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Douglas Teixeira Lacerda – PSL/RJ (Pré Candidato Deputado Estadual)

Classificação: ESTÁ CONOSCO

 

Nome: Douglas Teixeira Lacerda
Partido/UF: Não Definido / RJ
E-mail: douglastl@uol.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/DouglasTL.BR
Twitter: https://twitter.com/DouglasTLacerda

Prova: E-mail (printado abaixo)

Instituto DEFESA entrevista Moisés Queiroz, pré-candidato a deputado federal

O Pré candidato a Deputado Federal, pelo Rio de Janeiro e pelo partido NOVO, MOISÉS QUEIROZ, concede entrevista a Lucas Parrini, do Instituto Defesa.

 

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/moisesqueiroz.moises/posts/1910398235667676

 

ID: Você é a favor do direito de legitima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Moisés Queiroz: O direito à legítima defesa já está configurado como um direito universal e, em consequência desse direito, a liberdade de acesso às armas já deveria estar em vigor no Brasil.

No Brasil, as controvérsias se acumulam. Como uma pessoa pode defender a legítima defesa e ser contra o acesso às armas. Sou totalmente a favor e vou lutar ainda mais pelo porte de arma para o Cidadão de Bem!

 

ID: Quais as principais mudanças que acredita ser necessárias sobre este tema?

Moisés Queiroz: Em primeiro lugar, a imediata revogação da Lei 10.826, Estatuto do Desarmamento e aprovação de lei que permita todo e qualquer cidadão de bem tenha o acesso e porte de arma de fogo. É bom lembrar que em 2005, 64% da população brasileira votou contra a proibição do comércio de armas de fogo no Brasil, mas hoje é praticamente impossível obter uma arma no Brasil. A decisão da maioria deveria ser respeitada. E isso é mais um motivo para sermos e lutarmos contra o desarmamento.

 

ID: Você considera benéfica a abertura de mercado de armas para outras marcas?

Moisés Queiroz: Não só de armas, a abertura do mercado beneficia a todos, vide o que aconteceu quando da abertura para empresas automobilísticas. É uma verdadeira revolução em prol da população, inclusive das empresas nacionais, que tendem a qualificar-se mais, com melhores produtos e preços.

 

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. Você acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente, os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

Moisés Queiroz: Interessante quando se fala sobre elitização da segurança. Quando vejo figuras públicas como artistas, políticos e empresários defendendo a proibição de acesso às armas, percebemos que os mesmos que defendem esse pensamento, têm, via de regra, um grande aparato de seguranças fortemente armados. Ou seja, a regra que vale para eles, não vale para os demais cidadãos. E isso, temos que mudar. Em relação à redução de impostos, certamente permitirá que cidadãos menos abastados tenham melhores condições para aquisição de arma para sua proteção.

 

ID: Caso assuma cargo na Câmara Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS, segurança pública?

Moisés Queiroz:

1) Direito de legítima defesa: aprimorar as leis já existentes a esse respeito (vide o caso do cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Correa, pela morte do suposto fã). Inconcebível ele estar respondendo processo criminal, podendo ser condenado até 20 anos de prisão. Quem invade sua casa/propriedade/lar, se responsabiliza pelas conseqüências, sendo qualquer ato de legítima defesa, uma excludente da punibilidade.

2) Liberdade de acesso às armas: Revogação imediata do Estatuto do Desarmamento e Projeto de Lei concedendo sempre ao Cidadão de Bem o direito ao porte de arma (sem poderes discricionários para autoridades vetarem o previsto na Lei); e

3) Quebra do mono/oligopólio CBC/TAURUS: A mudança no artigo 190 do R-105, que regulamenta produtos controlados, está sendo discutida e essa discussão poderá permitir a importação de armamentos que não tenham com fim específico das Forças Armadas, como espingardas, revólveres e determinados tipos de pistolas.

“Até então, a proibição vem de uma junção do artigo 190, que afirma que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá a importação negada ou restringida”, e do artigo 5º da portaria 620/06, que define que a compra do exterior será negada quando existirem produtos similares fabricados por indústria brasileira. Acredito que articulações políticas junto ao Comando do Exército possam mudar esta realidade.

4) Segurança Pública: Tema que discuto com propriedade, pois acompanho e estudo. Temos que elaborar um pacote onde o envolvimento do Executivo, Judiciário e Legislativo esteja todos em consonância. Unificação da Polícia, através de Lei Complementar. O Brasil é um dos pouquíssimos países onde há separação entre Polícia Civil e Polícia Militar. Uma Polícia que pouco se comunica, pouco interage e pouco se entende.

Defendo como a excludente de punibilidade para Policiais em exercício efetivo em áreas conflagradas. Não estou falando em pena de morte, estou me referindo à proteção aos Policiais.

Um Policial consciente, estimulado, com equipamentos adequados e respeitado, principalmente pelas demais autoridades, irá contribuir e muito com nossa sociedade. Prego a tolerância zero para quem anda a margem da Lei, não importando quem quer que seja. Tem que ser assim. Não podemos nos esquecer: “Não importa o quão importante você seja, a Lei sempre estará acima de você!”

 

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual você teria?

Moisés Queiroz: A princípio teria um Fuzil de Assalto Galil, utilizado pelas Forças de Defesa de Israel ou um Fuzil de Assalto SG 556 com mira acoplada da Swiss Arms AG. Ou então um Colt M4 Commando. Prática e com bom retrospecto em área urbana. Já arma de porte, ficaria com minha velha PST 24/7 Taurus .40. Sou fiel!

 

ID: Qual mensagem gostaria de passar para esses três grupos sociais?

Moisés Queiroz:

Cidadão brasileiro: Como já dizia Rui Barbosa, “quem não luta por seus direitos, não é digno deles”. Lutar (e essa luta começa nas urnas em 07 de outubro) renovando e elegendo quem tem compromisso com o Brasil e com os brasileiros;

Agentes de Segurança: Autoridade, superioridade nas ações, tecnologias, armamentos e equipamentos, aliados às constantes atualizações profissionais; ter sua retaguarda protegida sempre pela legislação.

Defensores de bandidos: Excetuando-se os advogados, quem defende bandido, bandido é, e tem que ir para o xilindró junto com ele.

Concluindo: temos que rever vários conceitos que ao longo de quase duas décadas, foram cultivados por uma esquerda perversa, má intencionada e corrupta.

Direitos humanos tem que ser direcionados para humanos direitos, a legítima defesa é universal. O trabalho, o empreendedorismo, a Educação, a privatização das estatais e a meritocracia têm que ser incentivados sempre. O progresso depende de cada um de nós. E dia 07 de outubro, o futuro do Brasil estará em nossas mãos. Pense nisso! Pense NOVO!

 

Facebook do pré-candidato: https://www.facebook.com/Mois%C3%A9s-Queiroz-327329001055634/

 

Instituto DEFESA entrevista Carlos Jordy, vereador de Niterói RJ e pré-candidato a deputado federal

Entramos em contato com o vereador da cidade de Niterói, no estado do RJ, Carlos Jordy, que defende a liberdade de acesso as armas e o direito de legítima defesa. Nessas oito perguntas podemos ver a força em que defende estas ideias.

Confiram a entrevista:

 

Vereador e pré-candidato a deputado federal, Carlos Jordy

 

ID: O Sr. é a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas?

Jordy: Sou a favor do direito de legítima defesa e da liberdade de acesso as armas. A liberdade de acesso às armas, ao meu ver, é um direito que é derivado do direito da legitima defesa e do direito a vida. Tal direito foi cerceado através do Estatuto do Desarmamento, que alega que retirar armas de circulação diminui a violência usando a falácia do “menos armas, menos crimes”. Com tal lei, quem acabou desarmado foi o cidadão de bem, aquele cidadão que queria proteger o seu patrimônio, a sua vida e de sua família. E os bandidos, que estão à margem da lei não se adequaram a legislação. O que ocorreu com tal Estatuto foi  que a população ficou à mercê do Estado que não consegue ser onipresente para proteger os cidadãos em todos os lugares e bandidos cada vez mais ousados que nos enxergam como meras ovelhas.


ID: Quais as principais mudanças que acredita serem necessárias sobre os tópicos acima?

 

Jordy: Primeiramente, é necessária a revogação do Estatuto do Desarmamento. Existe um Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional (Projeto de Lei 3722/2012, de autoria do Deputado Federal Rogério Peninha Mendonça – MDB/SC) que pretende revogar esta lei autoritária e totalitária que fez com que o cidadão de bem perdesse o seu direito à legítima defesa. Este Projeto não quer garantir armas a todos os cidadãos de maneira indiscriminada, mas sim que todos os indivíduos que cumpram os requisitos objetivos de capacitação técnica, capacitação psicológica e bons antecedentes criminais possam ter o direito de acesso às armas. A maneira que é feita hoje é ruim, pois, mesmo se a pessoa cumprir todos os requisitos legais, ele ainda fica sujeito ao crivo de um Delegado da Polícia Federal que na maioria das vezes está totalmente eivado da cultura desarmamentista. Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.

Nessa avaliação subjetiva, é averiguado se o cidadão é merecedor ou não de ter o acesso a uma arma de fogo e a regra principal de tal avaliação é que boa parte da população não seja merecedora de tal direito, a não ser que ele seja um político, alguém que ocupou postos na área de segurança pública ou alguém que faça parte do seleto grupo dos “amigos do rei”.


ID: O Sr. enxerga como benéfico a abertura de mercado de armas para outras marcas?

 

Jordy: Com certeza. Não é justo que o brasileiro fique restrito apenas à compra de armas nacionais que na maioria das vezez não atendem de forma satisfatória às suas necessidades apenas por causa de legislações como o Decreto Federal 3.665/2000, em que em seu artigo 190 diz que o produto controlado que estiver sendo fabricado no país, por indústria considerada de valor estratégico pelo Exército, terá sua importação negada ou restringido e a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006, em que em seu artigo 5º que a importação de produtos controlados poderá ser negada, quando existirem similares fabricados por indústria nacional. Não é  novidade notícias de incidentes com armamentos de fabricação nacional em que estas disparam sozinhas ou falhando em um momento de extrema necessidade. Com a abertura de mercado no setor de armas, acredito que todos serão beneficiados; tanto os usuários de armas de fogo que terão acesso a armas melhores, tanto as empresas nacionais que terão que buscar a melhoria de seus produtos para que possam competir pelos clientes no mercado.

ID: O fenômeno da elitização da segurança é alimentado por diversos fatores, sendo os principais no quesito armas a burocracia e impostos. O Sr. acredita que a redução ou mesmo a extinção destes fatores ajudará, principalmente os mais pobres e a classe média, a ter segurança ou acha necessário a existência desses fatores?

 

Jordy: Ao meu ver, os requisitos para o porte e a posse de armas devem ser objetivos para se analisar se o cidadão pode ter acesso a uma arma de fogo. O que não pode acontecer é o que vem ocorrendo nos dias atuais, em que quem deseja ter uma arma passa por uma enorme burocracia, uma enorme papelada de antecedentes criminais, realiza testes de capacidade técnica e testes psicológicos que são caríssimos, muitas vezes gastando acima de R$ 1.000 nos testes para chegar na mão de um Delegado da Polícia Federal e seu pedido ser negado. Isto causa uma frustração que às vezes o cidadão que quer ter acesso a uma arma de fogo chega a um ponto que ele prefere desistir do processo para conquistar o porte ou a posse devido ao processo ser caro e complexo. Para que esse quadro se reverta, os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados para que as pessoas que têm o desejo de fazer valer seu direito à legítima defesa possam fazer os procedimentos de uma maneira que a tramitação não seja cara e demorada.

… os processos para porte e posse de armas devem ser barateados e desburocratizados…


ID: Caso um dia venha a concorrer a cargo no Legislativo Federal, quais são suas principais metas para os seguintes tópicos: Direito de legítima defesa, liberdade de acesso as armas, quebra do mono/oligopólio CBC/Taurus, segurança pública.

Jordy: O primeiro passo para que tenhamos garantido de fato o direito de legítima defesa é a aprovação do Projeto de Lei 3722/2012, que revoga o criminoso Estatuto do Desarmamento. Atualmente tal projeto está emperrado no Congresso Nacional pois nossos deputados e senadores estão  contaminados com esta cultura desarmamentista e esquerdista. Neste ano, temos que eleger parlamentares comprometidos com a legítima defesa para que consigamos derrubar legislações que apenas cerceiam o cumprimento de tal direito, como o Decreto Federal 3.665/2000, a Portaria do Ministério da Defesa 620/2006 e o Plano Nacional de Direitos Humanos. A partir da revogação de legislações desarmamentistas, a liberdade de acesso às armas será uma consequência quase que imediata, aliada a redução de custos e de burocracias no processo para aquisição de armas de fogo. E no que tange a segurança pública, dar mais garantias aos agentes de segurança para que eles não sejam punidos apenas por estarem cumprindo seu dever legal. O operador de segurança não tem segurança jurídica nenhuma, pois temos um Poder Judiciário cada vez mais garantista, ONG’s que dizem defender os Direitos Humanos que defendem apenas bandidos. O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) sempre fala no instituto da excludente de ilicitude e tal Instituto jurídico deve ser garantido de fato aos policiais, pois, além de estarem sobre a excludente de ilicitude do estrito cumprimento do dever legal, no momento que eles sofrem uma injusta agressão contra si ou contra outrem, o direito a reação e à legítima defesa deve ser garantido. E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.

E o agente de segurança não pode ser punido apenas por cumprir seu papel institucional.


ID:  A segurança pública no Rio de Janeiro passa por momentos complexos e assustadores. Em sua opinião, quais os principais desafios do poder público e da sociedade para mudarmos este cenário?

 

Jordy:Sempre digo que o problema da segurança pública no Rio de Janeiro não está no estado, mas sim na União e nas ONG’s de Direitos Humanos como o DDH (Defesa dos Direitos Humanos, insituição ligada ao Deputado Estadual do Rio de Janeiro Marcelo Freixo – PSOL). Temos que ter uma mudança de baixo para cima, elegendo para os cargos federais pessoas comprometidas com a segurança pública e assim promover uma mudança de cima para baixo, promovendo alterações  na legislação, endurecendo as penas, deixando de beneficiar bandidos. É necessária uma revisão do código penal, aumentando as penas para os mais diversos crimes, terminar com a chamada comutação de pena, terminar com os benefícios penais como liberdade condicional, progressão de regime e indultos para festividades. Fora da revisão legislativa outras ações necessárias são a construção de mais presídios e a reforma do Poder Judiciário e uma reforma no Sistema Correcional. Tais ações só poderão ocorrer quando tivermos cada vez mais pessoas comprometidas com tais pautas ocupando as cadeiras do Executivo e do Legislativo. Neste ano temos uma oportunidade de ouro que não pode ser desperdiçada de renovar tais esferas de Poder.

ID: Se pudesse e quisesse ter qualquer arma hoje, qual o Sr. teria?

 

Jordy: Como muitos sabem, fui aprovado no concurso para a Polícia Federal em 2013, cursei a Academia de Polícia Federal em 2014 e durante os treinamentos, atirei com a Glock 9 mm. Esta arma é uma verdadeira paixão e gostaria de ter uma para andar com ela na cintura.

ID: Em sua atuação em Niterói, vejo que é firme em suas posições. Qual mensagem o Sr. gostaria de passar para esses três grupos sociais:
a) Cidadão brasileiro;
b) Agentes de segurança;
c) Defensores de bandidos.

 

Quero dizer para o cidadão brasileiro e para os agentes de segurança que este ano podemos mudar o cenário político e social existentes onde há uma grande proteção dos bandidos e uma enorme desvalorização do trabalho dos agentes de segurança em todo o país. Temos que votar em pessoas alinhadas com este tipo de pensamento, contra a agenda desarmamentista, contra a agenda de proteção de criminosos, pessoas que possam reverter esse cenário desolador no qual vivemos. E para as ONG’s de Direitos Humanos que adoram defender criminosos, que adotem e levem para as suas casas tais marginais.

 

O Instituto DEFESA agradece a atenção do vereador e de sua equipe de assessoria!

 

Facebook do Vereador: https://www.facebook.com/carlosjordyoficial/

 

Grupos de Whatsapp do ID

LINKS PARA OS GRUPOS ESTADUAIS DO DEFESA

 

  1. LEIA AS REGRAS GERAIS DE PARTICIPAÇÃO.
  2. Além das regras gerais, os grupos podem ter regras específicas. Pergunte ao(s) ADM(s) antes de postar. Evite passar vergonha.

 

Rio Grande do Sul Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/EFHQjUATGEEHOyAF7kGFAc
Santa Catarina: https://chat.whatsapp.com/ENnn1K4htk99FhDHKFpgDc
Paraná Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/GeNbPs6U0beFOl6vI7AC9i
São Paulo Grupo 2 (Novo): https://chat.whatsapp.com/Bo16y38sKdc3nNs8cjmT4s
Minas Gerais: https://chat.whatsapp.com/DWrN8JkhzPf42F5ekmnLqz
Rio de Janeiro: https://chat.whatsapp.com/9zgk7yVxJZ69NIAa89ISko
Espírito Santo: https://chat.whatsapp.com/5D7vGx6Iq8bFp4C7CpnxOg
Mato Grosso: https://chat.whatsapp.com/07vUelcvByIE3xQdySOpju
Mato Grosso do Sul: https://chat.whatsapp.com/IZLORq2dIsYCYci5xSWzkr
Goiás: https://chat.whatsapp.com/436oQDJIBbh48YCARLE7ly
Distrito Federal Grupo 2: https://chat.whatsapp.com/6VDrM8YZokkIQ58pytPY6i
Alagoas: https://chat.whatsapp.com/CO8BJL1a1Wp5HQpIzq9vPq
Bahia: https://chat.whatsapp.com/7bKi7T2iUIAFUbp5QlOqIC
Rio Grande do Norte: https://chat.whatsapp.com/GuYET0DFBqKJJv9BNMT9fR
Pernambuco: https://chat.whatsapp.com/GmOXvBZm6618aP0qtjH7WU
Ceará: https://chat.whatsapp.com/AyFb5GejnE99o0AK4eJCL3
Paraíba: https://chat.whatsapp.com/5jV0SctqCHyDTs9V6Idr2q
Sergipe: https://chat.whatsapp.com/1CDTtX5T5ei3GvFsi2yeK8
Pará: https://chat.whatsapp.com/GoriQUeFnNU9CMjHAnFL5C
Piauí: https://chat.whatsapp.com/6niy55d7KvwAkswGkrQfeD
Amazonas: https://chat.whatsapp.com/2x1ygYGtxCuKjUdJOWMq7o

Última atualização: 30/11/2017

 

REGRAS GERAIS DE PARTICIPAÇÃO:
Repita este texto sempre que necessário para lembrar os parcitipantes das condições de integração.
Se queres paz, prepara-te para a guerra
Atualizadas em 10 de Abril de 2017
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Ler e concordar com as regras é fundamental. O descumprimento de quaisquer destas normas pode implicar em banimento sem prévio aviso do grupo no whatsapp e do quadro de associados do Instituto DEFESA, a depender da gravidade da ação.
——————————-

1. Este espaço é destinado a troca de informações relacionadas ao direito de acesso às armas e à legítima defesa.
1.1. Por favor, não envie mensagens de temas diferentes. Existem outros grupos para isso.

2. Você pode não ter percebido, mas também fazem parte deste grupo políticos (tanto de direita como de esquerda), empresários, pais e mães de família, generais, brigadeiros, almirantes e pessoas que podem ser muito diferentes de você.
2.1. Portanto, evite usar palavraeado de baixo calão. Não ofenda pessoas ou categorias, especialmente se você não as conhece pessoalmente. Não envie pornografia imagens chocantes ou discursos que você não faria na mesa do jantar.

3. Um grande problema no Whatsapp são as correntes e os spams. NÂO ENCAMINHE MENSAGENS, especialmente textos longos. Isto é muito chato e ninguém lê. SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DA VERACIDADE E DA AUTORIA DA INFORMAÇÃO, GUARDE-A PARA VOCÊ. Se não foi você quem escreveu, pense, repense, e pense novamente antes de enviar.

4. Encorajamos todos a fazerem amizade entre si. Todavia, mensagens de cunho pessoal devem ser enviadas diretamente ao contato, e não ao grupo.

5. Nosso objetivo, repise-se, é a troca de informações sobre o direito de acesso às armas. Portanto, este espaço não é destinado a anúncios, propagandas ou marketing.

6. Todas as mensagens do Instituto DEFESA são assinadas com “Unidos somos invencíveis”, portanto, não percam tempo com richas pessoais por assuntos distintos do direito de acesso às armas. Apenas venceremos se trabalharmos juntos.

7. Divulgue o Instituto DEFESA. O fortalecimento da entidade é condição indispensável para recuperarmos, ampliarmos e conservarmos o direito de acesso às armas e à legítima defesa.

8. Cortesia e camaradagem são atributos indispensáveis para permanência no grupo. Seja educado(a).

9. É PROIBIDO enviar vídeos e fotos de alto teor de violência, exceto casos em que o uso da legítima defesa resulta em ferimentos ou morte.

10. O Brasil é a razão da existência do Instituto DEFESA. Não ataque a democracia. Não ataque a república. Não ameace a soberania e unidade nacionais. UNIDOS – e apenas unidos – SOMOS INVENCÍVEIS.

11. O moderador não consegue acompanhar todas as mensagens. O bom andamento do grupo é de sua responsabilidade. Não apenas siga as regras, mas exija o cumprimento delas.

12. Para solicitar a inclusão de novos membros, é necessário que o membro a ser adicionado, com seu próprio número, envie o pedido de inclusão para um dos administradores ou recebe o link de paticipação. Por favor, NÃO ENVIE mensagens pedindo para adicionar terceiros.

13. O seu perfil no Whatsapp/Telegram e redes sociais pode ser avaliado a qualquer momento pelos administradores. Fotos ou mensagens notadamente relacionadas a condutas criminosas – como apoio a facções criminosas ou relacionados a determinados grupos rotineiramente envolvidos em crimes – também podem gerar expulsão sem prévio aviso. Não basta ser probo, é preciso parecer probo também.

14. Pedimos ainda encarecidamente que não utilizem os espaços dos grupos do Instituto DEFESA para pregação ou debates religiosos. Temos pessoas de todas as religiões – ou sem nenhuma – convivendo pacificamente nos nossos espaços. Não atrapalhe isto.

15. Divulgação de cursos, lojas e eventos é bem-vinda, desde que haja condição facilitada para membros premium do Instituto DEFESA.

16. *ATENÇÃO!* Para permanecer nos grupos admnistrados pelo DEFESA é necessário estar cadastrado no site. Acesse www.defesa.org e clique em “Junte-se a nós” ou “Entrar usando Facebook”, confirme seu e-mail e não se esqueça de autorizar o envio de nossas mensagens por e-mail (newsletter). Não é necessário pagar nada, mas se desejar você também pode se tornar um membro de carteirinha.

UNIDOS SOMOS INVENCÍVEIS
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Digitação e Tradução com 20% de desconto para membros premium do Instituto DEFESA

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Membros premium do ID podem contar com desconto de 20% na tradução do inglês para o português em textos simples, artigos e notícias e também em digitações.

Dentre vários trabalhos que faço, que vão de formatar computadores a ajudante de marceneiro, faço traduções e digitações. Sendo assim, estou divulgando este serviço e oferecendo esta vantagem para membros que contribuem financeiramente com o ID.

O serviço é cobrado por palavra do texto a ser traduzido e a tradução é livre, isso significa que lerei o texto, entenderei e só então faço a tradução. A digitação também é cobrada por palavra.

O serviço é para qualquer um, mas o desconto somente para membros premium. Além disso, 20% do faturamento será destinado ao financiamento das ações do Instituto DEFESA.

Interessados podem me contactar no e-mail: lucas.sklord@parrini.com.br

ID participa de Audiência Pública em Niterói-RJ sobre Armamento da GM

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

As opiniões em volta das mudanças legislativas que permitem a utilização de armas de fogo pela Guarda Municipal de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, estão a todo vapor. Ultimamente a prefeitura tem feito várias postagens (1 e 2) para acompanhar as opiniões, já que a votação será neste domingo, dia 29/10/2017, além de já terem ocorridos outras audiências, algumas de qualidade questionável.

A audiência que participamos nesta terça, 24/10/2017, organizada pelo partido Livres, foi riquíssima pois foi formulada com uma excelentes participantes: especialistas em segurança pública, representantes dos comerciantes ambulantes, representante da GM,  representantes da população, de movimentos sociais a favor, movimentos sociais contra e vários agentes da Instituição.

Foram aproximadamente 15 minutos de fala para cada palestrante, e tiveram vagas limitadas para pessoas que se inscreveram na sessão de perguntas. Quando os palestrantes acabaram, as perguntas e posicionamentos foram feitos.  Após isso, houve 3 minutos para cada palestrante responder e efetuar considerações finais.

Importante registrar o ótimo comportamento de todos os presentes. Todos ouviram, falaram e respeitaram o tempo de cada um. Não houve baderna, apenas um ou dois que se exaltaram mas falharam vergonhosamente em bagunçar o ambiente, não conseguiram infectar os demais com sua falta de educação.

O Instituto DEFESA agradece o convite do partido Livres, além de parabenizar seu presidente regional, Pedro H. Lemos, e também toda sua equipe pela mediação, organização e realização do evento, ao amigo Rildo Anjos, presidente do Calibre 12, pela disposição em enriquecer o debate com seu conhecimento técnico e profissional de mais de 27 anos e pelo excelente posicionamento! Agradecemos também a página EnDIreitando Niterói  (3) por ter gravado a audiência e disponibilizado o vídeo. Repito a parabenização a cada cidadão participante e o agradecimento a cada agente da GM pelos seus serviços.

O Jornal o Fluminense fez uma matéria sobre a audiência e o Instituto DEFESA foi citado.
Confira a notícia:  https://goo.gl/woA6W4

Veja a gravação da audiência: https://www.facebook.com/endireitandoniteroi/videos/1883045148677256/

Unidos somos invencíveis!

Referências:

1- https://goo.gl/fKry5V
2 – http://www.decideniteroi.com.br/

3 – https://www.facebook.com/endireitandoniteroi/

 

 

A realidade da relação entre a necessidade do armamento civil e o monopólio estatal da força – Parte 1

Entusiasta de história militar e Atirador

Sabe-se a mais de 300 anos que o monopólio estatal da força reside em controle de armas, controle das fronteiras e de seus cidadãos. O Estado lhe “vende” a ideia que ele proverá segurança interna (pública) e externa(contra invasões). Nos tempos antigos essa promessa ia da segurança ao trabalho, passando pelo alimento. Note-se ai a visceral relação entre esses fatores que mantém em pé ou derrubam civilizações. Porém, com o advento dos Estados Unidos da América, e sua Segunda Emenda, que diz: “Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido”, a população deu um salto evolutivo civilizatório que colocou cada indivíduo como senhor da própria vida, buscando sua própria segurança, e daí seu bem estar entre seus pares.

Após esse breve apanhado histórico, lancemos um olhar ao caso comum das sociedades em que houve predominância de pensamentos de matriz esquerdista, social-democratas ou inclusive socialistas.

Nessas sociedades, assim que esses grupos chegaram ao poder, em primeiro lugar buscaram desarmar o cidadão como meio de buscar a paz social. Depois forçaram programas sociais compensatórios, por fim inclusive confisco de bens e terras. Felizmente alguns lugares conseguiram reverter essa tendência, como o Paraguai, porém a Europa, praticamente desarmada, hoje sofre diariamente com motins e ataques terroristas, sem falar o banditismo urbano que não se ouvia falar. Austrália quase foi por esse caminho, e está em processo de reversão também. E a população continua confiando no monopólio da força, e o bandido também.

Veja que não se trata de grau de serviços públicos de alto investimento, nem grau de desenvolvimento. Apenas a liberdade individual de adquirir, manter, portar e usar suas armas. O caso do Brasil é emblemático pois temos uma escalada de repressão ao comércio e uso de armamento por civis, e o desmantelamento das forças de segurança pública, e uma transformação das forças armadas em uma guarda nacional de grande orçamento. O motim da Polícia Militar do Espírito Santo mostrou o quanto o cidadão de bem tem a perder confiando numa segurança que o Estado não pode lhe prover. Em algumas horas centenas de estabelecimentos comerciais arrombados, furtados. E na grande Vitória apenas uma única loja passou incólume por esse teste sangrento: Uma loja de armas.

Você, leitor, pode estar se perguntando por que o Brasil não está em chamas ainda se a situação é tão ruim. Na realidade, já estamos nas cinzas, pois mais de 60 mil vidas são perdidas anualmente, e não tenho medo de errar em apontar que pelo menos ⅔ desse número monstruoso é composto de cidadãos de bem e suas famílias, entregues como gado na mão de uma política de desarme e desmonte da segurança.

A lição que EUA, Paraguai entre outros tem a nos ensinar é:

Arme-se hoje, Proteja-se amanhã e Viva pra sempre, seja em seus filhos, seja em sua nação.

Clubes de Tiro em Sergipe

O Instituto DEFESA recebe com frequência pedidos de informações sobre onde praticar. Tentamos sempre manter a lista bem alimentada com informações atuais e legítimas. Com a ajuda de um de nossos membros, recebemos uma lista atualizada de clubes de tiro em Sergipe. Se você é das redondezas, agora já sabe onde praticar, aproveite!

Lucas Parrini

Lucas Parrini é colaborador do Instituto DEFESA e curioso em criminologia e assuntos relacionados a combate e segurança.

Aproveito o ensejo para agradecer e parabenizar aos clubes e seus representantes pela atitude!

Segue a lista:

  • ATIRAR CLUB
  • Representantes: Ricardo Porto (presidente) e Alysson Feitosa (vice-presidente)
  • Cidade: São Cristóvão
  • Endereço: Rodovia Joõa Bebe Água, nº 3481, Estrada para a Estiva, Povoado Cantinho do Céu. Galpao III, grande Roza Elze.
  • Telefone: (79) 9-9932-4060
  • E-mail: secretaria@atirar.net
  • SERIGY
  • Representantes: Ginaldo Alves (presidente)
  • Cidade: Campo do Brito
  • Endereço: R. Roque Jose de Souza S/N
  • Telefone: (79) 9-9947-8938
  • E-mail: cat.clubeamigosdotiro@gmail.com
  • AMIGOS DO TIRO
  • Representantes: Marcel Martins Ávila (presidente), José Martins Ávila (vice-presidente) e Igor Silva (diretor)
  • Cidade: Estância
  • Endereço: Estrada da Dizilena, 152, povoado Dizilena, Estância-SE
  • Telefone: (79) 9-9988-7684
  • E-mail: cat.clubeamigosdotiro@gmail.com
  • SOARES CLUBE DE TIRO ESPORTIVO
  • Representantes: Marcelo Soares (diretor)
  • Cidade: Aracaju
  • Endereço: Rua Sgt Manoel Oswaldo das Neves,181. São Conrado. Conjunto Orlando Dantas
  • Telefone: (79) 9-9965-4780
  • E-mail: contato@soares.esp.br

 

 

Imagens das manifestações de 19/02/17

Algumas fotos e vídeos que nos foram enviados.

Se você tiver alguma diferente, por favor, envie para parrini@defesa.org que nós postamos!

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Rio de Janeiro – RJ

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São Paulo – SP

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São Paulo – SP

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São Paulo – SP

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São Paulo – SP

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Curitiba – PR

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Eduardo Bolsonaro fala em manifestação: https://www.youtube.com/watch?v=l1H53hQ81vE&feature=youtu.be

Professor Bene Barbosa fala em manifestação: https://www.youtube.com/watch?v=tV0dRw8MKHY&feature=youtu.be

 

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República Tcheca ensina a seus cidadãos como se defenderem de terroristas: Atirem neles vocês mesmos!

imrs

Tradução livre de: https://goo.gl/GE2Lyp
Tradutor: Parrini

Algum tempo atrás, o presidente da República Tcheca, Milos Zeman, fez uma solicitação incomum: Ele pediu para os cidadãos se armarem contra um possível “super holocausto” dirigido pelos terroristas muçulmanos.

Não esqueçam que há por volta de 4000 muçulmanos para um total de 10 milhões de cidadãos. E assim as vendas de armas foram nas alturas. Uma única loja de armas em East Bohemia, uma região no centro-norte do país, disse a um jornal local que as pessoas estavam apavoradas com a “onde de islamitas”.

Agora, o ministro do interior do país está tentando uma mudança constitucional que permitirá cidadãos usarem armas contra terroristas. Ativistas pró-armamento dizem que isso poderá salvar muitas vidas se um ataque acontecer e a polícia estiver ocupada ou intencionalmente atrasada para chegar no local do ataque. Para a mudança legislativa, o parlamento precisa aprovar a proposta que será votada nos próximos meses.

A República Tcheca possui uma das mais brandas legislações de armas na Europa. Em seu território, estima-se por volta de 800.000 armas de fogo registradas para 300.000 pessoas com autorizações e licenças. Conseguir uma arma legalmente é relativamente fácil. Por lei, seus cidadãos podem usar armas de fogo para protegerem suas propriedade ou quando estão em perigo iminente, porém, após o ocorrido, eles precisam provar que o perigo existia. (1)

Isso coloca o país na contra mão da Europa, que ano após ano, intensifica as restrições e cerca a liberdade de acesso as armas de seus cidadãos. No início de 2015, quando ocorreram aqueles ataques horríveis em Paris, a França ao invés de permitir seus cidadãos de protegerem suas vidas e de entes queridos, o país resolveu apoiar ainda mais essas restrições. As primeiras de muitas propostas da European Commission foi de proibir armas como AK’s e AR-15’s que seriam de uso exclusivo dos militares e limitar os carregadores em 20 munições.

A República Tcheca se opôs fortemente a estas diretivas. Oficiais alertaram que esta medida impediria que a nação sustentasse um “sistema de segurança interno” e tornaria o treinamento das Forças Armadas praticamente inviável.  O banimento desse tipo de arma, com capacidade de efetuar vários disparos, jogaria na ilegalidade as milhares de armas já existentes e registradas por seus cidadãos, estimulando o mercado negro e o tráfico. Finlândia e Alemanha ofereceram suas próprias reservas e grupos pró-armamento se mobilizaram pela Europa se opondo a estas diretrizes com o apoio de várias fontes, inclusive políticas.

Depois de meses de negociação, mês passado a EU aprovou um compromisso: o Council of Ministers confirmará as ações nesta primavera. Todos os Estados membros terão 15 meses para aceitar as novas restrições sobre as armas. A última ação para banir as armas consiste em proibir a venda de armas no estilo militar e requer que todos os compradores passem por avaliações psicológicas antes da compra. Se alguém falhar na avaliação em qualquer estado da União Européia, a informação será registrada e repassada para todos os outros países através de um banco de dados internacional, que proibirá este cidadão de comprar armas em qualquer outro país. Vendas on-line estão enquadradas no mesmo sistema. A República Tcheca foi o único país a se opor contra essas medidas por serem muito restritivas e perigosas. Luxemburgo também votou contra, mas somente para alegar que elas são muito fracas.

Este cenário nos mostra que por mais que o parlamento Tcecho seja a favor de medidas anti-terroristas e a favor da liberdade de seus cidadãos de protegerem suas vidas, as leis sobre armas de fogo no país se tornarão mais tiranas em breve. Todos os compradores de armas serão obrigados a realizarem o psicotécnico, além de jogar na obscuridade se quem já possui armas será considerado um bandido por ter uma arma não condizente com as novas leis (2). A ambiguidade estimulou um dos jornais do país a sugerir que as ações do ministro do interior estão mais voltadas para segurança política do que segurança contra o terrorismo.

 

1 – Nota do tradutor: Reparem a diferença do legislador: Lá, o cidadão primeiro defende sua vida, para depois apresentar explicações. Aqui no Brasil, os legisladores e todos os envolvidos n no Estáburro do Desarmamento, assim comos os agentes que o seguem, fazem o contrário: primeiro temos que escapar várias vezes da morte e rezar para que nossa filhas e esposas consigam sugir do estuprador, (pois somente uma vez não é suficiente para os Delegados de Polícia Federal), para só depois, TALVEZ emitirem a autorização de compra.

2 – Nota do tradutor: Não conheço os princípios contidos na constituição do país nem os que regem a coalização que é a União Européia, porém, pela notícia, percebemos que o princípio da retroatividade não existe, pois com as medidas anti-armas aprovadas, aqueles que já possuem as referentes armas serão considerados bandidos. Aparentemente na União Européia a “lei pode retroagir” para prejudicar.