Arquivo mensais:abril 2016

TRICKSHOTS: Tiro em carta – Ep. 01

Até 2003, todos podiam portar armas

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA

A liberdade de acesso às armas é uma exigência que consubstancia a própria dignidade humana. Foi corroborada pelo Referendo de 2005, quando a 64% dos brasileiros votaram não ao desarmamento, e reiteradas vezes em enquetes e pesquisas por todos os meios disponíveis.

Apesar disso, ainda existem aqueles que se opõem a ideia de que o cidadão tenha o direito de defender a sua vida. Os argumentos dessa minoria já são bem conhecidos e esmagadoramente refutados pela maioria, que vê na arma, um meio para a igualdade de condições contra aqueles que fazem o mal.

Este texto refere-se a um dos argumentos emocionalmente mais fortes e, exatamente por isso, racionalmente mais frágeis dos desarmamentistas. Quando se fala em recuperação do direito ao porte de armas, a primeira reação dos desarmamentistas mais jovens – esses que não viveram os anos 90 – é dizer: “mas e as brigas de trânsito? os caras já brigam por qualquer coisa, vão se matar se estiverem armados”.

Leia o artigo completo »

Com o impedimento de Dilma, como fica o porte de armas?

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA

Lucas Silveira é presidente do Instituto DEFESA

Depois da vitoriosa votação pela admissibilidade do processo de impedimento contra a atual Presidente da República, Dilma Rousseff, no dia de ontem (17), o Instituto DEFESA vem recebendo uma enxurrada de questionamentos de mesmo teor:  com a queda do PT do poder, como fica a questão das armas?

Confira a breve análise de Lucas Silveira no vídeo de hoje. Leia o artigo completo »

Breve história dos silenciadores

Hiram P. Maxim era filho de Sir Hiram Stevens Maxim, o inventor da “Maxim Gun”, conhecida como a primeira metralhadora portátil, além de uma série de inventos que vão desde lâmpadas até aeronaves.

Maxim machine gun, no Georgian National Museum

Maxim machine gun, no Georgian National Museum

Maxim seguiu a carreira e herdou a engenhosidade do pai, como um grande inventor e também como um aficionado por tiro e caça.  Formado em Engenharia Mecânica pelo MIT (Massachussetts Institute of Technology) , começou o seu legado desenvolvendo peças para rádio e trabalhando em várias empresas antes de começar a desenvolver o invento que faria dele efetivamente conhecido: os silenciadores de armas.

Maxim já conhecia os princípios aplicados aos silenciadores de carros e, como habitualmente atirava e caçava próximo aos seus vizinhos, resolveu adaptar a ferramenta à sua arma, para não incomodá-los.

silencer1

Seu invento ficou famoso e foi largamente vendido nas lojas de ferramentas por US$3.25. Apesar de ele próprio ter chamado seu invento de “silenciador”, ele não era capaz de efetivamente anular todo o som emitido pela arma, mas apenas de suprimi-lo parcialmente.

Nos Estados Unidos, seus silenciadores foram livre e largamente utilizados até 1934, quando o National Firearms Act (NFA) criou uma série de restrições a armas, que não proibiu a comercialização dos itens, mas criou uma exorbitante taxa de US$200,00 por peça. Equivalente a cerca de US$3.500,00 atuais.

silenciadores nos eua

Hoje, nos Estados Unidos, os silenciadores são permitidos na esmagadora maioria dos seus 50 estados, bastando preencher os seguintes requisitos:

a) Pagar uma taxa de 200 dólares para cada silenciador;

b) Ter pelo menos 21 anos para comprar de uma pessoa jurídica, ou 18 anos, para comprar de uma pessoa física;

c) Ser residente dos Estados Unidos;

d) Poder exercer o direito de ter uma arma de fogo;

e) Não ter antecedentes criminais.

No Brasil, o Decreto 3.665/2000 determina que os silenciadores são objetos de uso restrito, mas não existe nenhum dispositivo legal no país proibindo seu uso, nem tampouco determinado pena para quem utilizá-los.

Apesar disso, caçadores, atiradores e profissionais de segurança têm seu acesso a estes importantes equipamentos dificultados pelo excesso burocrático inerente a legislação e aos controladores de armas.

 

 

Deputado Peninha publica perguntas e respostas sobre PL 3.722/12 em sua página

O Dep. Rogério Peninha Mendonça, autor do PL 3.722/12 que revoga o Estatuto do Desarmamento, publicou na sua página no Facebook uma série de perguntas e respostas reiteradamente feitas sobre a iniciativa.

peninha abril

Colocamos o texto aqui na íntegra e convidamos a todos a curtirem a página do Deputado Peninha no Facebook para acompanhar eventuais futuras publicações.

“Muitas pessoas me questionam diariamente sobre o andamento do PL 3722/12, de minha autoria, que revoga o Estatuto do Desarmamento e cria regras mais razoáveis para que os brasileiros honestos possam adquirir uma arma de fogo LEGALMENTE, com o objetivo de protegerem as suas vidas, suas famílias e seu patrimônio.

Nesta postagem, respondo a algumas perguntas.

QUANDO O PL VAI SER VOTADO?
Há um compromisso da Mesa Diretora da Câmara, de pautar o PL 3722 no plenário da Casa tão logo finde o processo de impeachment. É impossível, em virtude do atual momento político, votarmos o projeto antes disso.

O QUE PODE ATRASAR A VOTAÇÃO?
Faremos uma sondagem minuciosa nas bancadas, deputado por deputado, para medirmos a probabilidade de vitória. Caso não haja certeza, trabalharemos nos bastidores para reverter os votos necessários. Só quando houver garantia de vitória, o PL 3722 irá à votação. Às vezes é necessário aguardar mais alguns dias para vencermos a guerra, do que sermos derrotados e voltarmos à estaca zero.

ESTÁ SENDO FEITO TRABALHO DE BASTIDORES?
Elegemos um coordenador do PL 3722 em cada partido. Este grupo se reúne semanalmente para tratar de estratégias no intuito de aprovarmos o projeto. Cada coordenador traz para a reunião, um retrato de sua bancada. A partir daí, analisamos os votos que podem ser revertidos, quais argumentos utilizaremos, quem tem influência sobre determinado parlamentar… Nenhuma informação vaza.

SE A VOTAÇÃO FOSSE HOJE, VENCERÍAMOS?
Provavelmente não. Há uma margem de deputados indecisos acerca do tema, e que só formarão opinião a nosso contento, se houver um apelo popular muito forte. Na votação da proposta que estendia o porte de arma para auditores e analistas da Receita Federal, oficiais de Justiça, peritos criminais, auditores do Trabalho e fiscais federais agropecuários – no mês passado – saímos derrotados, mesmo que por uma margem pequena. Nosso time votou SIM. Veja o resultado:
NÃO – 55,1%
SIM – 43,4%
ABSTENÇÃO – 1,5%

QUAL O CLIMA NO SENADO?
Apesar de ser uma Casa mais governista, senadores de peso já foram contatados e asseguram que, quando Renan Calheiros deixar a presidência, há chances reais de a matéria ser aprovada. Temos muitos e bons senadores nos apoiando nos bastidores. Pelo menos oito deles já conversaram comigo para serem relatores do PL 3722.

E SE A PRESIDENTE VETAR?
Pra começar, não creio que Dilma Rousseff seja Presidente da República quando o texto for para sanção. Sobre o posicionamento de Michel Temer, não há clareza ainda. Sabemos que ele tem uma linha ideológica mais conservadora, mas nunca houve uma declaração pública a respeito do desarmamento. Em última hipótese, caso o Presidente da República vete a matéria, o Congresso Nacional pode derrubar o veto com maioria absoluta dos votos.

DERRUBADO O VETO, O PROJETO VIRA LEI?
Sim.

Amigos, sei que há mais uma infinidade de dúvidas. Espero respondê-las nos próximos dias, em outra postagem.

Seguimos firmes na luta.

Abraço forte!”

Filie-se ao Instituto DEFESA e fortaleça a luta para aprovação deste e de todos os outros projetos que assegurem a liberdade de acesso às armas.

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Daniel Alves Moreira


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Tiro esportivo como lazer!, porque sim
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Evandro Flores


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Base Aérea de Canoas,quando servi a Pátria amada,entre treinamentos e serviços uma pausa para o chimarrão,sempre bem acompanhado com a 9mm.

andre rodrigues rocha


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E melhor ter e nunca precisar, do que precisar e nao ter!

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