Como escolher uma faca para defesa pessoal (Parte 1/2)

INTRODUÇÃO

Apesar do advento das armas de fogo, as lâminas, além de ferramentas indispensáveis, são também parte insubstituível de um kit de sobrevivência urbana ou de combate.  A escolha da faca adequada, portanto, consubstancia justa preocupação daqueles que têm interesse em proteger a sua vida, sua família e sua propriedade.

Neste texto, veremos os pontos mais relevantes a serem considerados quando da escolha da faca, de maneira sintética e  didática a fim de auxiliar o leitor nesta empreitada. Trataremos dessas características com ênfase na escolha para DEFESA PESSOAL. Ao se escolher facas para outros fins, como sobrevivência na selva, cortes pesados, ornamento, colecionismo, cozinha, etc., outros fatores – que não estão explícitos neste texto – deverão ser levados em consideração.

 

1. PORTABILIDADE

O requisito número um ao escolher uma faca é a portabilidade. Você vai conseguir trazer esta peça consigo 24h por dia, 7 dias por semana? Veja, de nada adianta você ter rifles, carabinas, pistolas, submetralhadoras ou granadas em casa, se na hora do conflito, nada estiver em seu poder.

Da mesma forma, facas grandes e brilhantes são atraentes, mas um canivetinho discreto pode ser muito mais útil, contanto que esteja na sua mão na hora de maior necessidade.

Assim, em regra, considerando os hábitos urbanos brasileiros, é mais interessante que a sua faca de defesa pessoal seja pequena, com até 25cm ou mesmo um modelo dobrável (canivete).

Como regra, pessoas maiores têm mais facilidade em portar lâminas maiores ao passo que as menores acabam sendo obrigadas a portar lâminas compatíveis com sua estatura. Apesar disso, fatores como as vestimentas habituais do usuário pesam significativamente na facilidade do porte.

Pessoas que usam roupas mais volumosas, casacos, jaquetas ou blazers têm mais facilidade para ocultar lâminas maiores, ao passo que aquelas que se vestem com trajes mais leves têm dificuldades nesse sentido.

 

1.1. Lâminas fixas versus lâminas dobráveis

Ao tratar de portabilidade é necessário tratar também de duas grandes categorias de lâminas, quais sejam as lâminas fixas e as lâminas dobráveis (canivetes).

O carro chefe da decisão entre facas ou canivetes está exatamente no quão portátil esta ferramenta é para o operador. Esta é uma característica particular, idiossincrásica e deve ser avaliada com cautela.

Nenhuma das opções é a escolha definitiva. Para ganhar portabilidade, perde-se resistência e velocidade no saque. Para ganhar resistência e velocidade no saque, perde-se portabilidade. Ou seja: as lâminas fixas são mais confiáveis por serem mais resistentes, não dependerem de travas ou eixos para seu perfeito funcionamento e, ao serem desembainhadas já estarem prontas para o uso. Os canivetes, com cerca de metade do volume de uma lâmina fixa são mais fáceis de se portar, contudo, são mais frágeis, dependem de uma estrutura de eixos e travas para funcionar adequadamente e também precisam ser abertos antes de usar.

Chaves Hunter Damasco

 

Foto: Faca artesanal de lâmina fixa e aço damasco. Cuteleiro Luciano Chaves.

 

1.1.1. Travas

Ao se optar por uma lâmina dobrável, deve-se atentar para o tipo de trava que manterá o canivete aberto durante o combate. Existem alguns tipos mais conhecidos de travas, como o framelocks, linerlocks e lockbacks. De modo geral os lockbacks tendem a ser mais confiáveis, mas isso varia bastante de acordo com a qualidade da construção da peça.

Assim, deve-se descartar de pronto qualquer canivete de “camelódromo”, cópias chinesas, peças de baixo custo, itens de origem desconhecida ou fabricantes com má fama. Se a ideia é optar pelo menor custo possível, escolha uma lâmina fixa full tang (faca feita de peça única de aço). Não economize demais em canivetes, o barato sai caro. Se alguma coisa pode dar errado, dará errado, e na pior hora possível.

falsificações

Imagem: Canivetes de “camelódromo”. Falsificações de marcas famosas.

 

1.2. Bainha

As bainhas são quase tão importantes quanto as facas pois são o elo entre o “ter” a ferramenta e o “utilizar” a ferramenta. Basicamente são feitas de três materiais na maior parte dos casos:

a) Couro: Confortáveis e de baixo volume, podem ser usadas tanto oculta quanto ostensivamente. Para o uso dissimulado deve-se evitar os modelos com passadores para cinto e dar preferência àqueles com clipes.

adaga sw

 

Imagem: Adaga Smith & Wesson com bainha de couro.

 

b) Nylon: Volumosas e normalmente desaconselháveis para o uso dissimulada, as bainhas deste material são úteis para o uso ostensivo. Em regra têm passadores de cinto e algum compartimento extra para pedras de afiar ou outros acessórios.

Cold Steel Kukri Machete

 

Imagem: Facão Cold Steel Kukri Machete com bainha de Nylon.

 

c) Kydex ou equivalentes: Esse material plástico é utilizado largamente nas facas mais modernas. Ele é facilmente moldado e a construção de uma bainha neste material é relativamente mais fácil que  nos outros dois. Quando feitas para o uso velado, possuem clipes que se prendem ao tecido da roupa do operador. É um pouco mais desconfortável, quanto comparado ao couro, mas têm a vantagem de impedir que o suor atinja a lâmina, preservando-a por mais tempo.

CRKY First Strike

Imagem: Faca CRKT First Strike com bainha de Kydex.

 

1.3. Clipe tático

Os clipes são utilizados para prenderem bainhas ou canivetes ao tecido da roupa do operador. São indispensáveis para o uso velado de facas e canivetes, estando presentes em suas bainhas e cabos, respectivamente.

Um canivete sem o clipe tático não deve ser utilizado para defesa pessoal, pois dificilmente estará pronto para o uso no momento de estresse. Um canivete na mochila ou no fundo do bolso não é uma arma, mas apenas um pedaço de metal de pouca utilidade naquele momento.

Ka-Bar Mule

 

Imagem: Canivete Ka-Bar Mule com clipe tático.

 

2. GEOMETRIA

As lâminas estavam entre as primeiras ferramentas inventadas pelo homem. Desde então são incontáveis os modelos criados. É evidente que não existe uma receita definitiva para a melhor geometria de uma lâmina, todavia, conhecer alguns pontos pode ajudar na escolha de um objetivo adequado às expectativas do usuário.

Comecemos pelas pontas, existem diversos tipos delas, sendo os mais comuns:

a) Spear point: Comuns em adagas, são centralizadas em relação à lâmina. Sua maior vantagem é o poder de estocada.

Adaga Ferrari

 

Imagem: Adaga artesanal de Francisco Ferrari com spear point.

b) Clip point: Trata-se de desenho bastante afilado, utilizado em facas de modelo clássico, como as bowies. Dependendo do quão fina se torna a ponta, ela ganha em poder de estocada, mas perde resistência.

SOG Seal Pup Elite

 

Imagem: Faca SOG Seal Pup Elite com clip point.

c) Drop point: Mais arredondada que a Clip point, é uma opção mais sutil, que perde ligeiramente em termos de estocada, mas ganha em resistência.

Buck Strider Ed Lim num

 

Imagem: Canivete Buck Strider Edição Limitada com drop point.

d) Tanto: São as pontas orientais tradicionais. Têm ótima resistência e bom poder de estocada.

tanto padilha

 

Imagem: Faca artesanal do cuteleiro Hilton Padilha com ponta tantô.

Também é importante observar o ângulo de ataque do fio em relação ao alvo: nas facas como as kukris, o ângulo agressivo de ataque faz com que os cortes sejam mais brutos, ao passo que nas facas no estilo “cimitarra”, exatamente no ângulo oposto, os cortes tendem a ser mais suaves, transferindo menos o impacto para as mãos do usuário.

Cold Steel Kukri Machetes

 

Imagem: Facas Kukris da Cold Steel.

Por falar em fio, esse sim é um assunto extremamente complexo que não será detalhado aqui. Os tipos de desbaste do material metálico implicam diretamente na qualidade do corte e na resistência mecânica da faca. Grosso modo, podemos separar as facas em Hollow Ground (1) e Flat Ground (2).

KnifeEdges

 

 

Imagem: tipos de fio.

Combinado a isso, temos incontáveis modelos de cabos, guardas e do próprio desenho da lâmina, formando um número infinito de modelos de facas. Citemos as mais comuns abaixo,  apenas a título exemplificativo:

 

a) Bowie

Ferrari Bowie Damasco 02

 

Imagem: Bowie artesanal do cuteleiro Francisco Ferrari.

b) Kukri

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Imagem: Kukri artesanal nepalesa.

c) Adaga

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Imagem: Adagas SOG

 

d) Utilitária

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Imagem: Utilitária artesanal de Jean Hugo Callegari

e) Sorocabana

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Imagem: Faca sorocabana artesanal de Sandro Boeck

d) Kriss

kris

 

Imagem: Espada Kriss Traditional Filipino Weapons. Este modelo de fio também é usado em lâminas mais curtas. 

3. SAQUE

O saque é a ação que coloca a arma em combate. Sua velocidade é fundamental em situações de estresse e pode ser o fator decisivo no sucesso de um contra-ataque e é influenciado por uma série de fatores, notadamente:

a) Treinamento: A repetição consistente do movimento de saque, orientada por um profissional capacitado, reduz significativamente o tempo entre o início do movimento e a prontidão da arma. É importante ressaltar que estre treinamento deve ser bem conduzido. A repetição numerosa de um movimento errado não traz nenhuma vantagem.

b) Vestimentas: Quando se fala em defesa pessoal, em regra trabalha-se com vestimentas civis e a arma oculta. Dessa maneira, quanto mais camadas de roupas existem sobre a faca, maior é o tempo de saque.

c) Localização da arma: Leva-se mais tempo para sacar uma faca do tornozelo do que uma faca na cintura. A faca de defesa deve estar sempre a pronto emprego, portada em local de acesso imediato.

d) Bainha: Quanto a escolha da faça em si, um dos fatores diretamente ligados à velocidade do saque é o tipo da bainha. Conforme explicado acima, elas são construídas basicamente de três materiais distintos (couro, kydex ou nylon) e podem ter diversos tipos de travas. Quanto mais travas e quanto mais complexas elas são, por óbvio, maior a morosidade do saque. Assim, recomenda-se escolher bainhas com trava única ou sem trava – caso a modalidade de porte da faca permita.

e) Sistema de acionamento (no caso de lâmina dobrável): Um fator relevante na escolha do canivete para defesa é o sistema de acionamento. Aqueles utilitários em que se precisa das duas mãos para abrir não se prestam à função de defesa.

e1. Balisongs: As primeiras lâminas dobráveis com o advento da abertura com apenas uma das mãos foram as chamadas balisongs (batangas ou canivetes butterfly). De maneira geral são facas extremamente confiáveis, quando bem construídas, todavia, necessitam de algum treinamento “extra” do operador, para realizar a abertura com confiança.

Balisong 05

 

Imagem: Canivete Balisong.

e2. Pinos de abertura: Um dos mecanismos que auxiliam na abertura com uma das mãos são os pinos de abertura, utilizados por diversos fabricantes. É uma opção bastante comum e com razoável confiabilidade.

Ka-Bar K2

 

Imagem: Canivete Ka-bar K2 com pino de abertura.

e3. Furos para o polegar: Tradicionalmente utilizados pela estadunidense Spyderco, os furos permitem, assim como os pinos, que o operador abra o canivete usando o polegar.

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Imagem: Canivete Spyderco/Byrd Crossbill com furo para polegar.

 

e4. Abertura assistida: Com a proibição dos canivetes automáticos em alguns locais, as indústrias passaram a desenvolver a chamada abertura assistida. Consiste em um sistema onde o início do movimento de abertura é feito com o polegar, sendo finalizado por ação de mola.

Kershaw Blur

 

Imagem: Canivete de abertura assistida Kershaw Blur.

 

e5. Canivetes automáticos: São aqueles que abrem apenas pressionando-se um botão. Dependem de um sistema de molas para funcionar. São rápidos porém apenas recomenda-se a utilização de canivetes automáticos de marcas realmente confiáveis para reduzir o risco de falhas mecânicas. Se alguma coisa pode dar errado, vai dar errado e na pior hora possível.

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Imagem: Canivete automático Microtech Troodon

e6. Sistema Wave (Emerson Opener) e semelhantes: São canivetes com um gancho no dorso da lâmina que, ao se prender aos tecidos do bolso ou colete do operador, abrem o canivete automaticamente durante o saque, sem depender de ação de mola. Por serem mais simples, são mais confiáveis que os canivetes automáticos.

 Vídeo: Abertura de canivete Spyderco Endura 4 Wave utilizando o sistema Wave (Emerson Opener)

 

Continua em breve. Acesse nosso site regularmente para acompanhar as novidades.

 

Lucas Silveira

Instrutor de Kali Silat e Combate com Facas, ministrou cursos ao Exército, Força Aérea e ao público civil em diversas unidades da federação.

Quer aprender mais? Entre em contato via lucas@defesa.org e leve um curso para a sua cidade.

 


Publicado em Artigos
119 comentários sobre “Como escolher uma faca para defesa pessoal (Parte 1/2)
  1. artur treichel disse:

    Olá lucas você ainda comercializa os modelos importados na Silveira knives?

    • Lucas Silveira disse:

      Artur, a Silveira Knives está inativa. Obrigado! :-)

    • DENIZART NASCIMENTO DE OLIVEIRA disse:

      Gostaria de saber a onde eu posso comprar este canivete spyderco Enduro 4 Wave do vídeo e uma boa Karambit,moro em V.Velha-ES.Assisto os vídeos com testes como da pistola pt938inox,revolver rt817inox 2″, pistola rt838,gostaria de saber se tem intenção de ministrar curso de combate com facas no meu Estado,Parabens pelo seu canal no ytube,fico no aguardo,MT obrigado.

  2. Anônimo disse:

    Lucas, não recomendo batanga (“butterfly”) para defesa pessoal se o cabo for escorregadio (experiência própria).

  3. Josue Hillmann disse:

    Muito boma as dicas vou comprar uma adaga amanhã foi ótimo saber o que comprar,de boa qualidade… Valeu mesmo \m/

  4. Felipe disse:

    Olá. Gostaria de saber onde comprar canivetes butterfly originais. Tenho comprado vários ultimamente para praticar e fazer demonstrações, mas com pouco tempo de uso eles acabam se desmontando.

  5. Pedro Vitor Kamma Andrade disse:

    Caso um policial tente “apreender” minha faca, o que eu posso dizer para evitar esse abuso de autoridade extremamente comum?

  6. Cláudio Oliveira disse:

    Uma faca só poderá ser apreendida caso haja denúncia ou flagrante de ameaça ou como instrumento de crime. A pura e simples faca ou qualquer material pérfuro-cortante não enseja sua apreensão ou detenção de quem à porta ou transporta, com excessão das armas-brancas (armas dissimuladas ou próprias para combate e sem finalidades domésticas ou utilitárias). Exemplo claro de arma-branca seria o punhal, a baioneta, caneta-revólver, bengala-estoque, etc. Se não há lei anterior que o defina, autoridade policial cometerá abuso de autoridade no caso de apreensão da faca ou detenção da pessoa que porta ou transporta a lâmina. Agora é lógico que dependendo da índole do cidadão e o bom senso do policial conta na hora de ver direitos e obrigações perante à lei.

  7. Felipe Santos disse:

    Cadê a parte 2 ??

  8. LUIZ BÔDAS disse:

    OLÁ , GOSTARIA DE SABER QUAL O TAMANHO LIMITE PERMITIDO POR LEI PRA PORTAR UM CANIVETE OU UMA FACA PRA DEFESA PESSOAL ?
    OBRIGADO

    • Henrique disse:

      Não há lei de tamanho permitido, mas vai de bom senso. Você não vai carregar um facão de 40 centímetros na rua… Antigamente havia uma lei determinando o tamanho máximo permitido, mas não existe mais.
      Abraço!

  9. Marcelo disse:

    Henrique, agora há, no Rio de Janeiro, a Lei 7031/15 que torna crime portar lâminas de 10 cm ou maiores. Estão estudando uma lei que obrigue a todo trabalhador a cortar as unhas, para não arranhar os meliantes, caso ele deseje optar pela legítima defesa.

    • Carlos Lobo disse:

      Marcelo, vale lembrar que o uso de 90% das karambits não se enquadra nessa lei, haja visto que o tamanho de suas lâminas é inferior a 10cm. É o que eu tenho usado como defesa pessoal…uma smith & wesson com 7,5cm de lâmina.

  10. Dinarte disse:

    Excelente site. Pretendo visita-lo mais vezes. Me esclareceu dúvidas antigas. Parabéns.

  11. werik disse:

    os furos na lamina aumentam o sangramento da outra pessoa ?

  12. Yann silva disse:

    Lucas e os modelos de faca Karambit. Pode ser portada tranquilamente? É um modelo bom pra defesa pessoal? Gostei muito do estilo da lâmina e minha estatura é mediana.

  13. Marcelo disse:

    Bom dia a todos! Nessa violência sem limites, que se instalou em nosso País.. Estamos vulneráveis aos marginais, 70mil mortes anualmente, é impactante, inadmissível. Carlos lobo, eu quero uma smith & wesson com 7,5cm igualmente a sua. Gosto de caminhar, acho necessário nos dias de hoje, seja caminhando ou mesmo no meu carro, poder me defender. Como faço para adiquirir, uma lâmina como a sua?! Pode me indicar? Desde já agradeço. E obrigado pelas informações esclarecedoras a cerca de tão importante momento em que estamos vivendo, uma guerra, porém não declarada ainda. Obrigado a todos. E me desculpa qualquer equívoco, resolvi pesquisar sobre o assunto hoje.

  14. Antonio Santos disse:

    atençao se voces usarem uma lamina qualquer contra um marginal se ele tiver com uma arma de fogo ja era voce vai morrer baleado . nao se arrisque .eles nao tem nada a perder .

  15. Antonio Santos disse:

    atençao voces podem usar qualquer tipo de lamina se pegar um marginal com arma de fogo ja era , pense duas vezes , preciso ser um covarde vivo do que um eroi morto.abraço

  16. J. C. Madeira. disse:

    Não sei se vc conseguirá me responder: Qual a marca e modelo da FACA usada por Sylvester Stallone — (que faz o papel de Barney Ross), no Filme “OS MERCENÁRIOS 2”??

  17. J. C. Madeira. disse:

    Não sei se vc conseguirá me responder: Qual a marca e modelo da FACA usada por Sylvester Stallone — (que faz o papel de Barney Ross), no Filme “OS MERCENÁRIOS 2”??

  18. Luiz disse:

    Treino atrês marciais a alguns anos e agora treino combate com facas com um amigo com karambit e faca reta. Moro em Ribeirão Preto e as possuo tanto no modelo full Tang qto no modelo canivete com corte e sem e começamos a praticar exatamente por causa do quesito segurança e no meu caso em especial a segurança de minha esposa e filhas. Não tenho muito conhecimento da lei aqui em minha cidade mas se eu for portar tanto uma faca fixa ou canivete em minha cidade não terei nenhum problema? Caso tenha se for uma sem corte tem?

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