Arquivo mensais:novembro 2018

ID fecha parceria com Anderson Masters

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Faca customizada? Arma com entalhes que só você tem? Peças de moto com desenhos ou brasões específicos?  É exatamente o tipo de serviço que a Anderson Masters oferece em parceria com o Instituto DEFESA para você, cidadão livre e armamentista!

Membros Premium do ID possuem 20% de desconto. Corram e aproveitem!

Página: https://www.facebook.com/MetalArt.Masters
Whatsapp: (67) 9-9662-8661

Algumas fotos:

FBI publica artigo reconhecendo a importância do cidadão no combate ao crime

Enquanto a seção de armas da Polícia Federal serviu como a principal ferramenta dos governos de esquerda para desarmar o cidadão brasileiro, jogando-o aos lobos, o FBI parece estar mais comprometido em fazer o seu trabalho em prol dos americanos.

Em seu artigo intitulado  Active Shooter Incidents in the United States in 2016 and 2017, o equivalente estadunidense da Policia Federal brasileira afirmou que 20% dos tiroteios entre os anos de 2016 e 2017 foram impedidos por cidadãos e reiterou seu respeito àqueles que colocaram suas vidas em risco para defender o próximo.

Primeiro mundo é assim!

O artigo na íntegra pode ser baixado aqui.

Active Shooter Incidents in the United States in 2016 and 2017

The FBI has designated 50 shootings in 2016 and 2017 as active shooter incidents (20 incidents occurred in 2016, while 30 incidents occurred in 2017).

 

Introduction
The FBI has designated 50 shootings in 2016 and 2017 as active shooter incidents. Twenty incidents
occurred in 2016, while 30 incidents occurred in 2017.

As with past FBI active shooter-related publications, this report does not encompass all gun-related
situations. Rather, it focuses on a specific type of shooting situation. The FBI defines an active shooter
as one or more individuals actively engaged in killing or attempting to kill people in a populated area.1
Implicit in this definition is the shooter’s use of one or more firearms. The active aspect of the definition
inherently implies that both law enforcement personnel and citizens have the potential to affect the
outcome of the event based upon their responses to the situation.

This report supplements two previous publications: A Study of Active Shooter Incidents in the United
States Between 2000 and 20132 and Active Shooter Incidents in the United States in 2014 and 2015.
3 The methodology articulated in the 2000-2013 study was applied to the 2016 and 2017 incidents to ensure
consistency. Excluded from this report are gang- and drug-related shootings and gun-related incidents
that appeared not to have put other people in peril (e.g., the accidental discharge of a firearm in a bar).
Analysts relied on official law enforcement investigative reports (when available), FBI holdings, and
publicly available resources when gathering data for this report.

Though limited in scope, this report was undertaken to provide clarity and data of value to federal,
state, tribal, and campus law enforcement as well as other first responders, corporations, educators,
and the general public as they seek to neutralize threats posed by active shooters and save lives
during such incidents.

 

Clique aqui para baixar o artigo completo

Nota de repúdio ao delegado de Polícia Civil Felipe Staub Cano de RS

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

É uma completa vergonha os policiais da Brigada Militar do Rio Grande do Sul levarem um cidadão DENTRO DA LEI para a delegacia com a desculpa de que não conhecem a portaria 28 do COLOG, aquela que dá direito de porte de trânsito ao CAC.

Mais ridículo ainda é o delegado Felipe Staub Cano, formado em Direito, levar adiante a prisão de um cidadão DENTRO DA LEI. E ainda tem a cara de pau de colocar em seu Facebook pessoal uma foto (https://goo.gl/f5HGKR) com o título “Polícia Refém”, cujo texto reclama da retaguarda jurídica da polícia. Se trabalhando certo, essa retaguarda já é uma coisa difícil, imagina não conhecendo a lei que aplica.

Repudiamos com todas as forças a atuação desses policiais da Brigada Militar e desse delegado de polícia civil por acreditarmos que fere a imagem das respectivas corporações e dos demais profissionais empenhados em fazer um bom trabalho, que treinam, que vão atrás de bandidos de verdade, que procuraram estudar e ficar atualizados com a lei, ou seja, estudam pra saber o que é a portaria 28 do COLOG para não perder tempo com cidadãos que são seus aliados.

Ao amigo armamentista, CAC e cidadão brasileiro Odilã, toda a força para fazer a Justiça obrigar que o erro desses policiais e desse delegado seja corrigido junto com os devidos ressarcimentos legais.

Vá e vença.

Unidos somos invencíveis.

Lucas Parrini, Diretor Estadual RJ

ID participa do 4º aniversário do Sociedade Alternativa Motogrupo no RJ

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

Muita gente animada e feliz curtindo o bom e clássico Rock n Roll! O presidente do MG e membro do ID, o amigo Xil, convidou o ID para este maravilhoso evento que reuniu diversos motoclubes parceiros de todo o estado do RJ.

O evento foi ontem, 15/11/2018, e contou com uma estrutura super-bacana de som, comida, bebidas em trailers e itens a venda como broches, roupas e acessórios.

Foi cedido um tempo no palco principal para que o Instituto DEFESA fosse apresentado, o que atraiu a atenção e interesse de várias pessoas sobre o que é nossa luta pela liberdade.

Agradeço ao amigo e ferrenho defensor da liberdade de acesso as armas e direito de legítima defesa, Xil, pelo convite!
Parabéns ao Sociedade Alternativa MG e amigos, assim como todos os presentes, pelo maravilhoso evento!

TOCA RAUL!

Confiram algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

Teste de capacidade técnica para uso de armas é ineficaz

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA e Instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas

Para adquirir uma arma de fogo no Brasil a legislação outorgou como obrigação ao proponente a comprovação de capacidade técnica para manuseio.

Assim como o teste psicológico, o laudo emitido por instrutor credenciado deve estar anexado ao processo de aquisição de armas e na renovação de registro, em regra.

Analisemos agora a motivação da exigência, como ela é aplicada no plano operacional e suas respectivas externalidades.

Primeiro, vamos às perguntas de praxe:
1. Você acredita que apenas pessoas consideradas “preparadas” devam ter acesso às armas de fogo?
2. O que você acha da realização de um teste, como uma prova para carteira de motorista, para verificar se o pretenso comprador está apto ou não ao uso de arma?

Se você respondeu “sim” a uma dessas perguntas, lamento informar mais uma vez: você ainda não entende nada sobre o desarmamento. Calma, não se desespere nem xingue este que vos escreve de arrogante. Eu vou explicar:

É claro que ninguém quer que pessoas que não saibam sequer empunhar uma arma de fogo saiam pelas ruas brasileiras como um potencial risco de acidente por imperícia ou negligência. Ninguém discute isso.

É evidente que quem pretende ter, usar ou portar armas de fogo, deve ter também, no mínimo, noções de funcionamento e manuseio.

Ocorre que, na prática, a tentativa de limitar o acesso às armas, por lei ou regulamento, com base nessas premissas, é absolutamente ineficaz, pelas razões que seguem:

I) O teste hoje aplicado é dividido em duas fases: teoria e prática. A teoria exige noções de legislação, partes das armas, balística básica e segurança. A prática consiste em disparos estáticos a curta distância contra silhueta humanoide vertical, parada, bem iluminada. Em outras palavras, o extremo oposto daquilo que você vai precisar quando estiver numa situação de combate.

O cenário no qual mais provavelmente exigirá de você sua habilidade no manuseio da arma deve envolver movimentação dos dois lados, uso de abrigo ou cobertura, coordenação de equipe – que para a maior parte das pessoas vai ser a sua família -, ocasionalmente baixa luminosidade, tempo limitado e muito, muito estresse. Então, afinal, o que estamos testando?

E, se no fim das contas, a arma que eu estou comprando destina-se à coleção e não ao combate. Qual é a relevância desse teste?

E se for a minha arma de caça, como é que vamos testar o proponente?

E se for uma arma de tiro esportivo? O IDSC é totalmente diferente do trap, por exemplo. Um teste para cada modalidade?

É fácil concluir que o teste não testa nada e que, portanto, o laudo não atesta nada.

II) Segundo, e mais importante: ainda que o teste funcionasse perfeitamente, ele impediria que os bandidos, aqueles que estão determinados a praticar o mal, comprassem e portassem suas armas? Ele seria suficiente para impedir que os crimes acontecessem? O Brasil com seus testes exagerados e sem fundamento, é a maior prova de que isso não ajuda em nada no combate ao crime, com o título nada honroso de país mais violento do mundo.

III) Reflita ainda: você realmente teria coragem de tirar à força a espingarda de um idoso de 90 anos, com histórico imaculado, residente da zona rural, seu legítimo proprietário nos últimos 60 anos, porque ele não conseguiu acertar um alvo ou meia dúzia de questões? Você realmente conseguiria colocar a cabeça no travesseiro e dormir tentando se convencer de que você ajudou a proteger este senhor hipotético contra a criminalidade, deixando-o desarmado?

E mais: se os testes práticos, como o da Carteira Nacional de Habilitação, realmente funcionam, por que o trânsito é assim?

A exigência de comprovação de aptidão técnica para manuseio de armas de fogo é mais uma forma de controlar a população que não alcança os objetivos a que se propõe. Não se reduz o crime impedindo que as vítimas tenham acesso às armas, não importa quão românticos sejam os prolegômenos que enfeitam a sua justificativa inicial.

Pesquisa sobre Armamento Civil e Segurança Pública

Lucas Parrini

Parrini é diretor estadual do Instituto DEFESA no RJ, estudante de criminologia e segurança pública e admirador de assuntos relacionados a combate.

O Instituto DEFESA procurou conhecer melhor o que os armamentistas pensam sobre como devem ser as regulações estatais sobre armas, melhorias no trabalho da polícia, reforma no código penal e demais temas.

Foram registradas as posições de 1009 pessoas, de todo o Brasil, não havendo discriminação de sexo, idade, etnia, raça ou profissão.

Essa pesquisa é pública e pode – como deve – ser usada pelos parlamentares pró-armas para que saibam o que seu eleitorado deseja. Empresas de armas, principalmente as estrangeiras, clubes de tiro, lojas de armas, também são entidades que podem se beneficiar com os dados. Caso queira usar, por favor apenas reconheça o trabalho citando a fonte.

Adianto que esta pesquisa já está nas mãos das empresas Browning, Winchester, Miroku e FN Herstal para estudos, graças ao nosso representante no estrangeiro Richard Macedo!

Obrigado também Fernando, pela ajuda com o sistema!

Agradecimento especial para cada um dessas 1009 pessoas que dispuseram alguns minutos de sua rotina para ajudar a construir esta pesquisa independente.

Unidos somos invencíveis!

Brasil!

 

Razoável. (Restrições anteriores mais registro de armas e munições, solicitações e cadastros on-line, etc.)
Pouca.
(Proibição para crimes violentos, nucleares, químicas, biológicas, etc.)
Nenhuma.
Completa.
Alta
. (Anteriores mais provas técnicas e psicotécnico, calibres restritos, obrigação de participação em clubes, campeonatos, acesso controlado por “níveis”, solicitações apenas pessoalmente em partições públicas, etc.)
Altíssima (Anteriores, impostos nos produtos, armas importadas proibidas ou dificultadas, critérios subjetivos, etc.)

 

 

 

 

A importância do laudo psicotécnico na aquisição de armas

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA e Instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas

Entre as inúmeras exigências impostas à força àqueles que desejam comprar armas de fogo no Brasil, figura a necessidade de laudo emitido por psicólogo atestando a aptidão para compra e/ou porte de armamento.

Vi um post do meu amigo Nelson Assis Brasil acerca desse tema no Facebook e resolvi aproveitar a onda para, mais uma vez, apagar o fogo com gasolina, e elencar alguns apontamentos relacionados.

Se você já viu uma das minhas palestras nos encontros do Instituto DEFESA, provavelmente, o texto a seguir não apresenta uma argumentação inédita. Para os demais, respondam, por favor, as perguntas:

  1. Você acredita que as pessoas loucas, que os malucos, que os psicopatas devam ter direito de acesso às armas?
  2. É razoável que haja a exigência legal de um teste, a ser realizado por profissional capacitado, para assegurar que o pretenso comprador ou portador de uma arma esteja psicologicamente apto ao emprego deste equipamento?

Bem, se você respondeu “sim” à segunda pergunta, preciso lhe dar uma péssima notícia: você ainda não entendeu NADA sobre o controle de armas. Não se desespere, vou explicar:

  • É claro que ninguém de boa fé deseja que pessoas desequilibradas por quaisquer motivos tenham acesso às armas;
  • É evidente que todos desejamos que quem porta armas esteja emocionalmente equilibrado para que não reaja com excesso ou cometa crimes com elas;
  • Ocorre, contudo, que:

I) Não existem evidências científicas suficientes para se afirmar categoricamente que o exame psicotécnico realmente filtra perfis potencialmente perigosos para aquisição de armas. Se você já fez um exame destes, você deve saber como é fácil fazer papel de bonzinho nos questionários e lembrar de colocar o chão na casinha desenhada no meio da folha de papel.

II) Segundo e mais importante: ainda que o teste psicotécnico fosse preciso e insuscetível a erros e falsos negativos, nada disso impede que os verdadeiros criminosos – aqueles que não se preocupam em pedir autorização para a PF ou EB, que não têm certidões negativas de antecedentes criminais, que pretendem usar as armas para roubos, homicídios ou latrocínios -, entre os quais se incluem os “malucos”, comprem suas armas de forma ilegal, tornando todo o processo, portanto, absolutamente ineficaz.

Embora embrulhada com uma cobertura nobre e absolutamente justa, a exigência do exame psicotécnico torna o processo moroso, desnecessariamente burocrático e, principalmente, é um exercício de futilidade porque, como todas as outras tentativas de controle de armas, não impede que um bandido coloque as mãos numa arma de fogo.