Aracaju recebe I Encontro do Instituto DEFESA no Sergipe

Aracaju, 12 de novembro de 2017.

 

Os dias 10 e 11 de novembro de 2017 foram agitados na capital sergipana. A ACADEPOL (Academia de Policia Civil) do Estado sediou a primeira fase do I Encontro do Instituto DEFESA no Sergipe, evento que pretende levar a pauta da importância da liberdade de acesso às armas a todos as Unidades da Federação do Brasil.

O evento, organizado pela Diretora Estadual do Instituto DEFESA, Sra. Jovanka Leal, contou com a palestra do Dr. Fabrício Rebelo, autor do livro Articulando em Segurança, com o tema Fundamentos e Consequências do Desarmamento Civil. A mesa foi composta pelo Presidente do Instituto DEFESA, Lucas Silveira, pelo o Presidente da Federação Sergipana de Tiro Esportivo, Sr. Marcelo Soares, pelo Cap.  Smauel, Dep. Estdual, pelo Presidente do Conselho de Segurança do Bairro Farolândia, Sr. Marcos Rocha, pelo Vice-Diretor da ACADEPOL, Sr. Adriano Machado Bandeira, e pelo Sr. Coronel Rocha, da Polícia Militar do Estado do Sergipe.

Mais de 100 pessoas participaram da palestra, com a oportunidade de levar seus questionamentos acerca do tema e sugerir ações que viabilizem o acesso às armas.

O segundo dia do encontro foi sediado pelo Clube de Tiro Serigy. Atiradores de toda a região participaram de um campeonato e também de uma roda de conversa que esclareceu a importância da união dos cidadãos em prol do direito de acesso às armas e ouviu sugestões da sociedade sobre medidas a serem tomadas pelo ativismo do Instituto DEFESA.

O evento contou com o apoio e patrocínio das seguintes pessoas e empresas:

  • APOIADORES DO EVENTO
  • CLUBE SERIGY
  • APPLE CONFECÇÕES
  • CASA CAÇA E PESCA
  • ROUND
  • JMS representações (IMBEL)
  • INSTALLNET
  • DELI PÃES
  • ACADEPOL
  • RFT Treinamentos
  • Churrascaria 5 irmãos
  • FSTE – Federação Sergipana de Tiro Esportivo
  • CLUBE DE TTIRO ÓSMELIA SOARES
  • DANILO SOBRAL FIGHT TEAM
  • Observatório de Criminologia e Delinquência Juvenil
    Instituto Federal de Investigação – IFI
  • ROTAM
  • GRUPO Marcos Rocha
  • Lanchonete Maria Bonita
  • LOTERIA 7 TREVOS
  • DOLCI Cafeteria
  • FASER FACULDADE SERGIPANA – grupo UNIP

Encontros ocorrerão em todas as demais unidades da federação. Ainda no ano de 2017, o Clube de Tiro Colt 45, no Rio de Janeiro, sediará o encontro no dia 19 de Novembro, e o Clube Snipers de Tiro, em Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul, terá a sua versão do evento no dia 15 de Dezembro.

Confira algumas fotos.


Publicado em Notícias
7 comentários sobre “Aracaju recebe I Encontro do Instituto DEFESA no Sergipe
  1. Fábio disse:

    Ver isso, só me vem uma coisa na cabeça: Esse tipo de evento, só a classe burguesa tem acesso! Infelizmente no Brasil é Assim.

    • Jkaleal disse:

      Amigo tentamos divulgar ao máximo este encontro que consistiu em dois eventos: una palestra e um encontro no Clube de Tiro. Na mesa tínhamos o representante da comunidade do Bairro Farolândia. Teremos o maior prazer em contar com sua presença e de qualquer cidadão nos proximoz eventos que acontecem em tido i Brasil! Junte-se a nós!

  2. EDER PAULO disse:

    quando haverá em mato grosso?

  3. Fábio Santos Carvalho disse:

    Lucas, em nome de todos os sergipanos que lutam por seus direitos, muito obrigado por todos os ensinamentos e por nos doar o seu tempo.

    Abraços

  4. Paulo Andrade disse:

    Ação Cívil Pública MPF/SE para fim do monopólio na venda de armas no Brasil
    O MPF também quer a Justiça obrigue a empresa Forja Taurus a fazer recall de dez modelos de armas que apresentaram defeitos recorrentes.

    O Ministério Público Federal em Sergipe acionou a Justiça contra a União e a empresa Forjas Taurus S.A. para a quebra do monopólio e retirada de obstáculos à importação de armamento e munições no Brasil. Na ação, o MPF também pede à Justiça que dez modelos de armas produzidos pela empresa sejam recolhidos para reparo, substituição ou indenização pelo valor pago, a critério do consumidor. Segundo investigação, a baixa qualidade das armas têm causado danos físicos e perdas de vidas humanas no Brasil.

    Pela gravidade da questão, o MPF quer que as rés sejam condenadas a pagar indenização por dano moral coletivo em valor igual ou superior a R$ 40 milhões. Para o Ministério Público, a União instituiu um regime inconstitucional de proteção de mercado com a restrição à importação de armas que beneficiou a Taurus. Dessa forma, foram violados a ordem econômica, os direitos do consumidor, a segurança pública e o patrimônio público.

    A empresa nacional Forja Taurus é uma das três maiores fabricantes de armas leves do mundo. Exporta armas e acessórios para mais de 70 países, sendo a 4ª colocada em venda de armas nos Estados Unidos da América. No Brasil, controla 90% do mercado de armas curtas, graças à reserva de mercado instituída pelo Exército Brasileiro em seu favor.

    Reserva de mercado – Regulamentação do Exército Brasileiro proíbe importação de armamentos quando existe similar no mercado nacional. Dessa forma, os órgãos de segurança pública de todo o país ficam impedidos de importar armamentos mais adequados e se tornam obrigados a adquirir armas de baixa qualidade que estão sendo produzidas no Brasil.

    Para a procuradora da República Lívia Tinôco, “com a falta da livre concorrência, as empresas nacionais não são pressionadas a buscar melhorias
    em seus produtos, uma vez que, independentemente da qualidade, tem a garantia de reserva de mercado”. Por isso, para o MPF, “o Exército não pode privilegiar um fabricante, ainda que nacional, em prejuízo da liberdade de mercado, sendo lícito apenas que discipline os calibres e tipos de armas autorizados, restritos ou proibidos, mas não influir na liberdade de uma empresa comercializá-las no país, sob a fragilíssima desculpa de existência de similar nacional.”

    Danos ao erário – Para o MPF, o dano ao erário é imenso, uma vez que todos os órgãos de Segurança e Defesa e seus integrantes – Guardas Municipais, Policiais Estaduais, Polícias Federais e Forças Armadas – são obrigados a adquirir armas e munições de uma única empresa, com preços acima dos praticados por empresas que poderiam ser concorrentes. A falta de concorrência pode gerar preços abusivos, por exemplo, uma Taurus Model 840.40, SW 4”, no mercado americano custa menos de U$300, o que equivale a menos de mil reais. O mesmo modelo no Brasil é fornecido aos órgãos de Segurança por R$ 4.813,56, isso com isenção da quase totalidade de impostos e sem intermediação de lojistas.

    Armas de baixa qualidade – Durante a investigação, o MPF recebeu informações, laudos e relatórios técnicos de diversos órgãos de segurança pública, que apontam para a baixa qualidade de alguns modelos de armas da empresa Forjas Taurus. Segundo órgãos de Segurança e Defesa, há quantidade significativa de armas inutilizadas por estarem inservíveis em consequência de quebra ou dano por baixa qualidade ou defeito de fabricação.
    Danos físicos e mortes – Também foram identificados diversos casos de falhas no disparo ou disparos acidentais em armas produzidas pela Taurus, que levaram a danos físicos e até a morte de pessoas. A quantidade de casos graves levou à criação de uma associação – Vítimas da Taurus – criada para externar a revolta de familiares e de pessoas diretamente atingidas em razão de funcionamento defeituoso das armas Taurus.

    “Pelos defeitos de fabricação nas armas fornecidas aos Estados Unidos, a empresa fez acordo milionário reconhecendo o problema e indenizando os consumidores americanos. Na ação, o MPF busca reparar os danos que a empresa tem causado aos consumidores brasileiros em geral, aos policiais brasileiros em particular, e aos órgãos de segurança pública.”, explica Lívia Tinôco.

    Ao longo da investigação, o MPF/SE ouviu todas as Secretarias de Estado da Justiça/Defesa do Brasil. Dos 26 Estados mais o Distrito Federal, 19, ou seja, 70,3%, responderam que têm problemas com as armas da Taurus. O MPF/SE também obteve informações técnicas de diversos órgãos policiais e se utilizou dos debates da audiência pública realizada na Câmara dos Deputados em agosto de 2016 sobre os defeitos apresentados nas armas fornecidas aos órgãos de Segurança Pública da União, Estados e DF.

    Pedidos liminares – O MPF/SE pediu, liminarmente, que a Justiça Federal proíba a empresa de comercializar no Brasil dez modelos de armas que têm apresentado defeitos recorrentes. Também que seja obrigada a fazer recall desses modelos para reparo, substituição e/ou indenização, conforme escolha do consumidor. O MPF quer que a União seja proibida de aplicar a restrição imposta pelo Exército Brasileiro (artigo 5º do R-105), que impede a importação de armas, sob o argumento de existência de similar no mercado nacional.

    A Justiça Federal deferiu parcialmente o pedido liminar do MPF e determinou que a empresa Forja Taurus apresente, no prazo de 90 dias, plano detalhado de recall dos dez modelos de armas defeituosas. Os demais pedidos foram negados. Por isso, o MPF/SE recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região e aguarda julgamento do desembargador federal Lázaro Guimarães.

    Pedido principal – No pedido principal, o MPF/SE quer a modificação do teor do R-105 ou edição de novo regulamento substitutivo que não crie regime de monopólio na venda de armamentos ou munições no Brasil, com privilégios e proteções a empresas nacionais em prejuízo à livre concorrência.

    Também quer que a empresa Taurus seja impedida de comercializar no Brasil os dez modelos de armas que tem apresentado defeitos recorrentes, a menos que comprove solução dos problemas existentes.

    O MPF/SE requer, ainda, que a Taurus seja condenada a realizar recall e a pagar indenização pelos danos morais coletivos praticados contra os consumidores, os policiais brasileiros e a sociedade em geral.

    Confira os dez modelos de armas produzidas pela Taurus que, segundo investigação do MPF/SE, apresentam defeitos com frequência:

    – pistolas modelo 24/7 PRO TATICAL PRO LS DS, no calibre .40;
    – pistolas modelo PT 840, calibre .40;
    – pistola modelo PT 740, calibre .40
    – pistolas modelo PT 100 calibre .40;
    – pistolas modelo AF calibre .40;
    – pistolas modelo PT 640 calibre .40;
    – pistolas PT 100 Plus, calibre .40;
    – carabinas modelo CT 30 calibre .30;
    – carabinas modelo CT 40, calibre .40 e
    – submetralhadoras MT calibre .40

    Número para acompanhamento processual: 0803509-42.2017.4.05.8500

    Ação Civil Pública MPF/SE contra Forjas Taurus
    http://www.defesanet.com.br/bid/noticia/27648/Acao-Civil-Publica-MPF-SE-para-fim-do-monopolio-na-venda-de-armas-no-Brasil/

  5. Rodrigo Andrade disse:

    Ótimo evento!

  6. Arthu Pereira disse:

    Olá, me chamo Arthu Pereira trabalho nesse mercado há mais de 05 anos e VENDO ARMAS DE FOGO para segurança de todos os Brasileiros. Tenho a solução para você que deseja COMPRAR ARMAS de um modo seguro e garantido com quem realmente tem a oferecer.

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