Segura essa, Bloomberg: Índice de homicídios em Chicago é o mais baixo nos últimos 56 anos graças as permissões de porte velado

Traduzido por Lucas Parrini

Texto original publicado em 26 de Agosto de 2014, por Greg Campbell

Mesmo que ninguém tenha perguntando, mas permita-se ser o primeiro a dizer: “Você é bem vindo, Rahm Emanuel. A cidade dele está mais segura graças a todos aqueles que lutaram pelo direito de legítima defesa.

Chicago está experimentando uma dramática redução nos índices de crimes violentos, o que não coincidentemente, está diretamente relacionado ao altíssimo aumento de permissões para porte velado emitidas aos cidadãos de Windy City. Com contínuos pedidos para porte velado nos últimos meses, batedores de bolsa, assaltantes, assassinos e outras criaturas nefastas estão cada vez mais em dúvida sobre quem está portando uma arma ou não.

Sendo assim, a cidade que antes estava vivendo uma verdadeira zona de guerra, pode começar a respirar com mais tranqüilidade, graças aos esforços dos patriotas que lutaram para dar belos “ponta-pé” em algumas autoridades de Illinois, para o cenário pós-Heller.

De acordo com o The Washington Times:

“Desde que Illinois começou a emitir permissões para porte velado neste ano, o número de furtos seguidos de prisão em Chicago foi reduzido em 20% desde o último ano. De acordo com o departamento de estatísticas da polícia, o número de denúncias de furtos e de roubos de carros desceu 20% e 26%, respectivamente. No primeiro trimestre, o índice de homicídios da cidade foi o menor dos últimos 56 anos.”

Uma pequena retrospectiva: O índice de homicídios foi o menor dos últimos 56 anos.

A última vez que esta taxa estava baixa, Eisenhower estava na casa Branca, Vietnã ainda era um problema da França, Mickey Mantle ajudou o New York Yankees a vencer o Milwaukee Braves no World Series e o Chicago’s Bears estava jogando em Wrigley Field.

Mas, espere… Talvez a polícia esteja trabalhando melhor, certo?

Com todo o respeito pelos homens e mulheres de azul, o método científico nos obriga a focar nas variáveis. Não houve mudanças na polícia, as autoridades (incluindo a polícia) fizeram exatamente o mesmo trabalho de sempre e mantiveram os mesmos padrões e ações legais, os mesmos que nunca foram eficazes em conter e reduzir a criminalidade.

Richard Pearson, diretor executivo do Illinois State Rifle Association, uma organização que fez um trabalho crucial em trazer este direito fundamental para as terras de Lincoln, comentou:

“Não é coincidência que a criminalidade está reduzindo enquanto as emissões de porte velado estão subindo. Apenas a idéia do criminoso não saber quem está armado já emana um efeito dissuasivo. O departamento de polícia não mudou sequer uma única tática, não anunciaram nenhuma mudança na polícia – e mesmo assim, nós temos estes números incríveis.”

O que de fato mudou, é o número impressionante de portes velados solicitados. Segundo Pearson, Illinois recebeu 83.163 pedidos de porte velado e emitiu 68.549 até o final de Julho. Illinois começou o processo em Janeiro deste ano. Pearson estima que mais de 100.000 cidadãos de Illinois terão suas permissões para portar veladamente até o final do ano – fato que não passou despercebido pelos criminosos.

Um cenário de referência é que em Janeiro, o número de pedidos para porte velado ultrapassou de longe os pedidos pelo Obamacare. Claro, para ser honesto, somente uma dessas escolhas lhe dá o poder de lutar para salvar sua vida ou a da sua família.

A prova está clara, a Segunda Emenda finalmente apareceu no último estado da União para lutar pelo direito de possuir e portar armas de maneira apropriada. Mas não se engane: Chicago ainda está extremamente violenta e os criminosos continuam inovando em suas atividades, coisa que ainda está muito presente em Windy City.

Traduzido a partir do original publicado em http://www.tpnn.com/2014/08/26/take-that-bloomberg-chicagos-murder-rate-dips-to-56-year-low-thanks-to-concealed-carry-permits/


Publicado em Estatística e Ciência, Notícias
14 comentários sobre “Segura essa, Bloomberg: Índice de homicídios em Chicago é o mais baixo nos últimos 56 anos graças as permissões de porte velado
  1. Bruno C. F. F. disse:

    Não acredito nesta notícia, mas acredito q se o cidadão de bem possuir sua arma ele não irá necessitar da polícia, pode se defender por conta própia!!!

  2. Lucas disse:

    Diferentes Paises, diferentes povos, diferentes culturas, diferentes soluções.

    • Bartolomeu disse:

      Entenda que por maior que seja a diferença, um tiro é um tiro em qualquer canto. A certeza de que um bandido vai pensar 2x ao querer roubar tendo um risco em potencial de ser morto é IGUAL tanto aqui como lá.! Entenda que esse tipo de ato é o caminho fácil pois roubar em si é fácil. Você aborda alguém sem treinamento, sem armas, sem qualquer tipo de resistência junto com uma polícia que tem como mantra o “não reaja nunca”. Claramente é o caminho mais fácil de ganhar bens. Agora experimenta complicar a vida deles um pouco. Uma pessoa desse tipo vai preferir um trabalho digno e honroso de serviços gerais do que tomar outro tiro no peito. Imagine uma vida onde ROUBAR os bens de um cidadão é mais difícil que trabalhar! Coisa que deveria ser desde o início.

  3. Daniel disse:

    E ninguem saiu atirando no outro na rua como os desarmamentistas acham q acontece. Todas as pessoas devem ter o direito de se defender e defender sua familia.

    É assim que se evita um roubo, estupro, e morte, de maneira facil e segura

  4. Gustavo Campos disse:

    O fato de se sacar uma arma para se defender ou defender a terceiros nao implica necessariamente que haverá disparo , até porque o cidadão de bem nao quer o disparo , ele nao quer correr o risco de problemas com promotor idiota , por isso o saque nao está condicionado do disparo . Está provado em vários casos que a arma na mao de gente que presta salva vidas independente se tem distintivo ou nao . Chupa essa PT !

  5. amim lascane disse:

    A ùnica diferença é que eles tem educação e tem valores! A ideia é boa e pode reduzir a atual violencia.

  6. Raphael Belowodski disse:

    Estamos vivendo uma época muito estranha. Não sei se vocês estão percebendo, mas hoje em dia, todo mundo se apressa para se encaixar no perfil de vítima, injustiçado, incompreendido. Parece uma doença psicológica que se alastra e acomete cada vez mais pessoas. Mesmo aqueles que, em outras épocas, jamais seriam tidos por sujeitos passivos de qualquer tipo de preconceito, atualmente, na primeira oportunidade que têm, levantam suas vozes para reclamar.

    O que antes era próprio de grupos específicos, que, justa ou injustamente, sofriam ou tinham a percepção de serem vítimas de preconceito, difindiu-se por todos os cantos da sociedade moderna. As pessoas tornaram-se policiais em defesa de si mesmas, prontas para gritar: “Preconceito, preconceito!” para qualquer manifestação alheia que considerem aviltantes em relação a elas mesmas. O que era a voz de alguns excluídos tornou-se uma cultura geral, que vem se impregnando cada vez mais profundamente na alma do povo.

    Essa cultura do coitadismo se encontra em todos os estratos sociais, em todos os níveis culturais e em todas as faixas etárias. É um abundante padecimento por si mesmo, uma autoproteção neurótica que acaba tornando todos os outros potenciais agressores, ainda que estes se manifestem com expressões pueris e inócuas.

    Antes eram apenas os negros, as mulheres e os homossexuais. Hoje, são os gordos, os esquerdistas, os professores, os pobres, os ricos, os burros, os cultos, os ateus, os cristãos, os macumbeiros, as crianças, os velhos, os feios, as loiras, as empregadas domésticas, os consumidores e qualquer grupo que se encaixe em algum perfil específico. Até jogador de futebol se diz discriminado, quando algum comentarista o critica.
    A cultura da reclamação está criando uma proibição à crítica. Falar mal de alguém, direito sagrado de todos os tempos, está se tornando algo impossível. O que antes era uma mera questão de bons modos se transforma, a passos largos, em matéria de Direito Penal e situa qualquer pessoa como um potencial criminoso.

    O resultado de tudo isso, além do cerceamento absurdo da liberdade, é um emburrecimento colossal de uma população já pouco afeita ao conhecimento. A crítica, a exposição livre do pensamento, inclusive dos preconceitos, das ideias, ainda que absurdas, dos sentimentos e das vontades sempre foram o alicerce da inteligência. É neste campo livre e aberto, onde as cercas situam-se em extremidades longínquas, que o pensamento e a ciência se desenvolvem. A liberdade é o seu alimento. A inteligência, se não puder dizer o que pensa, se não puder discordar e se manifestar, tende a atrofiar.

    Por isso, a sociedade que permite e advoga esse direito ao coitadismo generalizado está condenando a si mesma. Nela, as pessoas ficarão cada vez mais fracas e cada vez mais burras. Daqui a pouco, seremos meramente uma manada de porcos, possuídos por espíritos baixos, se lançando, estupidamente, no abismo sem fundo da ignorância e da irrelevância.

    extraído de http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-a-cultura-do-coitadismo

    • Paulo Henrique disse:

      Isso que é administração para o bem da população, não o que temos aqui..
      Nosso país esta dormindo! Esses administradores e gestores da nação que só defendem seus proprios interesses maleficos..

  7. PAULO disse:

    A INTENÇÃO DO GOVERNO PETISTA É OUTRA MUITO SUBLIMINARMENTE TRAMADA. ESSA FARSA DE DESARMAMENTO DA POPULAÇÃO DE BEM PARA DIMINUIR A CRIMINALIDADE É OUTORGAR AO BANDIDO O DIREITO APLICAR, DIARIAMENTE, A PENA DE MORTE AO CIDADÃO DE BEM E “NÃO ENCONTRAR RESISTÊNCIA QUANDO APLICAR UM GOLPE DE GOVERNO COM EXÉRCITOS DO MST, FARC, CUBA E BOLÍVIA PARA IMPLANTAR UM REGIME BOLIVARIANO SANGRENTO NESTE PAÍS”. AI FICARIA FÁCIL IMPLANTAR UM REGIME COMO É CUBA A DÉCADAS. DAÍ ESTA FARSA DE “COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE” COMO FORMA DE DESMORALIZAR AS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS. A BANDEIRA DO BRASIL NÃO É VERMELHA COMO QUEREM. É VERDE AMARELA!

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