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Lucas Silveira conversa com Dep. Rogério Peninha sobre andamento do PL 3.722/12

Dep. Rogério Peninha Mendonça (à esq.) e Lucas Silveira (á dir.)

Dep. Rogério Peninha Mendonça (à esq.) e Lucas Silveira (á dir.)

No dia 06 de Agosto de 2014, o Deputado Rogério Peninha Mendonça, autor do PL 3.722/12, que pretende revogar o Estatuto do Desarmamento, recebeu Lucas Silveira, em nome do Instituto DEFESA, para conversar sobre o andamento do PL 3.722/12 e traçar estratégias para o apoio da entidade ao andamento do processo legislativo.

O Projeto de Lei aguarda votação em comissão especial desenvolvida para analisar o PL.

Instituto DEFESA organiza desfile de Atiradores no próximo 7 de Setembro, em Curitiba

Após negociações com o Exército Brasileiro e com a Prefeitura Municipal de Curitiba, pela primeira vez na história da capital paranaense, atletas do tiro poderão desfilar no Dia da Independência, na Av. Cândido de Abreu.

O evento, que acontece há décadas, sempre é consubstanciado por militares e tem valor histórico inequívoco.

Membros do Instituto DEFESA são convidados a desfilar. Envie um email para lucas@defesa.org e saiba como participar do mais importante evento cívico do ano.

Exército Brasileiro aceita participação do Instituto DEFESA na reelaboração das normas que regem atiradores, colecionadores e caçadores

Em reunião em 06 de agosto de 2014, no Quartel General do Exército, em Brasília, presentes  militares do Comando Logístico e da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, o Exército Brasileiro esclareceu e justificou a necessidade a Portaria COLOG 16/2014, que suspendeu a concessão de novos Certificados de Registro para Atiradores, Colecionadores e Caçadores por 120 dias.

Os militares comprovaram a necessidade de adequação do sistema a um novo patamar de demanda, continuamente crescente, de pessoas físicas, que esgotaram a capacidade do sistema vigente.

O Instituto DEFESA foi representado pelo seu presidente, Lucas Silveira, que iniciou o diálogo com os órgãos normativos, firmando o comprometimento da cooperação mútua na elaboração dos novos textos.

Mediante a inequívoca boa fé, presteza e cordialidade do Exército Brasileiro, prestada respeitosamente por todos que receberam o Instituto, trabalharemos para flexibilizar e atualizar as normas que regem as atividades dos CACS.

Enviem sugestões referentes a normas para lucas@defesa.org

 

Unidos somos invencíveis

Lucas Silveira visita o escritório da STI em Belo Horizonte

Lucas Silveira (á esq.) e Demetrius Oliveira (à dir.)

Lucas Silveira (á esq.) e Demetrius Oliveira (à dir.)

Lucas Silveira esteve em 05 de Agosto de 2014 no escritório da STI Brasil, em Belo Horizonte, para tratar da parceria do Instituto DEFESA com a indústria de armas especializada no desenvolvimento de pistolas de altíssimo padrão.

As pistolas, objetos de desejo dos atiradores, entrarão na nova temporada de vídeo-análises para o portal defesa.org.

Acompanhe nossas publicações para obter mais novidades nos próximos dias.

Clube de Tiro Tangará da Serra faz Outdoor com Logo do Instituto DEFESA

tangara

Visitem o clube! Unidos somos invencíveis.
CLUBE DE TIRO DE TANGARÁ DA SERRA
ROD. MT 358 S/Nº KM 4 – VILA ESMERALDA – TANGARÁ DA SERRA Cep – 78300000
65 3326-9099
65 3326-1578
BRASIL@BRASILEBAIOTO.ADV.BR

Suprema corte decide que motoristas de Wisconsin podem ignorar “batidinha” de policiais no vidro do carro

Traduzido por Lucas Parrini.

Quando os policiais de Wisconsin dão uma batidinha no vidro e gesticulam ao motorista para baixar o vidro, a Suprema Corte decidiu com 5 votos a 2, que o motorista pode ignorar as ordens e continuar seguindo seu caminho.
“Mesmo sabendo que este é um caso encerrado, acreditamos que quando um policial bate na janela e ordena que o vidro seja baixado, não constitui por si só um ato de autoridade que dê margem a uma pessoa acreditar que ela não é livre pra seguir adiante.” Disse o Juíz David T Prosser para a Suprema Corte.
Os juízes argumentaram sob o contexto de 25/12/2011, no incidente onde o Delegado Small fez essas duas ações, bater na janela e mandar baixar o vidro, no carro de Daniel A. Vogt, que estacionou às 2 da manhã com o motor ligado no estacionamento Riverdale Park, no povoado de Cassville. Estavam 37⁰F naquela manhã. Vogt não faz nada ilegal, mas o Delegado Small pensou ser suspeito pois o estacionamento fechou às 23h.
O Xerife parou atrás do carro de Vogt com seu farol ligado, porém com o giroflex desligado. Saiu da viatura, andou até o carro de Vogt e o viu no banco de motorista e ao banco de passageiros, estava Kimberly Russell. O Xerife testemunhou dizendo que “eu o teria deixado ir, pois não tinha razões para detê-lo.”
Vogt não saiu, pois acreditou que fazendo isso, estaria desobedecendo ou destratando a autoridade, então pensou não ter escolha senão continuar ali e obedecer. Quando Vogt baixou a janela, o Xerife sentiu um forte cheiro de álcool e percebeu a voz de Vogt afetada, o que ocasionou na prisão de Vogt por dirigir sob a influência de álcool. A Suprema Corte argumentou que a interação inicial foi voluntária.
“O objetivo das leis e dos policiais que a seguem é de servir e proteger a comunidade,” alegou o juiz Prosser. “Sendo assim, a interação de um policial com um cidadão não pode ser vista como algo contraditório. Em uma situação dessas, a Corte precisa avaliar uma série de circunstâncias, procurando identificar a linha que separa a tentativa de um policial apenas conversar consensualmente com um cidadão e a tentativa de prender o indivíduo.”
Por não estar com o giroflex da viatura ligado, a Corte entendeu que um cidadão inocente na mesma situação, poderia sair do local no momento enquanto o policial desse a batidinha na janela. A maioria da Suprema Corte se recusou a comentar sobre o que teria acontecido se Vogt tivesse feito isso. Os juízes contrários a decisão comentaram que este posicionamento era um absurdo.
“O mundo legal não reflete o mundo real…” “… Acredito que nenhuma pessoa em sã consciência se sentiria livre para ignorar o policial e sair dirigindo, nas mesmas circunstâncias do caso apresentado em que o policial se aproxima do carro para instruir o cidadão a baixar a janela. Uma pessoa em sã consciência saberia que o ato de sair desse jeito, ignorando o policial, poderia ser visto como violações de várias leis, como desacato a autoridade, desobediência ou até mesmo fuga da polícia.” Alegou o Chefe de Justiça Shirley S. Abrahamson.

Uma cópia do caso (em inglês) foi publicado em um arquivo PDF, neste link: http://www.thenewspaper.com/rlc/docs/2014/wi-driveaway.pdf

Traduzido a partir do texto original: http://thefreethoughtproject.com/state-supreme-court-wisconsin-drivers-ignore-cop-knocking-car-window-drive/

Jogo ensina a montar e desmontar armas

Uma maneira interessante de aprender sobre armas foi lançada , em 21 de Maio de 2014. Desenvolvido pela Noble Empire Corporation, o jogo World of Guns: Gun disassembly permite e ensina o usuário a montar e desmontar vários tipos de armas.

É um jogo gratuito, que pode ser baixado no link que segue:

http://store.steampowered.com/app/262410/?snr=1_7_15__13

Voluntários Convocados

Prezados(as) Senhores(as),

Com vistas ao enorme trabalho e a urgência exigida pelas eleições de 2014, o Instituto DEFESA conta com o cadastramento de voluntários interessados em participar de atividades pertinentes ao cadastramento de políticos.

Precisamos de pessoas com disponibilidade de tempo e, acima de tudo, profunda motivação para mudar o Brasil, para entrar em contato com os candidatos de sua unidade da federação.

Interessados devem enviar e-mail para lucas@defesa.org com as seguintes informações:

  • NOME COMPLETO
  • RG
  • TELEFONE (com DDD)
  • EMAIL
  • CIDADE/ESTADO

O futuro do Brasil DE FATO está nas suas mãos.

Lucas Silveira
Presidente do Instituto DEFESA

“Caçar não é questão de vida ou morte. É muito mais importante que isso.” Torcedora belga na Copa do Mundo, de 17 anos, que ganhou um contrato para modelar pela L’Oreal é uma caçadora.

Traduzido por Lucas Parrini a partir da matéria original no Daily Mail.
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Axelle Despiegelaere, de 17 anos, roubou a atenção do mundo depois de ter alvo de várias fotos enquanto animava a torcida do seu time no Grupo H, na partida contra a Rússia, quando essas fotos circularam por toda a internet.
Mas essas imagens na torcida tiveram vida curta, pois seu sucesso público se dá agora, graças a uma recente revelação registrada em uma nova imagem, onde a adolescente está posando com um rifle perante um animal morto na África.
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“Caçar não é questão de vida ou morte. É muito mais importante que isso.” Foi o que ela disse em sua página, segundo o site “The Sydney Morning Herald”.
A L’Oreal não se pronunciou em relação a isso, mas parece se preocupar com o bem estar dos animais – em 2012, a empresa doou aproximadamente 1.2 milhões de dólares para o US Environmental Protection Agency (Agência Nacional de Proteção ao Meio Ambiente) com o intuito de melhorar os ambientes de testes e a segurança de produtos químicos.
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Na foto que garantiu o contrato para Axelle, durante uma partida do seu time no Brasil, ela está com o rosto pintado de preto, amarelo e vermelho, cores de sua nação, e usando um chapéu de chifres.
Com suas fotos circulando por toda a internet, Axelle criou uma página de divulgação no Facebook ao retornar pra sua casa na Bélgica, e com isso, conseguiu mais de 200.000 curtidas.
Ela anunciou que aceitou a proposta da L’Oreal e até postou um vídeo dela usando alguns dos produtos da marca.
Enquanto Axelle saiu vitoriosa desta copa, seu time não teve a mesma sorte. Depois de ganhar dos EUA, acabou perdendo para a Argentina.
Infelizmente para Axelle, a sorte durou pouco, três dias depois de sua decisão de aceitar a proposta da L’Oreal, a empresa cancelou o contrato.

Vencendo o inimigo no território dele – e sem violência

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA.

Os inimigos da liberdade do brasileiro estão infiltrados nas entranhas do Estado e dominam até mesmo divisões das nossas honrosas forças armadas. No glorioso  Exército Brasileiro, esses traidores travestidos de militares procriam-se como ratos nos escritórios e em meio aos burocratas, seja por medo do trabalho intenso ou por interesses escusos em vantagens indevidas.

Reflexo disso são as recrudescentes normas infralegais expedidas pelos responsáveis em controlar as armas do brasileiro, no Exército.

Certos da impunidade assegurada pela farda que não merecem vestir, esquecem-se do seu juramento à bandeira que nunca amaram e dia após dia deixam de cumprir seus deveres de oficial e de se dedicar ao serviço da Pátria.

Os verdadeiros objetivos destas normas são tão imorais e tão sujos que não vou dar a elas todos os predicados que merecem. Como se não bastasse uma das legislações mais restritivas e antidemocráticas do mundo, levada ao extremo pelas ardilosas normas supracitadas, alguns desses infra-militares ainda agem com negligência, preguiça, falta de zelo e tudo aquilo  ao revés do que os bons brasileiros admiram nas instituições militares.

Evaristo da Veiga nos alertou em um trecho do Hino da Independência que reproduzo:

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil…
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

O que certamente nem mesmo o autor do nosso mais bonito Hino esperava é que novas deslealdades surgiriam de dentro do próprio Brasil. Mas ainda assim, a subserviência tratada no refrão mais uma vez  não encontrará espaço entre os brasileiros.

Nossos compatriotas não vão se render aos abusos desarmamentistas, nem tampouco ao proposital descaso aos atiradores, caçadores e colecionadores. Quem viver, verá, mas o direito de acesso às armas no Brasil há de ser respeitado.

Uma prova disso tudo e um incentivo àqueles que se desanimam frente às infindáveis e infundadas exigências aos praticantes do tiro convenientemente nos foi dada pelo Sr. JOSÉ MARCELO SILVA, impetrante de Mandado de Segurança contra o CHEFE DO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS (SFPC/EB) pela demora na expedição do Certificado de Registro.

Confiram:

1. DJF – 3ª Região
Disponibilização: quinta-feira, 10 de julho de 2014.
Arquivo: 11 Publicação: 26

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO PUBLICAÇÕES JUDICIAIS I – CAPITAL SP SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SAO PAULO 12ª VARA CÍVEL
0010335-04.2014.403.6100 – JOSE MARCELO SILVA COSTA(SP173315- ANDRÉ RUBEN GUIDA GASPAR) X CHEFE DO SERVICO FISCALIZACAO PRODUTOS CONTROLADOS 2 REGIAO MILITAR Vistos em decisão.Trata-se de Mandado de Segurança, com pedido de liminar, impetrado por JOSÉ MARCELO SILVA COSTA contra ato do Senhor CHEFE DO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS, objetivando provimento jurisdicional para que a autoridade coatora expeça, imediatamente, o certificado de registro, nos moldes do pedido administrativo formulado em 28/10/2013, em conformidade com o artigo 269 e demais disposições do Regulamento 105, do Decreto nº 3.665/2000.Sustenta, em síntese, que o pedido administrativo para obtenção do certificado de registro, apresentado em 28/10/2013, não foi apreciado até a presente data.DECIDO.Em análise primeira, entendo parcialmente presentes os pressupostos autorizadores da concessão liminar pleiteada, segundo as alegações invocadas pelo impetrante.À vista das alegações e dos documentos, sobretudo o de fl. 18, patente a omissão da autoridade impetrada em relação ao andamento do pedido administrativo relacionado nos autos, situação essa que, sob hipótese alguma, haveria de ocorrer, face ao direito constitucionalmente deferido a todo e qualquer cidadão de obter, prontamente, dos órgãos públicos, a prestação do serviço requerido, mormente no caso específico. Ressalto que não cabe ao Juízo substituir a autoridade administrativa no desempenho de suas funções, razão pela qual não é possível deferir o pedido de expedição do certificado de registro, conforme formulado na inicial.Em assim sendo, parece-me, em análise preliminar, presentes parcialmente os pressupostos necessários e essenciais à concessão da liminar pleiteada, quer seja o fumus boni iuris e o periculum in mora. O primeiro encontra-se além da legislação pertinente à matéria, também respaldado pelo ordenamento jurídico constitucional, direito corroborado pela documentação acostada aos autos. Quanto ao segundo pressuposto, verifico sua ocorrência em face da possibilidade prejuízos, caso deferida a prestação jurisdicional apenas em sede de final decisão.Posto isso, CONCEDO PARCIALMENTE a liminar pleiteada determinando à autoridade impetrada que proceda a imediata conclusão do pedido administrativo apresentado pelo Impetrante em 28/10/2013 (fls. 18), desde que não haja qualquer óbice para tanto.Notifique-se a autoridade impetrada para que preste informações no prazo legal.Dê-se ciência do feito ao representante legal da autoridade impetrada, conforme determinado pelo artigo 7º, inciso II, da Lei 12.016/2009, enviando-lhe cópia da petição inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito. O ingresso no feito e a apresentação por ele de defesa do ato impugnado independem de qualquer autorização deste juízo. A eventual defesa do ato impugnado deverá ser apresentada no mesmo prazo de 10 (dez) dias, previsto no inciso I do citado artigo 7º.Manifestando interesse em ingressar nos autos, estes deverão ser remetidos pela Secretaria ao Setor de Distribuição – SEDI, independentemente de ulterior determinação deste juízo nesse sentido, para inclusão na lide na posição de assistente litisconsorcial da autoridade impetrada.A seguir, abra-se vista ao DD. Representante do Ministério Público Federal e, posteriormente, venham os autos conclusos para prolação de sentença.Intimem-se.Determino que o expediente encaminhado à CEUNI seja cumprido em regime de Plantão, nos termos do artigo 9º da Ordem de Serviço nº 01/09 – CEUNI.

Encorajamos a todos que sigam o exemplo do Sr. Silva e não aceitem nada menos que o justo e desejamos muita força e honra aos verdadeiros militares, dignos de todo o nosso respeito, que por vezes são obrigados a dividir o ambiente de trabalho com os traidores em pauta.

Unidos somos invencíveis.