Novo R-105. Ep. 12. O COLOG vai trair o Brasil?


Novo R-105. Ep 12. O COLOG vai trair o Brasil? por institutodefesa


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58 comentários sobre “Novo R-105. Ep. 12. O COLOG vai trair o Brasil?
  1. Sérgio Magalhães disse:

    Que vergonha dessa instituição! Ridículo!

    Comando logístico é a vergonha da nação!

  2. Renato R disse:

    Lucas, concordo contigo em ideal e nos palavrões bem merecidos, porém pense bem, com a recém abertura da frente parlamentar “Armas para a vida” para aprovação da PL-3722/12 e juntando com o cenário de instabilidade política atual em Brasília (PF prendendo todo mundo), já era de se esperar alguma manobra para barrar a oportunidade de que a população se arme pois os políticos estão boicotando a Lava-Jato e eles têm medo de revolta popular armada, sem nem mencionar os PTistas quando o Lula for preso… Difícil dizer se foi autoria do prorio Colog por medo de possíveis conflitos armados ou mesmo por lobby político, mas a realidade é que na pratica nem a PL será aprovada tão já nem o exército vai facilitar nada. Triste realidadade mas não podemos desistir do nossos direitos. Abraços!

  3. Fernando Codina disse:

    Deve-se com urgência ocorrer a retirada desse controle do EB, pois, esporte de tiro é atividade e não produto controlado, pois, o atirador é destinatário final. O EB tem que fiscalizar fábricas, lojas, importação e exportação. Esporte do tiro é atividade civil. O cidadão adquire uma arma e registra na PF e não sofre qualquer fiscalização em sua residência, então, temos dois pesos e duas medidas. Tem mais, arma uma vez registrada não passa ser ilegal por causa que o CR venceu, o registro é público e não fica invalidade ou anulado quando vence o CR, na verdade, o atirador fica impedido de praticar apenas uma atividade por não ter direito a expedição da GT, reafirmo esporte do tiro é atividade de âmbito civil e não atividade militar e não produto controlado.

  4. Fernando C. disse:

    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
    TÍTULO VIII – Da Ordem Social
    CAPÍTULO III – DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO
    Seção III – DO DESPORTO
    Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, observados:

    A CF expressamente prevê: Fomentar ” cercar de cuidados para criar ou fazer crescer; estimular” e não restringir como faz o EB.

    Obrigatoriedade a filiação a clubes, federações e confederações, na minha visão entendimento e imposição inconstitucional.
    Vejamos o julgado:
    Penso se deva conceber o esporte como direito individual, não se me afigurando viável interpretar o caput do art. 217 – que consagra o direito de cada um ao esporte – à margem e com abstração do inciso I, onde consta a autonomia das entidades desportivas. Ora, na medida em que se define e compreende como objeto de direito do cidadão, o esporte emerge aí, com nitidez, na condição de bem jurídico tutelado pelo ordenamento, em relação ao qual a autonomia das entidades é mero instrumento de concretização, que, como tal, se assujeita àquele primado normativo. A previsão do direito ao esporte é preceito fundador, em vista de cuja realização histórica se justifica a autonomia das entidades dirigentes e associações, quanto à sua organização e funcionamento. Logo, é imprescindível ter-se em conta, na análise das cláusulas impugnadas, a legitimidade da imposição de limitações a essa autonomia desportiva, não, como sustenta o requerente, em razão de submissão dela à “legislação infraconstitucional” [ADI 2.937, voto do rel. min. Cezar Peluso, j. 23-2-2012, P, DJE de 29-5-2012.]

    Mas, estamos no Braziu, República dos Bananas onde o cidadão tem o direito de não ter direito.

  5. Fernando C. disse:

    Lei Pelé : LEI Nº 9.615, DE 24 DE MARÇO DE 1998.

    Art. 2o O desporto, como direito individual, tem como base os princípios:

    III – da democratização, garantido em condições de acesso às atividades desportivas sem quaisquer distinções ou formas de discriminação;

    IV – da liberdade, expresso pela livre prática do desporto, de acordo com a capacidade e interesse de cada um, associando-se ou não a entidade do setor;

    V – do direito social, caracterizado pelo dever do Estado em fomentar as práticas desportivas formais e não-formais;

    CAPÍTULO III

    DA NATUREZA E DAS FINALIDADES DO DESPORTO

    Art. 3o O desporto pode ser reconhecido em qualquer das seguintes manifestações:

    II – desporto de participação, de modo voluntário, compreendendo as modalidades desportivas praticadas com a finalidade de contribuir para a integração dos praticantes na plenitude da vida social, na promoção da saúde e educação e na preservação do meio ambiente;

    O EB se arvora legislador e edita portarias totalmente inconstitucionais que ferem todo o ordenamento jurídico. O CAC não é obrigado a se filiar a nada ou participar de competições ou a número determinado de frequência a stands de tiro.

    CONCEITUANDO MODALIDADES DESPORTIVAS
    Buscando clarear a interpretação da expressão
    “modalidades desportivas” cita-se o Dicionário
    Enciclopédico Tubino do Esporte, p.36: no século XII, a
    palavra francesa desport era uma variante de outra
    palavra – deport – que significava divertimento. No século
    XIV os ingleses começaram a utilizar a palavara disport
    com o sentido de passatempo, recreação, jogo.

    A partir desse mesmo período os marinheiros
    mediterrâneos usavam a expressão se desporter para se
    referir a diversões de confronto entre as suas habilidades
    físicas. Na Alemanha, em 1950 a palavra que significava
    Educação Física foi substituído pelo termo
    sportunterright, traduzido por esporte, que considerava
    todas as atividades físicas e esportivas.

    Os dicionários atuais indicam desporto como prática
    de exercícios próprios para desenvolver o vigor e a
    agilidade; processo de aperfeiçoamento físico e de
    educação do espírito; divertimento; recreação; folga e
    distração.

    Já a Constituição Federal de 1988, ao tratar o
    esporte como “direito de cada um”, parece estar
    referindo-se, também, ao esporte de lazer, uma vez
    que a mesma Constituição colocou o lazer entre os
    direitos sociais (Título II, Capítulo II, artigo 6º). No
    que diz respeito à formulação de ações,
    encontramos no Título VIII, Capítulo III, Seção III, no
    Artigo 217, no 3º Parágrafo do Item IV: “O Poder
    Público incentivará o lazer como forma de promoção
    social.”

    ESPORTE RECREATIVO: realizado de forma
    lúdica caracterizado pela livre escolha, tendo como
    expressão a festa e a alegria.

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