada de renovar tais esferas de Poder.

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual o Sr. teria?

 

Jordy: Como muitos sabem, fui aprovado no concurso para a Polícia Federal em 2013, cursei a Academia de Polícia Federal em 2014 e durante os treinamentos, atirei com a Glock 9 mm. Esta arma é uma verdadeira paixão e gostaria de ter uma para andar com ela na cintura.

ID: Em sua atuação em Niterói, vejo que é firme em suas posições. Qual mensagem o Sr. gostaria de passar para esses três grupos sociais:
a) Cidadão brasileiro;
b) Agentes de segurança;
c) Defensores de bandidos.

 

Quero dizer para o cidadão brasileiro e para os agentes de segurança que este ano podemos mudar o cenário político e social existentes onde há uma grande proteção dos bandidos e uma enorme desvalorização do trabalho dos agentes de segurança em todo o país. Temos que votar em pessoas alinhadas com este tipo de pensamento, contra a agenda desarmamentista, contra a agenda de proteção de criminosos, pessoas que possam reverter esse cenário desolador no qual vivemos. E para as ONG’s de Direitos Humanos que adoram defender criminosos, que adotem e levem para as suas casas tais marginais.

 

O Instituto DEFESA agradece a atenção do vereador e de sua equipe de assessoria!

 

Facebook do Vereador: https://www.facebook.com/carlosjordyoficial/

 

Grupos de Whatsapp do ID

LINKS PARA OS GRUPOS ESTADUAIS DO DEFESA

 

  1. LEIA AS REGRAS GERAIS DE PARTICIPAÇÃO.
  2. Além das regras gerais, os grupos podem ter regras específicas. Pergunte ao(s) ADM(s) antes de postar. Evite passar vergonha.

 

Rio Grande do Sul Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/EFHQjUATGEEHOyAF7kGFAc
Santa Catarina: https://chat.whatsapp.com/ENnn1K4htk99FhDHKFpgDc
Paraná Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/GeNbPs6U0beFOl6vI7AC9i
São Paulo Grupo 2 (Novo): https://chat.whatsapp.com/Bo16y38sKdc3nNs8cjmT4s
Minas Gerais: https://chat.whatsapp.com/DWrN8JkhzPf42F5ekmnLqz
Rio de Janeiro: https://chat.whatsapp.com/9zgk7yVxJZ69NIAa89ISko
Espírito Santo: https://chat.whatsapp.com/5D7vGx6Iq8bFp4C7CpnxOg
Mato Grosso: https://chat.whatsapp.com/07vUelcvByIE3xQdySOpju
Mato Grosso do Sul: https://chat.whatsapp.com/IZLORq2dIsYCYci5xSWzkr
Goiás: https://chat.whatsapp.com/436oQDJIBbh48YCARLE7ly
Distrito Federal Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/6VDrM8YZokkIQ58pytPY6i
Alagoas: https://chat.whatsapp.com/CO8BJL1a1Wp5HQpIzq9vPq
Bahia: https://chat.whatsapp.com/7bKi7T2iUIAFUbp5QlOqIC
Rio Grande do Norte: https://chat.whatsapp.com/GuYET0DFBqKJJv9BNMT9fR
Pernambuco: https://chat.whatsapp.com/GmOXvBZm6618aP0qtjH7WU
Ceará: https://chat.whatsapp.com/AyFb5GejnE99o0AK4eJCL3
Paraíba: https://chat.whatsapp.com/5jV0SctqCHyDTs9V6Idr2q
Sergipe: https://chat.whatsapp.com/1CDTtX5T5ei3GvFsi2yeK8
Pará: https://chat.whatsapp.com/GoriQUeFnNU9CMjHAnFL5C
Piauí: https://chat.whatsapp.com/6niy55d7KvwAkswGkrQfeD
Amazonas: https://chat.whatsapp.com/2x1ygYGtxCuKjUdJOWMq7o

Última atualização: 30/11/2017

 

REGRAS GERAIS DE PARTICIPAÇÃO:
Repita este texto sempre que necessário para lembrar os parcitipantes das condições de integração.
Se queres paz, prepara-te para a guerra
Atualizadas em 10 de Abril de 2017
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Ler e concordar com as regras é fundamental. O descumprimento de quaisquer destas normas pode implicar em banimento sem prévio aviso do grupo no whatsapp e do quadro de associados do Instituto DEFESA, a depender da gravidade da ação.
——————————-

1. Este espaço é destinado a troca de informações relacionadas ao direito de acesso às armas e à legítima defesa.
1.1. Por favor, não envie mensagens de temas diferentes. Existem outros grupos para isso.

2. Você pode não ter percebido, mas também fazem parte deste grupo políticos (tanto de direita como de esquerda), empresários, pais e mães de família, generais, brigadeiros, almirantes e pessoas que podem ser muito diferentes de você.
2.1. Portanto, evite usar palavraeado de baixo calão. Não ofenda pessoas ou categorias, especialmente se você não as conhece pessoalmente. Não envie pornografia imagens chocantes ou discursos que você não faria na mesa do jantar.

3. Um grande problema no Whatsapp são as correntes e os spams. NÂO ENCAMINHE MENSAGENS, especialmente textos longos. Isto é muito chato e ninguém lê. SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DA VERACIDADE E DA AUTORIA DA INFORMAÇÃO, GUARDE-A PARA VOCÊ. Se não foi você quem escreveu, pense, repense, e pense novamente antes de enviar.

4. Encorajamos todos a fazerem amizade entre si. Todavia, mensagens de cunho pessoal devem ser enviadas diretamente ao contato, e não ao grupo.

5. Nosso objetivo, repise-se, é a troca de informações sobre o direito de acesso às armas. Portanto, este espaço não é destinado a anúncios, propagandas ou marketing.

6. Todas as mensagens do Instituto DEFESA são assinadas com “Unidos somos invencíveis”, portanto, não percam tempo com richas pessoais por assuntos distintos do direito de acesso às armas. Apenas venceremos se trabalharmos juntos.

7. Divulgue o Instituto DEFESA. O fortalecimento da entidade é condição indispensável para recuperarmos, ampliarmos e conservarmos o direito de acesso às armas e à legítima defesa.

8. Cortesia e camaradagem são atributos indispensáveis para permanência no grupo. Seja educado(a).

9. É PROIBIDO enviar vídeos e fotos de alto teor de violência, exceto casos em que o uso da legítima defesa resulta em ferimentos ou morte.

10. O Brasil é a razão da existência do Instituto DEFESA. Não ataque a democracia. Não ataque a república. Não ameace a soberania e unidade nacionais. UNIDOS – e apenas unidos – SOMOS INVENCÍVEIS.

11. O moderador não consegue acompanhar todas as mensagens. O bom andamento do grupo é de sua responsabilidade. Não apenas siga as regras, mas exija o cumprimento delas.

12. Para solicitar a inclusão de novos membros, é necessário que o membro a ser adicionado, com seu próprio número, envie o pedido de inclusão para um dos administradores ou recebe o link de paticipação. Por favor, NÃO ENVIE mensagens pedindo para adicionar terceiros.

13. O seu perfil no Whatsapp/Telegram e redes sociais pode ser avaliado a qualquer momento pelos administradores. Fotos ou mensagens notadamente relacionadas a condutas criminosas – como apoio a facções criminosas ou relacionados a determinados grupos rotineiramente envolvidos em crimes – também podem gerar expulsão sem prévio aviso. Não basta ser probo, é preciso parecer probo também.

14. Pedimos ainda encarecidamente que não utilizem os espaços dos grupos do Instituto DEFESA para pregação ou debates religiosos. Temos pessoas de todas as religiões – ou sem nenhuma – convivendo pacificamente nos nossos espaços. Não atrapalhe isto.

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