John Patterson, a história do caçador de leões

giaconi-small
Luiz Giaconi é empresário, escritor e jornalista formado pela faculdade Cásper Líbero; Pós-Graduado em Política e Relações Internacionais pela FESP-SP.

Era final do século XIX. O Império Britânico dominava grandes extensões da terra, das ilhas britânicas, ao Canadá; de boa parte da África (após a Conferência de Berlim e a partilha do continente africano, em 1885) até a Austrália e territórios na Oceania e Ásia. A Pax Britannica estava no seu auge. Foi o maior império não contínuo da história, onde o sol jamais se punha. Ao mesmo tempo em que dominavam povos ao redor do mundo, os britânicos levavam novas tecnologias para seus novos súditos conquistados. Nas palavras do autor Rudyard Kipling, era “o fardo do homem branco”.john patterson

Entre as mais importantes inovações estavam as estradas de ferro, que já eram bastante presentes na Europa e na América do Norte. Mas, na África, a fauna local se mostrava capaz de gerar grandes transtornos para os conquistadores, especialmente no estabelecimento da ferrovia de Uganda, que ligaria o interior do continente africano até o litoral do Quênia. Especialmente problemática foi a construção de uma ponte ferroviária sobre o rio Tsavo, no atual Quênia. Para resolver o problema, era necessário um especialista. Com as melhores armas que a tecnologia da época poderia oferecer. Esse homem era John Patterson.

Origens e os “leões devoradores de homens de Tsavo”

John Henry Patterson tinha origem irlandesa. Nascido em 10 de novembro de 1867, na pequena vila de Ballymahon, no centro da Irlanda, filho de pai católico e mãe protestante. Aos 17 anos, Patterson seguiu um caminho comum para os jovens daquele período, especialmente irlandeses e escoceses de origem humilde: entrou para o exército de sua majestade. Mostrando grande capacidade e disciplina, Patterson rapidamente subiu na carreira militar. Aos 31 anos era tenente coronel, após servir com distinção na Índia, então território dos britânicos. No início de 1898, foi comissionado pela construtora da estrada de ferro de Uganda para supervisionar a construção de uma ponte sobre o rio Tsavo. Lá sua vida mudaria para sempre.

Ao chegar ao local da construção, em março do mesmo ano, os problemas começaram. Logo após a chegada de Patterson, leões começaram a atacar os trabalhadores da ferrovia. Os funcionários, em sua maioria de origem indiana, eram atacados durante a noite e devorados vivos. Para tentar conter os ataques, cercas de espinhos em volta dos acampamentos, fogueiras queimando a noite toda e toques de recolher logo foram impostos no local, para aumentar a segurança. Pouco adiantou, já que os leões pulavam as cercas, ou passavam por buracos que encontravam nas mesmas, invadiam as tendas e arrastavam suas vítimas para fora, alimentando-se dos aterrorizados empregados da estrada de ferro. A situação chegou a um ponto em que a construção da ponte foi completamente paralisada, devido à fuga maciça dos funcionários do local.

Além das perdas financeiras, devido aos atrasos nas obras, pela perda de vidas, e pela ameaça que os leões representavam, Patterson tinha outro problema. Como o inicio dos ataques coincidiu com a sua chegada, trabalhadores mais supersticiosos logo o culpavam pelo ocorrido, o que ameaçava sua autoridade e segurança no local. Muitos funcionários acreditavam que os leões representavam maus espíritos, que estavam lá apenas para punir aqueles que trabalhavam para o homem branco.

O que dificultava ainda mais as tentativas de emboscar os leões, era o fato de que eles possuíam um comportamento bastante incomum, não temendo contato com o homem, fogo e apreciando a carne humana. Logo se descobriu que eram dois os leões os responsáveis pelos ataques, e que eles possuíam uma característica distinta: eles não possuíam juba. Estima-se que nos nove meses seguintes, o número de mortes causadas pelos animais chegou a 140, segundo Patterson. Registros da companhia ferroviária atribuem 28 mortes aos ataques dos felinos. Pesquisas recentes, através de análise de DNA e das ossadas dos leões colocam o número de vítimas entre 30 e 40.

Algumas teorias foram elaboradas para explicar o motivo de tantos ataques dos leões aos seres humanos. Patterson declarou ter visto vários corpos mal enterrados, ou em covas abertas na região. Isso se deve a duas coisas. A primeira é o fato de que vários trabalhadores de origem hindu, ao falecer, eram incinerados em fogueiras, o que não destruía completamente seus corpos. O segundo motivo é que a travessia do rio Tsavo era um local de passagem de caravanas de escravos. E os corpos daqueles que não sobreviviam à viagem eram frequentemente jogados no rio. Isso teria adaptado o paladar dos leões locais à carne humana. Essas condições, aliadas a uma queda na quantidade de alimentos de origem animal devido à doenças, e um enorme suprimento de carne humana para se alimentar, transformaram os dois leões de Tsavo em máquinas de matar.

 john patterson lee-enfield

Patterson tinha conhecimento para lidar com grandes animais. Durante seu serviço militar na Índia, ele se tornou um experiente caçador de tigres. Por meses ele se dedicou apenas à caça aos leões. Após várias tentativas, criando armadilhas e tentando emboscar os leões do alto de uma árvore, Patterson conseguiu matar o primeiro leão no dia 9 de dezembro. O animal foi ferido numa das patas traseiras por um tiro disparado por um rifle Martini-Enfield, calibre .303. Mesmo ferido, o leão conseguiu escapar. No mesmo dia, o leão ferido retornou e começou a rondar a plataforma de observação de Patterson. Utilizando um rifle Lee-Enfield, também de calibre .303, Patterson atingiu o animal no ombro. O tiro foi fatal, já que a bala atravessou o coração. O corpo foi recuperado na manhã seguinte.

john patterson martini-enfield john patterson martini-henry

O outro leão durou mais alguns dias e deu muito mais trabalho. Em 29 de dezembro do mesmo ano, ele foi avistado por Patterson, que havia preparado uma armadilha com carcaças de cabras. Do alto de uma plataforma e usando o Lee-Enfield, ele atingiu duas vezes o animal, que conseguiu fugir. No dia seguinte, Patterson encontrou o leão ferido novamente. Ele disparou mais três tiros com o Lee-Enfield, mas ainda não era o suficiente para abater o animal, que mesmo severamente ferido, continuava a perseguir o caçador. Usando uma carabina Martini-Henry, Patterson finalizou o serviço, com dois tiros no peito e uma bala fatal, na cabeça do leão. Segundo os relatos de Patterson, o animal morreu rugindo, e ainda tentando atacar o seu algoz.

Além do fato de não possuírem juba, ambos os leões tinham mais uma característica marcante: eram extremamente grandes, cada um medindo mais de três metros de comprimento, do focinho até a ponta da cauda e um metro de altura, quando colocados nas quatro patas. O que os tornava ainda mais fortes e ameaçadores para os moradores da região e para Patterson. Oito homens foram necessários para carregar os animais de volta ao acampamento.

John Patterson Second_Tsavo_lion

John Patterson_with_Tsavo-Lion

John Patterson se tornou um herói para a população local e para o Império. Notícias de seu feito logo chegaram à metrópole, e ele recebeu dezenas de telegramas de congratulações. Relatos do incidente foram inclusive mencionadas numa sessão da Câmara dos Comuns, o parlamento britânico, pelo primeiro ministro, Lorde Salisbury. Com a ameaça dos leões eliminada, a ponte atravessando o rio Tsavo seria concluída pouco depois, em fevereiro de 1899. Parte da ponte seria destruída por soldados alemães durante a Primeira Guerra Mundial. Após o conflito, a estrutura foi refeita pelos britânicos e a estrada de ferro voltou a operar.

john patterson leões título John patterson leões

Mesmo com todos os prêmios e condecorações recebidos pela vida, Patterson considerava a maior delas o presente que havia ganhado dos funcionários da estrada de ferro, os mesmos que o responsabilizaram pelos ataques: uma tigela de prata com as seguintes inscrições: “Senhor, nós, seus funcionários da ferrovia o presenteamos com essa tigela, como sinal de nossa gratidão pela sua bravura na caçada aos dois leões devoradores de homens, colocando sua vida em risco, e nos salvando do destino de sermos devorados por esses terríveis monstros, que durante a noite invadiam nossas tendas e levavam nossos companheiros. Ao lhe entregar essa tigela, nós rezaremos e rogaremos para que o senhor tenha uma vida longa, repleta de felicidade e prosperidade. Seremos eternamente gratos ao senhor. 30 de janeiro de 1899.”

John Patterson Tsavo_lions_at_Field_Museum_Chicago_2

Por 25 anos, as peles dos dois leões foram o outro troféu de Patterson, servindo como tapete da sala de sua casa. Em 1924, um museu de Chicago aceitou pagar 5 mil dólares (cerca de 70 mil dólares, em valores atuais), pelas duas peles. Maltratadas por anos sendo usadas como tapete, o couro dos animais foi restaurado e até hoje está em exibição, junto com o crânio dos leões.

john patterson 2

Patterson publicou seu primeiro livro em 1907, “Os devoradores de homens de Tsavo”. A obra logo se tornou um sucesso de vendas e posteriormente serviu como inspiração para três filmes: “Bwana Devil”, de 1953; “Killers of Kilimanjaro”, de 1959; e o mais recente e conhecido: “A Sombra e a Escuridão” (The Ghost and the Darkness), de 1996, com Val Kilmer representando uma versão romantizada de Patterson e Michael Douglas como um caçador fictício.

john patterson, the ghost and the darkness

Vida após Tsavo

John Patterson serviu o exército britânico durante a Guerra dos Boers (1899-1901), inclusive sendo condecorado por bravura em combate. Ele voltaria a Tsavo em 1906, para participar de uma caçada. Nessa ocasião, inclusive, ele foi o responsável pela descoberta de uma nova subespécie de antílope, que foi batizada de Taurotragus oryx pattersonianius, em homenagem a Patterson. Entre 1907 e 1910, Patterson foi o caçador chefe do então território britânico do Leste da África (atuais Quênia e Uganda).

Durante a Primeira Guerra, Patterson serviu como comandante da Legião Judaica das forças britânicas, por sua simpatia ao judaísmo e ao movimento sionista. Comandou com distinção as tropas judias nas campanhas de Gallipoli e da Palestina. Patterson se aposentou em 1920, após mais de trinta anos de serviço militar. Como civil, ele continuou apoiando causas em defesa da comunidade judaica, inclusive o estabelecimento de um estado judeu no oriente médio, e denunciando os crimes cometidos pelos nazistas. Patterson era inclusive defensor da criação de um exército judeu para combater os nazistas e a ameaça do holocausto. Ele viria a publicar mais três livros, onde contava suas experiências durante a guerra.

Nos anos 40, durante a Segunda Guerra, John Patterson foi morar na Califórnia, junto com sua esposa, onde continuou a fazer parte do lobby pró-judeu nos Estados Unidos. Faleceu dormindo, aos 79 anos de idade, em 1947, um ano antes do estabelecimento de Israel. Como último desejo, pediu para que seus restos mortais fossem levados para o futuro Estado judeu, para que ele e sua esposa fossem devidamente enterrados junto aos homens que ele comandou durante a campanha da Palestina. Lá, num cemitério militar, descansa John Henry Patterson, o homem que derrotou os leões devoradores de homem de Tsavo.


Publicado em Artigos, História

Warning: mysqli_num_fields() expects parameter 1 to be mysqli_result, boolean given in /home/wp_rhsrt6/defesa.org/dwp/wp-includes/wp-db.php on line 3078

Warning: mysqli_num_fields() expects parameter 1 to be mysqli_result, boolean given in /home/wp_rhsrt6/defesa.org/dwp/wp-includes/wp-db.php on line 3078

Warning: mysqli_num_fields() expects parameter 1 to be mysqli_result, boolean given in /home/wp_rhsrt6/defesa.org/dwp/wp-includes/wp-db.php on line 3078
21 comentários sobre “John Patterson, a história do caçador de leões
  1. Rafaela disse:

    Que coisa medonha!
    É histórico mas não por isso aceitável que naquela época a caça a animais fosse considerado um ato heroico.
    Agora nos dias atuais…
    Não vejo motivo para divulgar essa história que não seja com o objetivo de continuar cometendo o mesmo erro.
    Repugnante!

    • Lucas Silveira disse:

      Você chegou a ler a matéria, Rafaela?

    • Luiz Giaconi disse:

      Agradeço a crítica, são sempre bem vindas. Heroico foi acabar com dois animais ferozes que mataram dezenas de homens. E matariam indefinidamente, já que por N motivos eles se adaptaram à carne humana. Basicamente o mesmo procedimento que se tem com um cachorro raivoso, só que no caso relatado, numa dificuldade e periculosidade muito maiores.
      A meu ver, erro é permitir que seres humanos sejam devorados, como num bufê. Mas é só o meu modo de ver as coisas.
      E respeito sua opinião contrária.
      Agora já que você acha a história repugnante, por isso mesmo ela deve ser divulgada. Afinal, só aprendemos com os “erros” do passado, não é mesmo?
      Obrigado pela audiência.

    • Daniel Uhlendorf disse:

      Rafaela, pare de viver de ilusões, saia dessa Matrix. Não sei onde a humanidade vai parar quando esse tipo de pensamento for maioria. Várias pessoas, do conforto das sua poltronas, achando que hamburger vem do supermercado. Enquanto isso, aqueles que estão lá produzindo o hambúrger, construindo as pontes, trabalhando para que a comida chegue as suas mesas, são massacrados por esses intelectuais de apartamento.

    • Paulo Vitor disse:

      Animais devoradores de homens tem que ser caçados e mortos sim, isso se chama legítima defesa.

  2. José Leonardo Castaldelli disse:

    Ótima história, vou a trás do livro, pois fiquei curioso!!!

  3. Filipe disse:

    Parabéns pelo artigo! o filme A sombra e a Escuridão é um dos meus preferidos..

  4. Roberto disse:

    Excelente texto ! Parabens !
    Ler sobre grandes caçadas e aventuras é sempre muito prazeroso.
    sds

  5. Paulo Diego disse:

    Luiz Giaconi,

    Ótimo artigo, e digo mais em uma sociedade que se urbaniza a cada dia mais e que mais e mais se distancia da Natureza, poucos são as pessoas que convivem tão de perto com o inestimável patrimônio natural quanto o caçador/conservador. Essa convivência é a base da consciência que o torna o mais ferrenho inimigo da caça clandestina e o primeiro a reivindicar mais intensa e melhor fiscalização.

    Grande abraço

  6. Kelvin Caetano disse:

    Parabéns…
    Bela história e sem dúvida Patterson foi um grande Herói…
    Digno de suas condecorações.

    Abraços.

  7. Domingos Stuchi Junior disse:

    Caçar ou não é um direito de cidadania uma opção, o que é preciso urgente é regulamentar está atividade e tirar da clandestinidade milhares de pessoas e com os recursos gerados recuperar e proteger os ecossistemas e a extinção das espécies.
    Enquetes e pesquisas não vão demonstrar a realidade, está comprovado através de pesquisas em diversos países que 15% da população é adepta do Abate de Caça e 6% são caçadores ativos( no Brasil estimamos 12 milhões de caçadores na clandestinidade) podemos e devemos mudar está realidade.
    Precisamos diferenciar Matança e destruição da fauna, com regulamentação do abate de caça para consumo humano, pois temos problemas com animais exóticos ( javalis, lebrão europeu, búfalos, etc) com populações em crescimento e sem nenhum controle e de animais silvestres c/ populações acima da capacidade de suporte do ambiente e praticamente sem controle como algumas espécies de pombos, capivaras, etc.
    Existem diversas zoonoses, que estão sendo incubadas e disseminadas pelos animais silvestres criando um problema serio p/ a fauna, p/ os animais domestico e o homem com a regulamentação do abate de caça pode ter recursos financeiros e estruturais para estudar estes animais mapear as principais regiões endêmicas e criar políticas publicas de controle destas doenças. ( brucelose, aftosa, febre maculosa, gripes, etc)
    A França é um bom exemplo em quem podemos nos espelhar, hoje a população de animais de abate de Caça é 20 vezes ( isto Mesmo) maior que do inicio do século XX e existem 4 milhões de caçadores regulamentados que movimentam uma economia para preservação e utilização Sustentável da fauna de 4 bilhões de dólares ano e que varias espécies de animais ameaçados de extinção estão sendo reintroduzidos na natureza
    Tenho muitos outros exemplos em todo o mundo como estudioso do assunto e ambientalista
    Atenciosamente
    Domingos Stuchi Jr. Zootecnista – mingostuc@ig.com.br

    • Melquizedek Andrade Araujo disse:

      Defensores da natureza, militantes pro vida selvagem, etc… que ficam a criticar por criticar, mesmo que os relatos tratem de experiências e práticas que já foram abandonadas esquecem, ou não sabem, o que foi que possibilitou a humanidade chegar até aqui. Foi nossa capacidade de comer de tudo e nossa engenhosidade para caçar e abater grandes animais. Com o abandono da caça e da pesca pelas famílias e pelos grupos em troca da produção em larga escala, o homem se tornou letárgico e preguiçoso e hoje enfrenta uma epidemia de obesidade e outras doenças relacionadas ao sedentarismo. A natureza nos forjou como grandes predadores, e o abandono disso nos tornou estes seres pálidos e fracotes que nos tornamos.

  8. Alexandre Bives disse:

    Parabéns pelo texto, Gosto do filme A sombra e a Escuridão . Caçar é um esporte como qualquer outro, desde que legalizado, eu cresci ouvindo histórias do meu avo e gosto disso.

  9. tiago disse:

    foi necessário abater aqueles dois animais,pois havia uma grande obra a ser concluída e muitas vidas humanas estavam sendo perdidas naquele local.

  10. Rafael Arruda disse:

    Caçar animais para sobreviver tudo bem e esse foi o caso relatado no texto. Os animais eram de alto nível de periculosidade, ou matavam os leões ou eles continuariam matando pessoas. O que acho errado é a caça predatória apenas por caçar. Existem pessoas que simplesmente matam animais só por matar mesmo, não caçam para comer a carne ou para se defender, caçam para exibir a caça como um troféu e isso é repugnante sim.

  11. Tiago Pereira disse:

    leoes nao atacam seres humanos, nao fazemos parte da sua cadeia. O q motivou os ataques pode ter sido como falado os escravos mortos eram jogados no rio e as covas mal tampadas. Leões são territorialistas e vão atacar quem invadir seu território.

  12. Joao Leonello disse:

    Excelente artigo, muito bom!!!

    Parabens.

  13. Carlos Dente disse:

    Meu filme favorito (A Sombra e A Escuridão), sempre lamentei que o livro do Coronel Patterson não tenha sido traduzido para o português.

  14. Alexandre Leão disse:

    Acredito que foi um feito enorme na época que ocorreu esta estória, porem o Ser humano, vem tendo essa visão e utilizando de todas as maneiras para acabar com a fauna e destruir o planeta em que vivemos, li em algumas resposta ai em cima, que o homem tem sim que abater animais que devoram homens etc… mas e o Homem que esta destruindo o planeta ? vai ter algum animal ou alguém que vai parar isso ???
    Dizem que o ser humano evoluiu, e toda essa evolução foi através de guerra, um matando o outro, criação de bombas e armas, e armas químicas que destrói nosso planeta e a raça humana também, onde existe Ser Humano, existe a destruição e depois vem falando que é para o desenvolvimento, se formos comparar a data de hoje com a de dez anos atras, vamos perceber claramente que o clima esta cada vez mais quente, sem chuvas e matas cada dia mais sendo queimadas para o desenvolvimento do homem, e isso gera cada vez mais efeito estufa, o ser humano infelizmente esta destruindo o planeta que vive… daqui a algumas décadas nosso lindo planeta estará como Marte, vermelho e muito quente, onde aparentemente não existe vida… vamos proteger nossa fauna e flora, parar com o desmatamento e queimadas e assim, vamos ter uma vida melhor.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*