Por que a sociedade civil deveria se armar?

Lucas Silveira
Presidente do Instituto DEFESA
Instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas

Íntegra do Texto enviado para publicação em 09 de abril de 2017 no Jornal A Gazeta
Em 2003, o Congresso aprovava um projeto que tornaria o Brasil um dos países com a legislação mais restritiva a armas de fogo do mundo. À época de sua proposição, medidas semelhantes já haviam gerado resultados catastróficos na Austrália, no Reino Unido, em alguns dos estados americanos e até na Jamaica. Ainda assim, Deputados e Senadores forçaram a nação a suportar o fardo de sua incompetência.
Nos 10 anos subsequentes, a média de crimes violentos no Brasil superaria a dos os últimos 10 anos antes da vigência do agora chamado Estatuto do Desarmamento. Exatamente conforme a estatística apontava que aconteceria. Nenhuma surpresa.
No ano de 2005, mais de 95 milhões de brasileiros foram às urnas, para referendar ou não essa legislação que levara o país ao título nada honroso de lugar mais violento do planeta. O resultado: 64% da população disse não ao desarmamento.
Ainda assim, os desarmamentistas não desistem. Dizem que armas não trazem segurança, mas por que então a lei autoriza o uso de armas àqueles que estão em risco? Dizem que a segurança é responsabilidade do Estado, mesmo quando o Estado não está presente sequer para fornecer energia elétrica, água, educação ou saúde.
Apenas 3% das tentativas de estupro são consumadas quando a vítima está armada. Isso sim é empoderamento feminino. E você, que votou em 2005: Se sente mais seguro hoje ou há 12 anos, quando todos nós podíamos portar armas?

Publicado em Destaque, Entrevistas, Notícias

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