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Mito #12

O mito:

O registro de armas é importante para prevenir crimes ou ajudar a solucioná-los.

A verdade:

Não existe nenhuma prova científica disso. Em diversas regiões, nos anos subsequentes a obrigação de registrar armas, não se observou nenhuma alteração significativa no número de crimes com armas de fogo e não raramente o registro não facilitou em nada o trabalho da polícia na investigação de homicídios.
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Mito #11

O mito:

Apenas policiais e militares devem portar armas, porque eles têm mais treinamento e estão mais aptos a utilizá-las.

A verdade:

Policiais e militares costumam estar aptos a usar armas, de fato, mas normalmente não são os que mais treinam e nem tampouco aqueles mais aptos a utilizá-las. Um atirador esportivo iniciante, não raramente, efetua 300 disparos semanais, o que equivale a 1.200 disparos mensais ou 14.400 disparos anuais. Número dificilmente atingido pela esmagadora maioria de policiais e militares durante toda a carreira.
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Mito #10

O mito:

Quanto menos armas em circulação, menos crimes.

A verdade:

A correlação entre armas e crimes é fraca e negativa, ou seja, quanto mais armas, menos crimes. No Brasil, especificamente, após o Estatuto do Desarmamento, os Estados que mais aderiram ao desarmamento também tiveram os aumentos mais significativos na violência urbana.
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Mito #9

O mito:

O Estatuto do Desarmamento é bom, ele não proibiu o acesso às armas de fogo àqueles que preenchem os requisitos.

A verdade:

O Estatuto do Desarmamento proíbe expressamente o porte de armas em território nacional, restringindo-o, em caráter excepcional apenas a determinadas categorias ligadas à própria Administração Pública.
O cidadão deve comprovar a necessidade e depende de uma avaliação subjetiva do Departamento de Polícia Federal que, como regra, indefere o pedido.

Mito #8

O mito:

Armas causam acidentes.

A verdade:

O número de acidentes causados por armas de fogo está muito abaixo daqueles causados por atividades aparentemente muito mais inofensivas, como piscinas domésticas, asfixia, acidentes de trânsito, envenenamento, etc.
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Mito #7

O mito:

Seu filho pode pegar sua arma e dispará-la sem querer, acertando a si mesmo ou a outro inocente.

A verdade:

Nos Estados Unidos, o país com maior número de armas privadas do mundo, o índice de acidentes com armas de fogo provocados por crianças é ínfimo e vem reduzindo consistentemente nas últimas décadas, apesar do aumento do número de armas por habitante.
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Mito #6

O mito:

Só deveria portar armas a polícia e as Forças Armadas.

A verdade:

Restringir o porte de armas a determinadas categorias não assegura a redução da violência, mas aumenta as arbitrariedades cometidas por esses órgãos.

“Quando todas as armas forem propriedades do governo, este decidirá de quem serão as outras propriedades”.
– Benjamin Franklin, cientista, inventor, filósofo, músico, economista e estadista – 1706-1790.

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Mito #5

O mito:

O desarmamento foi eficaz para reduzir a criminalidade em diversos países.

A verdade:

Não existe nenhum relato de que a política de desarmamento tenha reduzido os crimes violentos, em nenhum lugar do mundo.

Nota: Se você discorda desta afirmação, esteja convidado a comentar, apresentando argumentos coerentes e fontes confiáveis para embasar sua defesa. Temos compromisso com a verdade e com a lógica, e respeitaremos o direito de qualquer cidadão apresentar contra-argumentos, desde que sejam coerentes.

Mito #4

O mito:

O desarmamento foi eficaz para reduzir a criminalidade no Brasil.

A verdade:

Desde o implemento da Lei 10.826, em 2003, os índices de homicídios e crimes violentos aumentam consistentemente, mesmo em um período no qual o Brasil passou por profundas melhorias econômicas e sociais.

Fonte: Mapa da Violência 2013 (PDF). Páginas 11 e 12.

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Mito #3

O mito:

O desarmamento foi feito com o fim de reduzir a criminalidade.

A verdade:

O desarmamento civil é uma política que foi criada muito antes da própria invenção da arma de fogo.
Já se proibiram armas brancas e práticas de artes marciais em diversos casos na História, sempre para que a colônia fosse mais facilmente controlada.
No mundo moderno, a obrigação do registro de armas iniciou-se o século XX, na Rússia, com o fim de catalogar seus possuidores para ulterior confisco e repressão.
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