Arquivo mensais:março 2015

Vítima reage e atira em assaltante, mas bala fica alojada no celular

Dupla tentou assaltar uma oficina de motos em Lagos do São Francisco.

21/03/2015 11:08

 

Um assaltante foi salvo pelo próprio celular. Ele e outro homem tentaram assaltar uma oficina de motos, mas a vítima reagiu e conseguiu atirar nos bandidos. Um dos disparos, entretanto, acertou o celular do assaltante, que era guardado junto à cintura. O fato aconteceu na tarde de ontem (20), no município de Lagoa do São Francisco, a 186 km de Teresina.

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Segundo informações da Polícia Militar de Pedro II, que foi acionada para atender a ocorrência, foram disparados três tiros contra os assaltantes identificados como Pedro e Marciano, que são primos. Pedro recebeu dois disparos e poderia ter morrido se a bala não tivesse ficado alojada no celular. O outro tiro pegou de raspão. Marciano também foi atingido de raspão no braço.

 

Mesmo feridos eles conseguiram fugir, mas foram presos em seguida. Eles estavam com um revólver calibre 32 com seis munições, R$ 1.478,00 reais, provenientes do assalto,

Extraído de: http://www.portalodia.com/noticias/policia/vitima-reage-e-atira-em-assaltante,-mas-bala-fica-alojada-no-celular-228818.html

Vítima de assalto reage e atira em criminoso

20/03/2015 12h23 – Atualizado em 20/03/2015 12h24

A pessoa que reagiu e acabou atingindo o assaltante não foi identificada.
Tentativa de assalto aconteceu no Bairro Farolândia.

Uma tentativa de assalto a um estabelecimento comercial, na manhã desta sexta-feira (20), na Zona Sul de Aracaju deixou uma pessoa ferida.

Segundo informações do polícia militar, o fato aconteceu por volta das 10h, na Avenida Canal Cinco, no conjunto Augusto Franco. Quando dois homens armados tentaram assaltar uma loja de material de construção.

Uma pessoa que estava na loja reagiu ao assalto e acabou acertando um dos bandidos na perna.O assaltante ferido foi socorrido pelo Samu, e levado para o Hospital de Urgência (Huse) sob escolta da Polícia Militar. Já o outro suspeito conseguiu fugir.
A pessoa que reagiu e acabou atingindo o assaltante não foi identificada.

Fonte: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2015/03/vitima-de-assalto-reage-e-atira-em-criminoso.html

Como fazer ponteiras de flechas contundentes – Blunt Broadhead

Em vídeo! Cidadão rende bandido. Bandido chora.

Sob o pretexto da proteção à indústria nacional, DFPC obsta livre mercado

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA.

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA.

Mesmo no século XXI, alguns setores do Brasil permanecem na contra-mão do estado da arte da ciência econômica e das tendências do Comércio Internacional.  O Decreto 3.665/2000 e a Portaria Normativa nº620/MD, acompanhadas de uma interpretação de alto viés ideológico dado pela fiscalização continuam a fazer vítimas todos os dias.

O alvo da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC (subordinada ao Comando Logístico do Exército Brasileiro) é a liberdade de mercado, e o maior prejudicado é o consumidor brasileiro.

Leia também:

Recebemos hoje mais um caso concreto de um dos indeferimentos emitido pela DFPC. Desta vez, os itens indeferidos foram as espoletas. Confiram o arquivo anexado:

Indeferimento de Espoletas

De acordo com os militares, a existência de fabricantes nacionais do produto obsta sua importação. Em primeiro lugar, é um erro conceitual. Mesmo de teor restritivo, o Decreto 3.665/2000 abre a OPÇÃO à Fiscalização de autorizar, conforme segue

Art. 190.   O produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá sua importação negada ou restringida, podendo, entretanto, autorizações especiais ser concedidas, após ser julgada a sua conveniência.

O mesmo vale para a Portaria 620/MD:

Art. 4º O Comando do Exército deverá negar, restringir ou autorizar a importação de produtos controlados, sob regime definitivo ou temporário, em conformidade com as competências estabelecidas no Decreto nº 3.665, de 20 de novembro de 2000, e no Decreto nº 5.123, de 1o de julho de 2004.

Art. 5º A importação de produtos controlados poderá ser negada, quando existirem similares fabricados por indústria brasileira do setor de defesa.

Entre duas opções interpretativas, mais uma vez a DFPC escolhe a pior delas. Aquela que vai contra o interesse público, aquela que prejudica tanto a Indústria quanto o consumidor, a que assegura a mediocridade do mercado nacional e a que de maneira mais gravosa afeta a liberdade que o próprio Exército lutou pra assegurar em outros tempos.

Em segundo lugar, a justificativa do indeferimento do caso concreto de hoje vai mais longe: procura ponderar a restrição a liberdade com base na incapacidade de controle da parte cuja importação foi requerida. Ora, será que isto não se aplica ao “similar nacional”?

Parece evidente que quando se dá margem a normatização infralegal o Estado faz o pior uso possível deste poder, a ele conferido pelo povo. O Instituto DEFESA trabalha neste momento junto a Deputados e Senadores para assegurar por força de LEI o direito ao livre mercado de armas e munições, comprovadamente a melhor forma de proteção e evolução da Indústria Estratégica Nacional.


 

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